Conversinha Fashion » Richards
09 abril 2013
Chuva de Imagens

 

A elegância do dia-a-dia não precisa de muito para abraçar bons resultados

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É recorrente a busca por um visual elegante, mas que não seja exagerado. Afinal, são poucas as mulheres que vivem em ambientes altamente formais ou que possuem razões ou motivos para produções exageradas. O segredo da elegância é saber explorar o tecidos de boa qualidade e cortes impecáveis nos mais diversos momentos do dia-a-dia, tendo, ainda, um pouco de conforto e praticidade como tempero da imagem.

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O lookbook de inverno da Richards carrega bem esse tipo de inspiração, apostando em peças básicas como o jeans, o cardigan e a camiseta para construir um visual interessante, chique, mas que encontra seu lugar na rua. Entre um dos pontos que chama atenção está o limitado uso de acessórios, passando longe do exagero ou da poluição visual. É interessante perceber que as peças estampadas, ou mesmo as composições de três peças, já são o suficiente para a rotina diária do vestir. Daí que o resultado de um vestido com bom caimento acompanhado por um salto médio é muito bonito e inspirador. Que tal?!

 

22 junho 2012
O mundo dos pés no chão

Aplicações, cores, texturas e recortes deixam os calçados baixos bem mais interessantes e indispensáveis

Houve um tempo, não muito distante, no qual os pés tinham poucas opções de sapatos baixos. E estas opções eram, quase sempre, sem graça e sem charme. Chegou o tempo no qual os sapatos podem ser facilmente o ponto central da produção, do look, e com texturas, aplicações, misturas de cores e materiais são capazes de levantar qualquer peça neutra ou sem graça.

Para quem busca conforto, o momento é o melhor! Sapatilhas, clássicas e eternas, ganharam detalhes e recortes que quebram o toque romântico do calçado. Os mocassins voltaram, mas com uma pegada moderna, trabalhada, as vezes até mesmo com requinte. E já tivemos como grande tendência os oxfords, eternizados no guarda-roupa da mulher que ama os pés próximos ao chão. No mais, os slippers colocam uma pitada de seriedade que por vezes bate de frente com texturas brilhantes ou decoradas por estampas super femininas, sejam charmosos florais ou marcantes onças.

Nada mal, não?! Estes calçados são hoje curinga na vida de qualquer mulher e merecem sim o investimento. Vale apenas não esquecer que os neutros são importantes no guarda-roupa – talvez não tanto quanto antes.

Os calçados que ilustram esse post são da Santa Lolla, Luiza Barcelos, Richards e Shoestock.

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04 junho 2012
Toque de romance

Combinações que transpiram versatilidade

O estilo romântico, de essência delicada e feminina, é o que mais cativa as mulheres por ai. Mas não é difícil entender o motivo. O estilo é caracterizado por peças de corte limpo, pontuado por detalhes interessantes que podem aparecer também em estampas ou complementos. Saias e vestidos são levemente ajustados, ou sutilmente encurtados, e a sensualidade nasce nas entrelinhas.

Decotes discretos, braços de fora ou pernas a mostra. A cada momento o foco, ou ponto de charme, está em um lugar. E, além disso, tecidos como renda ou cetim complementam os looks mais casuais. Vale citar também que as estampas são alegres, vivas, vibrantes, mas passam longe do exagero; os traços costumam ser pequenos, delicados, ou elementos estrategicamente aplicados.

Uma terceira peça quase sempre fecha o look, que pode ser potencializado também por acessórios certeiros como cintos ou lenços. E nos pés, sapatos baixos ou saltos confortáveis, grossos, que ganham ainda mais charme com calças curtas ou barras estrategicamente dobradas.

Os looks que ilustram o post são da Richards, em combinações que são pura inspiração.

26 março 2012
Formal com vista pro mar

De olho na adequação quando a viagem de trabalho possui como destino um paraíso tropical – ou quase

Convenções, reuniões, eventos e lançamentos acontecem em vários lugares e, muitas vezes, o destino para tais tipos de eventos profissionais são resorts, cruzeiros ou mesmo paraísos quaisquer com vista pro mar. Se vestir de maneira adequada, sem pecar pela formalidade extrema ou mesmo o casual básico, pode ser um desafio. O importante é encontrar o equilíbrio para a construção de um visual leve e descontraído, mas ainda assim capaz de enviar as mensagens corretas de respeito e interesse.

