Conversinha Fashion » Motivacional
01 abril 2013
Se conhecer é a melhor dica de moda

Modismos são arriscados e menos importantes do que saber o que de fato valoriza seu corpo e alimenta sua autoestima

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Entre a última semana de moda e a mais recente tendência, existe uma pessoa, o consumidor, eu e/ou você. O modismo invadiu as ruas, estampa as revistas de fofoca, foi usado pela protagonista da novela, e continua sendo insistentemente disseminado pelas páginas de estilo pessoal. De tanto ver, você acaba cedendo, mas a roupa não convence. Mais forte do que o peso do que é “must have”, é o peso da autoestima, que pede explicações a cada look que não combina com a própria identidade ou estilo de vida. Mais do que isso, a tendência não está preocupada com as linhas de sua silhueta, ela não tem noção do que acontece com suas proporções ou mesmo sabe quais cores valorizam a sua imagem. Ela está ali, pedindo para ser usada – sendo divulgada como obrigatória – mas, não é tão grandiosa assim. Importantes, verdadeiramente importantes, são as escolhas pensadas a partir do que combina com você. É o corte que abraça o seu corpo, a cor que dá vida ao seu rosto, os detalhes que representam o espírito da sua identidade. Mais do que ler revistas de moda, acompanhar desfiles, ficar de olho no que as blogueiras postam e dizem estar “in love” é  apurar o olhar para o que você acha bonito, para o que te deixa confiança e eleva a sua autoestima. Ao invés de anotar dicas prontas de combinações, regrinhas feitas na base da massificação, é valioso ter suas próprias peças chave e ter na moda um elemento de consumo e não a sua salvação. Em português claro, sem a frescurite aguda das expressões em inglês, reproduzidas a exaustão, se conhecer e ter na sua satisfação pura e plena a melhor dica de moda.

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18 novembro 2012
Só pra constar…

Para chegar lá, misture garra, paixão e tesão pela vida

Nem sempre os mais talentosos são os que se destacam, ou os mais incríveis são os que conseguem materializar um sonho ou realizar algo planejado. O que determina e separa os bons dos medianos é a capacidade de se esforçar e realmente se dedicar ao seu objetivo, sem fazer corpo mole, sem ficar com preguiça ou má vontade. Talvez você não precisa ser o mais inteligente, mas por estar ligado aos detalhes, alerta, disposto e disponível, você pode conseguir chegar muito além do que os ótimos – mas apáticos – chegam. E daí que o que faz a diferença é a atitude, a garra, o desejo e a paixão pelo que se faz. Coisa simples para lembrar sempre e levar para a vida. Palavras que às vezes servem de lembrança para os que são fantásticos e estão presos na zona de conforto ou mesmo para os que em meio a rotina entraram no ciclo vicioso da mesmice e perderam o tesão pela vida. Levante-se, encare cada dia de forma positiva e faça o que tem que ser feito, mesmo que isso signifique fazer mais do que você gostaria ou deveria fazer. A vida é assim.

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30 setembro 2012
Quer um sinal?

Pare de esperar sinais e faça acontecer

A vida nos apressa, chama, incita, nos lembra da necessidade de que algo seja feito, de que tudo mude ou continue como está. Decidir não mudar já é uma decisão. São estalos de realidade, sopros na memória ou instantes de lucidez que gritam a necessidade de que as coisas se transformem, se reestruturem, saiam de um lugar para outro. É a mente pedindo para respirar um ar puro e fresco fora da zona de conforto, é o corpo implorando por algo melhor, por algo mais digno ou mais cheio de vida. E se ficamos sempre parados esperando por um sinal da vida, estamos deixando o tempo passar – este que corre cada vez mais rápido, com uma velocidade assustadora, como o sangue que corre em nossas veias. Se estivermos dispostos, alertas, atentos e vivos, estaremos sempre criando ou encontrando nossos próprios sinais, como chances para fazer o que deve ser feito. Trata-se de uma forma de descobrir coisas maravilhosas entre as artimanhas do acaso. É o tal fazer acontecer. Se você estava esperando um sinal, talvez o sinal seja este, talvez ele esteja bem na sua frente. Um novo dia é sempre uma nova chance, uma oportunidade para fazer tudo certo, ou errar com a segurança de quem arriscou. Basta fazer alguma coisa, nem que esta coisa seja não fazer nada, mas com consciência, tendo na mente a certeza de que até mesmo a espera foi fruto de uma decisão.

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24 agosto 2012
A vida é uma eterna espera

E talvez o mistério da vida seja saber esperar, com calma e paciência

Tempo é relativo e já ficou mais do que claro que quando se quer, é fácil encontrar formas de repensar a distribuição das horas para um melhor aproveitamento do dia. Trata-se de cortar o tempo gasto nas redes sociais, evitar a televisão, fugir do trânsito… No entanto, chega a ser cruel perceber que quando mais queremos aproveitar o instante, o tempo voa, e quando queremos virar a página logo, o tempo dura, as horas se arrastam de maneira inimaginável. A questão, sempre, é fazer as horas de tédio se transformarem em horas produtivas, nem que para isso seja preciso aprender a conviver com o ócio e com a solidão. O ócio, aliás, não deveria ser encarado como um grande problema, pois ele abre portas e, de maneiras diversas, pode ser a chave para refrescar a memória, para liberar os pensamentos para outras ideias e desejos. Ficar então parado, encarando o nada, talvez seja uma chance para enxergar tudo, para olhar para o mundo de outra maneira, como antes este era encarado. Sabe-se bem que com a mente livre de tantas informações, aberta para o novo, fica muito mais fácil assimilar coisas novas ou mesmo encontrar espaço para algo que saia do padrão. É aquela velha história de alimentar a criatividade e de buscar uma maneira de ir além, sabe?! Então que as horas de ócio sejam horas de ócio criativo, abrindo espaço para tudo o que vai acontecer em seguida. Que seja a chance para um caminho novo e, mais do que isso, a oportunidade de encontrar erros no trajeto e, assim, alinhar a história. E que as horas boas sejam aproveitadas ao máximo, alimentando boas lembranças.

24 junho 2012
Mude o trajeto

Uma rota viciada guarda o peso contrastante do conforto e do distanciamento da possível felicidade

Quando você se sente prezo ao chão, talvez seja o momento de se movimentar e dançar com a vida para se libertar do que lhe arrasta para baixo. É nessas horas que vale a pena ignorar regras impostas pelo mundo, questões puramente sociais que lhe inibem ou lhe afastam do que você considera real e importante. É quando você se sente prezo, e se sente triste por isso, que vale a pena cortar ligações com o que lhe faz mal e se liberar para uma vida mais leve, com menos cobranças e mais realizações. É ai que abrimos as portas para coisas boas, quando deixamos de lado energias ruins para curtir boas vibrações.

É automático. Quando estamos ali prezos ao que temos de pior, estamos em um constante processo de limitação, um eterno caminho vicioso onde entramos e saímos pela mesma porta sem encontrar um lugar que seja melhor. As vezes é preciso mudar o trajeto, arriscar um caminho novo para que algo fora da mesmice aconteça. Estamos sempre limitando nossas conquistas quando deixamos que opiniões alheias inferiram na nossa história. Mais uma vez, e sempre, somos nós os autores de nossas próprias histórias – em um mundo que é um mar de possibilidades.