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11 dezembro 2011
Presenteando neste natal

Presentear é uma tarefa difícil, que pode deixar sua marca como lembrança positiva

Chega natal e com ele a tarefa de presentear pessoas queridas e afins. Nada fácil, nada simles e muitas vezes nada barato. Além dos amigos e parentes, namorado ou marido, estão sogro, sogra, cunhadas(os), os conhecidos (que por uma razão ou outra precisam receber presentes) e os tais elementos do amigo oculto. Essa brincadeira, aliás, é complicada. A comum obrigatoriedade em participar, por questões que não vem ao caso, geram aquela dificuldade em escolher algo que agrade e que seja legal, sem parecer pretensioso ou indiferente. É. A relação de amor ou ódio com a data e com os eventos que a cercam não importa. O importante é, ao menos, se esforçar para tentar acertar.

Não complique. Acho que essa deve ser a orientação principal. Apostar em presentes básicos, mas ainda assim ótimos, é a saída mais legal. Bebidas, chocolates, canecas, acessórios, produtos de beleza e cultura são itens interessantes e ainda assim úteis. Até mesmo a firulinha, ou o objeto de decoração, deve ter algum tipo de validade na vida daquela pessoa. É no mínimo estranho presentear alguém que não bebe com uma garrafa de vinho, ou uma pessoa claramente relaxada com um kit de beleza. Se a pessoa gosta de café ou afins, provavelmente vai curtir uma caneca; se é vaidosa, claramente vai amar qualquer creminho ou sabonete; se é ligada à leitura, artes, logicamente vai pular de felicidade com um livro ou mesmo com vale presente de alguma casa de espetáculos ou cinema. Basta observar e tentar interpretar a outra pessoa.

O charme do presente, aparentemente, é ser algo que a pessoa gostaria de ganhar mas por alguma razão não imaginaria receber. O bom presente é aquele que surpreende, que gera pulinhos de emoção, não tanto pelo preço mas muito mais pela atenção. Por fim, a embalagem bem bolada, ou ao menos arrumadinha, é essencial. O presente pode até não ter custado caro, afinal os tempos não estão fáceis, mas qualquer lembrança merece uma caixa bonita ou mesmo um embrulho digno. Para finalizar, o indispensável cartão que por vezes acaba tendo mais valor do que o presente em si. Economize nas frases prontas e sem sentido e seja sincero com palavras de carinho, admiração ou simples e sinceros votos para um feliz ano novo.

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18 outubro 2011
Alternativas para Havaianas

Deixar de lado as Havaianas e investir em rasteirinhas requintadas pode ser a salvação para looks pouco, ou nada, trabalhados.


Existem pessoas no mundo que abominam o uso de chinelos de plástico – principalmente as trandicionais Havaianas (oi, amor!). Assim, outras opções devem ser lembradas para substituir essa alternativa tão útil. Até mesmo porque os clássicos chinelos de tirinha nem sempre correspondem às necessidades das roupas, jogando em um look bacana um balde de água fria. A não ser que você esteja na praia, ou na piscina, chinelos de couro são, sem sombra de dúvida, opções boas o suficiente para garantir conforto.


Para aqueles que gostam dos chinelos um determinado ponto é insubstituível. O tal conforto. O calçado não prende os pés, não esquenta e não incomoda. Além disso, é fácil de colocar e tirar – além de certeiro para os dias de manicure. O que pode atrapalhar, as vezes, são os modelos pesados que geram um certo desconforto com o uso contínuo, ou mesmo com leves caminhadas. Fica assim a orientação para apostar nos modelos com poucas aplicações ou, ao menos, com aplicações delicadas e tiras que não sejam muito grosseiras para não cortar os pés. Estes modelos que prendem apenas próximos aos dedos são lindos, porém pouco práticos.

Os modelos com detalhes metalizados são mais requintados, então servem até mesmo para levantar ou valorizar um look. Vestidos soltinhos, shorts ou saias encurtadas combinam extremamente com o tom das rasteirinhas, que pedem acessórios em composição com o clima despojado. Não orna pensar em uma bolsa carteira (que requer um certo esforço para ser carregada) com uma rasteirinha, super despojada. As peças, os acessórios, precisam contar uma mesma história. A não ser que seja algo muito bem amarrado, com jogo de cintura e personalidade de sobra.

Mas se você não resiste as tirinhas de plástico, cada vez mais divertidas, vale apostar nos modelos menos tradicionais que remetem pouco à marca – pensando, até mesmo, nos modelos de plásticos dourado ou prateado.

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