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16 setembro 2016
Sinceridade, com a ‘peça medida’ #TruquesDeEstilo

Você tem no guarda-roupa uma peça medida? É aquela que serve para apontar possíveis mudanças na silhueta. Uma calça jeans, uma camisa, uma calça de alfaiataria ajustada que mostra onde você ganhou ou perdeu peso. Sem neuras.

sinceridade

Fonte de sofrimento? Que nada… É uma ótima amiga, muito mais confiável que o espelho que pode lhe enganar pelas alterações de humor. Tudo bem que alguns tecidos são perigosos, já que cedem após algum tempo de uso (ou mesmo são maleáveis – mudando de formato na silhueta).  Então, o melhor é avaliar o corpo por meio de alguma peça já usada, antiga, que te ajuda a saber, de fato, se você ganhou peso, ou se é só uma impressão…

Todo corpo passa por mudanças, muito além do peso em si. Ganhamos e perdemos curvas, encaramos alterações nas proporções… No entanto, para quem se importa com isso, vale observar tudo o que está acontecendo para conseguir tomar uma atitude antes que a situação ‘saia do controle’. Sem cismas exageradas, apenas a chance de valorizar o olhar de quem é dono da opinião que mais importa: a sua.

Atualização de post publicado originalmente em 25 de março de 2010

24 agosto 2016
Solução para gavetas desorganizadas

Não há boa seleção de peças que resista ao danos da bagunça. Quando nossas coisas estão acumuladas e avacalhadas acabamos repetindo sempre as mesmas peças, esquecemos itens importantes e nos perdemos entre roupas e complementos amassados e embolados.

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Mesmo quando temos pouco, ou o suficiente, pode ser difícil deixar tudo alinhado e bem dividido. Principalmente quanto as peças são pequenas e delicadas – como lingeries e meias. Mas, nem tudo está perdido. Organizadores ou divisórias de gavetas surgem como boa saída para resolver, de vez, o problema. 

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Existem vários sites que disponibilizam tais divisórias de gavetas – em inúmeras versões, tamanhos, e estilos (veja aqui!). Mas, é possível até mesmo fazer uma versão caseira, em papel rígido. Seja qual for a saída, dá para melhorar a organização dividindo as peças – também – em cores, estilos e funções. Com pouco tempo, a regra de divisão acaba sendo assimilada e tanto o aproveitamento de tudo o que se tem, quando a posterior arrumação, transformam-se em parte natural da rotina.

 

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17 agosto 2016
Sobre viver, na prática, o desapego #VidaReal

Ser desapegado é mais que uma escolha, é um estilo de vida. Questão de alinhar prioridades e abrir espaço físico e mental para o novo. De optar pelo que ainda é útil, funciona e é bom para você.

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Por vezes, abrir mão de algumas peças do guarda-roupa requer mais que vontade e esforço. É preciso coragem e motivação. O desapego pode ser motivado tanto pela necessidade de liberar espaço entre os cabides, quanto pelo acúmulo desastroso de itens que já não combinam com sua vida, com seu corpo… roupas que não contam a SUA história.

O apego não é mal em si… mas pode ficar reservado ao que tem real importância, tudo o que não é material. E tudo é substituível. Principalmente o velho que pode dar lugar ao novo, mais atual e bem mais adequado.

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Mas, quais razões podem motivar o desapego?

1. A roupa não serve mais, que triste. Se ela não cabe, por estar grande ou pequena, vale tirar esse peso emocional da sua vista. Ficar guardando uma roupa que não é utilizada, por mero capricho ou sonho, é o mesmo que alimentar o monstrinho do desgaste psicológico. Dia após dia você se depara com aquela roupa e lembra que um dia você ficava super bem nela… mas, são águas passadas. Corra para a primeira loja que você gosta, compre algo que lhe sirva bem, e comece a analisar quais seus objetivos futuros: continuar com a silhueta atual ou planejar uma perda de peso, ganho de curvas, ou o que for lhe fazer feliz.

