Conversinha Fashion » Arezzo
22 agosto 2010
Clog, o tamanco que você já conhece

Conversinha também é cultural. Um clog nada mais é que um tamanco, aquele que surgiu como calçado para trabalhadores de fábricas, minas e fazendas… já foi calçado de porteiro, teve toques grosseiros, ortopédicos, sedutores e hoje volta com sua conotação pesada mas num estilo um tanto quanto mais trabalhado e sedutor.

Os modelos geram resultados bem distintos na silhueta sendo que uma abertura frontal muda bastante o efeito geral da peça, principalmente se há grande contraste entre pele, roupa e calçado.

Além disso quanto mais fechada a peça, quanto mais cobrir os pés, mais pesado o clog/tamanco vai ficando; nisso uma discreta abertura lateral, mesmo que bem pequena, gera grande diferença. Cores leves, detalhes, aplicações, fivelas e cadarços deixam o calcado menos grosseiro, no sentido de enfeitar uma superfície muita chapada que merece uma atenção.

E, aqui, alguns exemplos de looks com clog que incluem desde um jeans mais afunilado ao corte bootcut, passando pela saia com meia calça a mini com pernas de fora. Observe a diferença entre o clog preto e o clarinho… e por ai vai. O importante é buscar algo que lhe agrade visualmente e que favoreça sua silhueta.

Acho bem interessante o uso do tamanco com meia calça, principalmente se a cor for única… fica um pesadão sem quebra, forte mas não desproporcional; gosto ainda do uso com jeans bootcut, que favorece praticamente todos os biotipos; e com comprimento mini, seja saia ou vestido, deixa bastante perna para equilibrar o peso do tamanco.

Enfim, uma tendência difícil mas possível de ser adaptada ao guarda-roupa. Não é preciso aquisição de novas peças ou complementos para compor bons looks com o calçado, basta seguir a mesma linha de harmonia utilizada com as ankle boots do inverno. Já viu que os sapatos são relativamente parecidos na questão de efeito?! Por ai uma base para brincar por todo o verão.

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06 junho 2010
Bota aqui, Bota ali…

Em temporada de botas, e são muitas as variações da mesma, dúvidas surgem quanto a diferença existente entre os muitos modelos. Ankle boot, bota de cano curto, bota montaria… enfim. Cada uma gera efeito bem distinto na silhueta, mas conhecer cada opção auxilia na compra.

As mais clássicas e atemporais são as botas de cano longo e mediano, neutras e sem interferências; as ankle boots, botas de tornozelo, se repetem já a algumas estações e nas linhas mais clássicas e limpas prometem ser duradouras no guarda-roupa; coturnos são quase que atemporais para muitas pessoas, para outras um mero modismo – assim como acontece com os modelos de linhas cowboy ou country. Uma novidade, de certa forma, é a sandal boot (bota sandália) que por ser aberta/vazada em diversos pontos pesa pouco na silhueta e pode muito bem acompanhar composições de temperatura um pouco mais quente.

Importante pensar qual modelo lhe atrai e lhe será mais útil em seu dia-a-dia, favorecendo um grande leque de possibilidades e variações. Fazer funcionar na silhueta é o segunda passo, algo possível com as roupas adequadas que devem conversar bem com o calçado e com as linhas de seu corpo.

Vale lembrar que cada lugar, cada veículo ou marca denomina o calçado da forma que quiser… com isso existem variações para um mesmo modelo, saindo muitas do nome em inglês que ganha uma apropriação mais regional.

Os modelos apresentados são da Arezzo.

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