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09 maio 2012
Hora das botas

Para o inverno, looks com botas e pés quentinhos

Temperaturas em queda, botas para fora do guarda-roupa. Todo ano é a mesma história e, de forma geral, as botas de ontem podem ser as botas de hoje e amanha. O importante é conhecer seu armário e saber qual tipo de calçado irá combinar com sua rotina e com suas necessidades, entre as tantas opções hoje disponíveis no mercado.

Elas podem ser curtas, longas, afofadas ou lisas. Podem ter salto, ou não; fivelas, apliques ou estampas também aparecem como opção. Seja como for, cada elemento faz parte do resultado que a bota irá gerar na sua silhueta e no seu look. Mais do que isso, é fácil saber, ao namorar imagens e referências mil que brotam pela internet e pelas revistas, que o uso limitado da bota para fora da calça afunilada já ficou para trás. Há um amplo universo visual pronto para ser explorado.

Como sempre foi dito, as botas, curtas ou longas, são perfeitas para serem usadas com comprimentos encurtados, quando a meia calça, ou mesmo uma calça super justinha, entra como forma de aquecer o corpo. A jogada é ótima para imprimir feminilidade/sensualidade no look e, algumas vezes, equilibrar proporções. Com a ideia disfarçamos culote e, além disso, alongamos as pernocas.

Mas se o desejo é apostar nas calças, vale brincar com as botas de cano curto e usar a calça por fora. Outra opção é mergulhar no universo das bermudas, que oferece também uma junção interessante. Mas, para quem ainda acha que o mix calça afunilada e bota é o que importa, todo cuidado é pouco para que a calça não fique com aquelas estranhas dobras perto da barra da bota. Para tal, pernas finas e longas, e uma calça super colada, é a solução. Se este não é o caso, vale brincar com casacos longos, que cobrem o quadril, ou mesmo cardigans e blusas que geram esse efeito de esconder ou disfarçar essa linha mais larguinha do quadril.

No mais, já passou da hora de sair um pouco dos modelos batidos de bota, como as de montaria – que são sim úteis. Acontece que por vezes um coturno ou algo do tipo é o que você precisa, ou pode ser um abotinado curtinho, com salto. Qual o uso esperado para a bota? Dia-a-dia? Vida noturna?! Uma viagem?! Vale levar esse ponto em consideração.

06 maio 2012
O retorno das marcas

Com fivelas que remetem a grifes renomadas, os cintos da temporada são, antes de qualquer coisa, símbolo de status

O cinto é um acessório super importante na construção de looks elegantes e arrumadinhos. Por muitas vezes sua utilidade é meramente visual, agregando um toque de requinte a produções básicas do dia-a-dia. Usados por vezes para marcar a cintura, ou realçar o quadril, estes podem ser lisos, simples, ou caracterizados por textura ou fivela chamativa. Atualmente, a moda é usar este acessório como elemento de status.

Decorados com marcas ou símbolos que fazem referência a grifes renomadas e badaladas, os cintos mais usados e vistos nos blogs de street style (e nas tais it girls) carregaram em suas fivelas elementos que deixam bem claro a origem daquela peça. Combinados a bolsas igualmente grifadas, são o novo uniforme para quem quer deixar sua mensagem de “sucesso”.

Mas a verdade é que longe das grandes fivelas escrevendo “Moschino”, com o duplo GG em forma de coração, Gucci; ou o inconfundível H, Hermès, vale pensar que as fivelas chamativas podem funcionar com outros símbolos ou detalhes quaisquer, longe da referência à grandes grifes. A peça atrai a atenção para a região do quadril, ou cintura, e pode muito bem servir como forma de equilibrar proporções, no caso de uma silhueta triângulo invertido, ou mesmo de criar curvas sinuosas para uma silhueta retangular. É um tipo de inspiração que não precisa carregar todo o peso da marca, dos cifrões necessários para tal, mas que pode ser incorporada com itens muito menos atemporais, como os cintos de fivela interessante, e assim repletos de personalidade. Já pensou?! Agora, quem gostou da ideia original, da tendência em si, e quer apostar (e investir) deve se jogar sabendo que em algum tempo o elemento perderá sua aura de novidade indispensável. Vale tal preço?! Façam suas contas, e suas escolhas.

27 setembro 2011
E o crochê apareceu de vez

Quando a tendência invade as ruas é hora de repensar formas de aplicação, dando um toque pessoal à referência.

Há quem considere o crochê uma tendência difícil de usar. Porém, essa afirmativa não convence. O trabalho artesanal, ou de toque artesanal, pode ser extremamente eficiente para aplicar feminilidade em looks pesados ou mesmo trazer um pouco de diferenciação à texturas já usadas de diversas formas, como o jeans ou o couro.

 Na imagem acima, looks da marca mineira Clair que faz um trabalho incrível de crochê. Chique e requintado, com o melhor do artesanal.

O que gera o caimento do crochê é o peso de seus pontos e o tamanho das aberturas. Quanto maior os espaços, e mais grossa a linha, mais peso visual é agregado. No caso de linhas finas, amarradas em construções delicadas, o resultado é igualmente suave garantindo lugar para sobreposições ou misturas inusitadas como as que estão sendo vistas nas ruas e nos blogs de street style. Já falamos aqui sobre ele, já conversamos sobre essas características, mas parece que só agora, com ares de primavera e verão, o trabalho começa a invandir de vez as passarelas urbanas.

