Conversinha Fashion » Só pra Constar
08 abril 2016
Descomplique: Consultoria de Estilo a Distância

Vestir não precisa ser tão complicado. Nem pra mim, nem pra você… nem para ninguém!

Em quase 10 anos de trabalho com a Consultoria de Estilo muito mudou. E, agora, principalmente, estamos cada vez mais conectados e mais seguros quanto a validade dos serviços virtuais. A comunicação online, mais do que nunca, quebra barreiras. Por isso me sinto plenamente confiante para trabalhar com outros formatos de serviços, que vão além do presencial – seguindo firme com a Consultoria de Estilo a Distância (ou online, ou virtual) que já ofereço há tanto tempo…

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Após reformular o material, cheguei no que considero o melhor Guia de Estilo que já ofereci. A mudança veio do retorno que recebo das clientes, E, agora, percebo que cheguei em um formato que me agrada totalmente e que é simples e didático, como deve ser.

O material da Consultoria de Estilo à Distância é diferente daquele entregue no serviço presencial. Ele é mais completo e explicativo. Mesmo porque são abordagens distintas, apesar de terem como ponto de partida e chegada algo semelhante: confiança para vestir e facilidade para comprar. Se você quer conhecer, me escreva. =)

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O serviço é oferecido R$ 770. Como retorno, a (ou o) cliente recebe além de um Guia de Estilo (super completão – individual e todo explicadinho) alguns materiais extra, que variam de caso para caso. De toda forma, claro, são muitas as imagens e os complementos – indicações de leituras, vídeos, e muito mais que possa ser útil no processo de reavaliação da imagem. O trabalho conta, também, com encontros virtuais, além da resposta de questionário e envio de fotos para a concretização das análises.

E tudo é feito por mim, Amanda. Sem que estagiários, ou terceiros, coloquem as mãos em questionários ou fotos – prezo muito pela privacidade de cada um, assim como gosto da minha.

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Se você, por acaso, já solicitou o orçamento e recebeu retorno com um preço diferente deste aqui, tudo bem. Você ainda pode contratar o serviço com o valor antigo. Ou seja, uma boa oportunidade.

Estaremos cada vez mais junas, seja em texto, vídeos ou conversas online. Tudo faz parte de um processo de autoconhecimento e evolução!

E eu, como Consultora de Estilo, e como pessoa que também tem a sua relação com as roupas repleta de dúvidas e inseguranças (com as quais adoro lidar), acredito muito que descomplicar o ato diário do vestir é sinônimo de qualidade de vida. Sinto, no meu dia a dia, e no retorno que recebo das minhas clientes, como pode ser positiva a revião do relacionamento com o guarda-roupa. Roupas, aliás, são complementos. São o meio, mas não o começo ou o fim. E espero que cada vez mais mulheres (e homens, também) sintam-se assim. Confiantes.

Quer conhecer? Me escreva no amanda@amandamedeiros.com.

Quer assistir meus vídeos com dicas de moda, estilo e identidade? Clique aqui!

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10 março 2016
Só pra constar

Para muitos, já não há mais diversão sem flashes, felicidade sem postagem de fotos e conquistas sem declarações registradas em redes sociais. Na era do espectáculo, comunicar sentimentos e divulgar elementos que remetem à superioridade parece algo quase que obrigatório. A compra, a viagem, o jantar, o ingresso, a roupa ou o drink. Um foto, um comentário, a contabilização de curtidas e de popularidade.

Observados por muitos, queridos por poucos, somos escravos de um tempo de carências. São muitos os que ambicionam elogios ou até mesmo a atenção da crítica. A afirmação da suposta felicidade parece mais importante do que a felicidade em si. Ou a conquista só é saborosa se for passível de comparações. Talvez será preciso um pouco mais de tempo, e maturidade, para aprender a lidar com as características multifacetárias da vida virtual, ou mesmo descobrir a melhor maneira de jogar com as possibilidades de um momento no qual podemos expor nossas vidas de maneira instantânea e, naturalmente, sofremos com a mesma velocidade de tal ato ao perceber que toda euforia é passageira. Após o auge da foto, do post, sobra apenas a realidade que nem sempre é tão mágica. Esta, aliás, quando é perfeita, ou intensa, supera a necessidade de divulgação, pois por si só já é plena.

 

Texto publicado, originalmente, em 2 de dezembro de 2012.

05 julho 2013
Para repensar a imagem

Limitar o ato do vestir, repetindo regras pré-fabricadas, é esquecer que o que mais importa é ser feliz e se sentir bem

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O que mais vemos nos sites e nas revistas de moda são orientações para uma silhueta perfeita, com modelos que desfilam traços magros e corpo alongado. Afinal, o sonho ou o desejo de muitas por uma silhueta padrão é alimentado pela mídia. Não?! No entanto, tal sensação de bem estar, que parece estar tão ligada ao corpo que carregamos (e gera autoestima elevada) vai muito além da forma física – e vem de outras coisas… tipo, do simples “se sentir bem” com as roupas. Disso ninguém pode esquecer. No entanto (e ainda bem!) o mundo é feito de pessoas diferentes – com vontades e desejos próprios, com particularidades únicas. Com isso, não é estranho ou raro encontrar quem queria ressaltar o quadril já chamativo, destacar os seios já voluptuosos ou marcar coxas grossas; ou mesmo quem se aceite com o corpo que tem, longe dos esteriótipos do cinema e das passarelas. Tais desejos vão muito além do que está registrado em quase todo e qualquer previsível bê-á-bá de estilo pessoal. E isso é demais!