Por mais que a vontade seja de pular direto todas as obrigações do planejamento e se jogar na piscina ou no mar, é essencial respeitar o cronograma e cumprir as tarefas que devem ser cumpridas. Por mais que seja uma pena trocar o sol, a brisa e a sombra fresca por uma cadeira desconfortável em uma sala com ar condicionado gelado, a “viagem” em questão só surgiu devido a tal tarefa. Assim, trabalho primeiro e diversão nas horas vagas, levada pela ótima sensação de comprometimento.

As roupas muito pesadas devem ser deixadas em casa e a mala pode ser construída a partir de peças clássicas, nos moldes da alfaiataria, mas em tecidos um pouco mais leves como o linho, voil ou qualquer algodão que seja leve a fresco. Esse cuidado com o tecido é importantíssimo. Camisas de manga comprida podem ser usadas de maneira um poucou mais informal, com mangas dobradas; no lugar do blazer tradicional, que também é interessante para os momentos “ar condicionado gelado”, vale pensar em coletes ajustados.

Nos pés, sapatos de salto, ainda que baixo, dão lugar a oxford, mocassim ou sapatilha. As sandálias também podem aparecer, preferencialmente as que não deixam os pés completamente expostos. Não há erro também em investir em bermudas e vestidos de comprimento na altura dos joelhos, o importante é não exagerar na hora de revelar o corpo.

Cores, estampas e texturas são uma boa alternativa para alegrar o visual sem precisar ousar ao extremo. No mais, o cuidado deve ficar quanto a atitude e o comportamento. Como já foi dito, seguir o cronograma é importante, assim como controlar os impulsos nas horas de confraternização e também segurar o rumo da conversa que, fora do ambiente diário de trabalho, tende a cair para fofoca e afins. Lembre-se que em poucos dias a rotina volta ao normal e tudo deve estar melhor do que antes.

As fotos são do lookbook da Richards

22 fevereiro 2012
Baixinho, mas elegante

Mocassim, sider, buck, oxford… são inúmeras as opções sem salto além do mundo mágico das sapatilhas

Não é toda mulher que gosta, aguenta ou suporta um salto alto todo dia, dia após dia. Algumas vezes, ou sempre, o que faz a felicidade da mulher é a possibilidade de usar um calçado baixo que seja charmoso, que valorize a feminilidade e que seja confortável! Qual o crime nisso?! As opções são muitas. As marcas cada vez mais investem em bases que saem um pouco do padrão sapatilha, já batido, e entre modelos diversos surgem (ou reaparecem) opções tentadoras para rechear o guarda-roupa com sensação de bem estar. Nada mal.

Os calçados baixam conversam muito bem com todas as peças. Valem não apenas as calças, mas também os shorts, saias e vestidos que entram como opção para quem sair da orientação batida de usar saltos sempre que o look possui uma peça que quebra a silhueta em alguma parte – principalmente na linha das pernas. E para um visual arrumado, produzido, não são apenas os scarpins e as sandálias que funcionam. As sapatilhas já provaram que o solado reto é legal e que não é preciso estar nas alturas para ficar elegante.

Um pouco de cor, estampa ou mesmo textura vale como forma de valorizar a composição. Outra opção boa para ser pensada são os calçados em couro puro, bem tratado, que carregam um pouco da formalidade de alguns modelos de salto alto. O interessante é que existem opções para todos os gostos e estilos e não há desculpa para passar os dias da vida sentindo dores nos pés por conta de saltos desastrosos.

O comprimento um pouco mais encurtado, na linha ou acima da linha dos joelhos, garante silhueta alongada. De toda forma, quase todos os calçados aqui citados, entre mocassim, sider, buck e oxford, mostram bastante o peito dos pés e com isso criam uma linha longa nas pernas. Ótimo! Marcas como Arezzo, Santa Lolla e Richards são boas saídas para quem quer se aventurar nesse universo. O risco, claro, é não querer subir em um salto nunca mais.