2. Livre-se do excesso fazendo uma boa ação e passe para alguém que vá usar com mais entusiamo aquelas roupas que você já não gosta mais. Aquelas gavetas lotadas, nas quais você não encontra nada do que precisa, podem se transformar em gavetas com poucas peças incríveis! Os cabides atolados de roupas, escondendo peças por baixo de peças, também podem ser esquecidos. Assim como as portas de guarda-roupa que quase não fecham, com peças que têm até mesmo etiqueta. Qual a necessidade de tudo isso? Nenhuma. Não é que precisamos de pouco; a questão é que precisamos do que é suficiente.

Simples, não? Mais que simples é possível! São dois pequenos detalhes que, de maneira mais que incrível, mudam e melhoram a vida de qualquer pessoa. Viver sem exageros é uma arte. E por meio dela  passamos a curtir mais o que realmente importa. Até a compra passa a ter mais valor, passa a ter um significado maior, mais divertido, que acrescenta mais. Se você faz novas aquisições todos os dias, ou toda semana, isso acaba se transformando em rotina e não mais em algo que lhe faz suspirar. Aquele brilho nos olhos pela roupa nova! Ou então as compras são tantas que ficamos sempre com o peso na consciência de não conseguir, nunca, usar tudo o que temos. E aí que a história vira uma bola de neve, porque logo depois você já vai estar sonhando com coisas mais atuais… e então são mais compras, e compras e compras, e gastos sem fim. E onde está o espaço para guardar tudo isso? Caixas? Um depósito? Chega.

Desafio de desapego

– Fique 21 dias sem comprar nada e perceba que sim, você consegue sobreviver

– Comece a anotar de quais peças você sentiu falta durante esse tempo

– Após as três semanas, faça uma limpeza geral no guarda-roupa. Livre-se de roupas velhas

– Separe tudo o que não usa, ou não usou nos últimos dois meses. Foque em roupas do dia-a-dia

– Dê atenção as peças que fazem parte de sua rotina. O que nelas se repete? Por que elas te encantam?

– Faça uma lista completa, porém coesa, de compras futuras. Pense em tudo o que precisa

– Estabeleça um orçamento mensal fixo de gastos com roupas/acessórios e fique firme nele.

– Seja forte

É uma escolha pessoal, pode até ser uma momento. E é quase um estilo de vida ser desapegado, ou nunca se apegar. Sem certos ou errados trata-se até mesmo de uma questão de espaço, possibilidades e prioridades.

Post revisado (publicado originalmente em 8 de agosto de 2011)

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04 abril 2016
Vídeo: Diário de um desapego – novos cabides, menos roupas

Por motivo de cabides novos, precisei reorganizar o guarda-roupa. O meu próprio. O que, pra mim, é profissão também é diversão. Curto e faço com gosto cada organização no armário, sempre acompanhada de um bom processo de desapego. Não há como mexer em cabides, trocar roupas de lugar, sem encontrar algumas (ou muitas) peças que estão esquecidas, ou encostadas. Algumas vezes a descoberta agrada, serve de lembrança sobre o que pode render bons looks. Outras vezes desperta a vontade de se ver livre, logo, do que está ali. Porque já não cabe, porque não bate com o momento atual ou, apenas, porque cansou.

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Amadurecer é doloroso. Mudar é doloroso. Mas nada é tão doloroso quanto ficar preso em algum lugar ao qual você não pertence.

Desapegar é abrir espaço físico e mental para o novo, para o que é útil. E não apenas para o novo, no sentido de mais aquisições. Mas, principalmente, ao que pode render ideias frescas.

Trocar os cabides de plástico, já tradicionais no meu guarda-roupa, pelos de veludo foi a cereja no bolo para um guarda-roupa limpo. E, enfim, bem alinhado. O desapego foi tanto que sobraram cabides. E restaram possibilidades para um novo momento. Mesmo que este seja acompanhado, provavelmente, por novas etapas do processo de “ficar livre”. Abrir mão.

A cada ano que passa percebo como menos pode ser, sim, mais – muito mais! E o prazer que há em repetir roupas é inigualável. Ter peças boas e interessantes, mais do que muitas peças que já não agradam, entrega uma sensação de vitória. O que motiva o desapego, que faz com que fique apenas o que é bom (ou muito bom) é pensar que outras pessoas poderão ser felizes com o que já não atrai. Visualizar alguém satisfeito com o que não me traz nenhum retorno é muito positivo. Pensa…

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O que poderíamos ser se parássemos de carregar o que restou do que eramos.