A moda é incrível. É o retrato de um tempo, a tradução da estética de uma época e um registro visual das preferências de uma sociedade. Mas, o que mais importa, é o que faz cada um feliz. E daí se o look ficou exagerado, se a combinação foi além do esperado e se as peças não traduzem tendências?! E qual o problema de vestir-se com muitas cores, de apostar no preto total ou de usar tons contrastantes. Quem disse que temos e devemos que ter o que é considerado “legal” hoje?! O que há de belo é o sorriso no rosto e a incrível sensação de bem estar que vem de dentro para fora e faz qualquer look ficar maravilhoso! É o brilho nos olhos, a confiança refletida no jeito de caminhar e a energia ao se movimentar. Nada mal.

É claro que também nos serviços de Consultoria de Estilo/Imagem é natural apostar em orientações que limitam para ensinar quanto ao que funciona ou não funciona – ao menos a princípio. Porque, de forma geral, é um caminho para pensar formas de alcançar a autoestima elevada, por abrir um sorriso ao ver sua imagem no espelho. E isso vem de conversas, da busca por saber o que incomoda para ser solucionado. Se não é um problema, não há porque propor soluções. Mas, tal caminho de limitações nada mais é, ou deve ser, que uma etapa, uma fase, para quem está perdido e não consegue se enxergar como uma tela em branco em meio a um mundo de variações! É necessário, claro, limitar, listar o que funciona, para preparar a mente para outros desafios, entre combinações e coordenações antes inimagináveis. E funciona. Mas não precisa ser uma regra permanente na vida de nenhuma pessoa. Isso pode, aquilo não pode, isso é bonito, aquilo é feio… quem disse?!

Ao compreender a silhueta, entender como manipular uma cartela de cores, explorar formas de brincar com os acessórios, nasce um novo jeito de encarar o guarda-roupa. É como uma criança que aprende a ler e, naturalmente, também quer escrever; é como alguém que descobre algo novo e quer ir além. Por isso a experimentação é tão importante! O tal ato de juntar peças apenas para sentir o resultado, ou testar um mix novo, diferente, por pura curiosidade. Com isso, e por isso, fica a sensação livre e pura de que cada um deve saber como lidar com o seu visual. Não há que se preocupar, essencialmente, com opiniões alheias. Se sente bem? Está feliz? Ótimo! Permanentemente insegura quanto ao visual, gastando horas para escolher peças?! Mude já. Nunca é tarde para repensar a imagem e sempre é hora de escolher ser feliz.

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30 setembro 2012
Quer um sinal?

Pare de esperar sinais e faça acontecer

A vida nos apressa, chama, incita, nos lembra da necessidade de que algo seja feito, de que tudo mude ou continue como está. Decidir não mudar já é uma decisão. São estalos de realidade, sopros na memória ou instantes de lucidez que gritam a necessidade de que as coisas se transformem, se reestruturem, saiam de um lugar para outro. É a mente pedindo para respirar um ar puro e fresco fora da zona de conforto, é o corpo implorando por algo melhor, por algo mais digno ou mais cheio de vida. E se ficamos sempre parados esperando por um sinal da vida, estamos deixando o tempo passar – este que corre cada vez mais rápido, com uma velocidade assustadora, como o sangue que corre em nossas veias. Se estivermos dispostos, alertas, atentos e vivos, estaremos sempre criando ou encontrando nossos próprios sinais, como chances para fazer o que deve ser feito. Trata-se de uma forma de descobrir coisas maravilhosas entre as artimanhas do acaso. É o tal fazer acontecer. Se você estava esperando um sinal, talvez o sinal seja este, talvez ele esteja bem na sua frente. Um novo dia é sempre uma nova chance, uma oportunidade para fazer tudo certo, ou errar com a segurança de quem arriscou. Basta fazer alguma coisa, nem que esta coisa seja não fazer nada, mas com consciência, tendo na mente a certeza de que até mesmo a espera foi fruto de uma decisão.

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16 setembro 2012
Só pra constar…

Nem sempre ser parte da regra é o mais legal – não mesmo. As vezes sair fora da tendência, jogar com o que não é modismo, é o que mais acrescenta e é o que gera autoestima elevada.

Nem sempre o óbvio é o que fica melhor. Pode ser que a ousadia carregue aquele diferencial que deixa tudo muito mais intenso, que chama mais atenção que o mix seguro, que aquilo que já foi previamente aprovado. Não vale apenas na moda, mas também na decoração, na arte, na vida como um todo. Um ponto fora do lugar, algo que incomoda, também instiga.

Daí que agradar a todos ao mesmo tempo pode não ser o resultado final, mas isso, aliás, nem mesmo importa – quem vive pensando nisso, vive para os outros. Mais importante é fazer como mandou a vontade, como indica o tal sexto sentido que sopra boas possibilidades.

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