Jogar com peças moderninhas super funciona, sejam camisas jeans, coletes de brim ou blusinhas de seda. O que importa, as vezes, é quebrar um pouco da referências caseira que a peça feita manualmente (ou que possui esse espírito) carrega. Os comprimentos curtos, por exemplo, são mais simples para oferecer um caimento leve.

Nos pés, as sapatilhas e os sapatos delicados ressaltam o toque romântico da produção enquanto botas e saltos plataforma quebram a referência e enviam outro tipo de mensagem. Nesse mesmo sentido os cardigans garantem ainda mais feminilidade enquanto as jaquetas de couro jogam mais drama e modernidade. O jeans, por sua vez, reforça o que hippie e as peças de alfaiataria contrastam com perfeição.

Por fim, vale a ideia de trabalhar com o crochê como ponto central, assumindo o toque despojado e livre que a peça oferece. Acinturar com uma faixa, ou cinto, ajuda a reforçar a elegância enquanto o toque soltinho assume o tom despojado da produção. Sem grandes detalhes, ou esforço, apostar na tendência (seja ela qual for) com suas ideias e com os elementos do seu guarda-roupa.

18 agosto 2011
Bem além do afunilado

O jeans afunilado passa a dividir espaço com outro modelo. Abram as portas do guarda-roupa para o já consagrado flare jeans.

Nós nos acostumamos a usar o jeans afunilado, skinny, justinho da coxa à barra. Assimilamos a ideia de que só, e apenas, esse modelo era capaz de valorizar a silhueta feminina – sendo que o corte do mesmo nem sempre ou quase nunca é tão amigável assim. Ficaram esquecidos, ou em segundo plano, outros modelos um pouco mais clássicos, ou com cheirinho de boca larga. Pois história mudou e o flare jeans, ou mesmo o bootcut, se estabelece como tendência, se consagrando como paixão indispensável ao dia-a-dia.

Eles são ótima opção para a silhueta tipicamente brasileira, das curvas marcantes, coxas grossas e bumbum avantajado. A boca um pouco mais larga, ajustada no joelho, ressalta o equilibrio das proporções e possibilita o uso de uma ampla gama de opções na porção superior. Entre as camisas utilizadas para dentro, com perfume formal e elegente, a possibilidade dos comprimentos sutilmente alongados – cuidando, apenas, para não cobrir quadril por inteiro e, assim, gerar um certo desconforto visual.

Nos pés, o uso dos saltos ou sapatos baixos – que carecem de um pouco mais de estatura para o bom funcionamento do conjunto. Cintos complementam o charme do look, mas entram apenas como elemento decorativo já que as modelagens tendem a ter uma cintura um pouco mais alta e, por sua vez, confortável. Por fim, o resultado é de pura confiança, fruto do conforto de uma calça que abraça as curvas e garante bem estar.

11 julho 2011
Mais ideias para a saia longa

Elas foram hit durante o inverno e vão continuar com força total durante o verão. As saias longas são femininas e confortáveis. Desnecessário solicitar mais motivos para usar essa peça que pode fazer maravilhas pelo seu guarda-roupa.

Pensou em conforto, com apelo fashion, pensou em saia. Seja no comprimento que for, a peça gera sensação de bem estar e auxilia a criar uma longa linha magra e fina na silhueta. É claro que as mais encurtadas são mais perigosas, e pedem um corpo um pouco mais fino ou em forma. Porém, o modelo longo entra como alternativa incrível para quem quer aliar feminilidade à praticidade.

Entre as ideias de uso estão opções que caminham entre a sobreposição, a junção combinada e o caminho despojado. Claro que, sempre, tendo em mente o que conversa melhor com o modelo da saia. É super interessante a ideia de combinar a saia longa à camisa ou blusa para dentro, com resultado blusado que auxilia a disfarçar barriguinha ou esconder qualquer coisa extra na região.

Se a saia possui um pouco mais de volume é interessante seguir essa lógica na outra peça, para não gerar um constraste muito estranho. Já a saia um pouco mais seca, justa, possibilita as duas variações – porém o duplo ajustado alonga muito a silhueta e pode ser uma boa alternativa para as magrinhas. Perfeita é a composição com colete ou outra peça acinturada na porção superior. Muito interessante.

Detalhe que merece atenção na construção do look com saia longa é o comprimento da mesma, que deve estar quase rente ao chão. A saia um pouco mais curta, que não cobre os pés, corta a silhueta e gera um forte estranhamento visual. Nos pés, tudo pode ser utilizado – desde tênis bonitinhos (estilo all star e/ou osklen), botinhas de cano curto, abotinados, saltos, rasteirinhas ou o que for legal para o conjunto que você planeja construir. Por mais que não apareça a todo momento o calçado tem papel super importante no acabamento desse tipo de visual.

E as estampas, ou recortes, entram como forma de agregar personalidade à peça. Lembrando apenas que estampas de grande escala tentem a aumentar a região (e alongar menos), enquanto as estampas menores e de pouco contraste auxiliam a minimizar áreas ou mesmo esticar mais determinada porção do corpo. Se joga no equilíbio e aproveita essa peça que é, literalmente, tudo de bom – como pode ser verificado nas imagens que comprovam a versatilidade da velha, e boa, saia longa.