E, nossas roupas, como boas fontes de lembrança e memória, algumas vezes carregam uma energia negativa. Neste caso, o desapego é amplo… é, também, emocional. Faz com que uma fase da vida seja superada, entre páginas completamente viradas. 

Acho que vivo um constante processo de Consultoria de Estilo. Como se eu fosse, de alguma forma, alguém em fase de treinamento, colocando em prática o que prego para garantir que pode, sim, funcionar. Assim, como o que desejo que aconteça com minhas clientes, vou mudando (como acontece com a vida) e adaptando as mensagens com as quais me comunico com o mundo, por meio de tecidos e texturas que uso para cobrir e adornar a minha nudez. Com cada vez menos, numa busca por qualidade, focando mais no produto do que na marca em si, faço minhas escolhas. Até o próximo desapego com novas observações.

Amanda M.

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01 fevereiro 2016
Organização de guarda-roupa: sobe e desce

Organizar o guarda-roupa por estações facilita a vida, principalmente para quem vive em espaços pequenos e não muito bem distribuídos (com guarda-roupas nada funcionais). A ação requer certa dedicação, em alguns momentos pontuais do ano, mas gera resultados bem legais. Os motivos podem ser os mais variados – não interprete, por favor, estações apenas como estações do ano. A vida é feita de fases. Como aquelas caracterizadas por uma gestação, uma viagem longa, cirurgia plástica ou qualquer mudança na rotina que peça que certas roupas fiquem em segundo plano. Mas e aí, como lidar?

Closet grande como os de novela, filme ou série? Sabemos que a vida real é bem diferente…

O sobe e desde pode acontecer duas vezes ao ano (menos ou mais). Vai depender da sua rotina, das suas necessidades. A ideia é armazenar aquilo que não está em uso no momento e ter espaço para visualizar o que você tem, e usa. Isso, no entanto, não pode servir como desculpa para fazer mais compras… e lotar de novo o pequeno guarda-roupa… trapacear não vale…

Separar

Faça uma boa arrumação no guarda-roupa e aproveite o momento para selecionar o que fica e o que sai, temporariamente. Deixe as peças mais básicas, de uso recorrente, ao alcance e em destaque. Depois, separe sem dó tudo o que estiver em ótimo estado de conservação, mas que não vá entrar na rua rotina de uso no futuro próximo. Pense naqueles vestidos de festa chiquerrímos, sapatos com saltos finíssimos, casacos de frio, botas de cano longo, peças temáticas, ou seja, tudo aquilo que você só vai aproveitar em outra hora… talvez roupas de praia, ou, em casos específicos, as peças que ficaram momentaneamente pequenas (por uma gestação).

Tudo isso porque ter que encarar peças, por hora, inúteis, todos os dias, é algo muito cansativo e que dificulta o ato do vestir quando não há espaço suficiente para trabalhar com o que se tem. E o momento se faz, claro, superoportuno para um bom desapego. O que não cabe, não combina, não serve ou não vai ser útil (nem hoje, nem no futuro) pode ser doado ou vendido – como for melhor.

Como guardar

As roupas separadas podem ir para o maleiro, por exemplo. Em caixas, claro. Caixas de papelão não são uma boa ideia. Mesmo em locais fechados, bem cuidados, umidade e outros fatores geram um ambiente propício para mofo ou mal cheiro. No caso de tecidos finos e delicados, principalmente, todo cuidado é pouco! Importante manter as roupas em caixas plásticas ou mesmo dentro de sacos limpos. Claro que é um gasto extra, mas o retorno é bom. Essas caixas podem ser encontradas em lojas de produtos para casa ou material de construção.

E aí?!

O momento de voltar com as peças para o guarda-roupa pede remanejamento de lugares e reorganização o geral. Ou então é possível etiquetar as caixas e só abrir, pegar o que quer (aquele vestido longo, ou o casaco pesado para uma viagem específica) e vida que segue. Antes de suar, para roupas de festa vale uma boa lavagem na lavanderia e, no caso de casacos, um mínimo de cuidado para tirar o pó ou mal cheiro.

O guarda-roupa não precisa estar sempre 100% disponível, oferecendo tudo o que ele possui. Tudo isso por um dia-a-dia mais fácil, com poucas e boas roupas.

Post publicado, originalmente, em 29 de maio de 2011

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