Conversinha Fashion » Numa Frase
26 setembro 2016
A moda, por Bill Cunningham #NumaFrase

Em documentário sobre a vida do fotógrafo de moda e street style Bill Cunningham (Bill Cunningham New York), o mesmo falou sobre a importância da moda e seu aspecto que vai além de cobrir a nudez. “A moda é a armadura para sobreviver a realidade da vida cotidiana. Eu não acho que você poderia acabar com isso . Seria como acabar com a civilização”, destaca.

BillFrase

Não é fácil pensar a moda isolada de seu caráter emocional, de seu significado como alimento para a autoestima e confiança. São tecidos e aviamentos que combinados representam as características de um tempo e da personalidade de quem veste.

“Fashion is the armour to survive the reality of everyday life. I don’t think you could do away with it. It would be like doing away with civilization”

Bill Cunningham faleceu em julho deste ano. Deixou, além de sua biografia, retratos emocionais da evolução da moda nas últimas décadas. Emoção por meio de imagens que abrem espaço para reflexões. Mas, não só isso. É questão de olhar. Foi Cunningham que fotografou Iris Apfel antes de qualquer outro. Ele entendeu o universo das roupas, por isso garantiu seu lugar. Cravou que “a moda é vital e interessante como nunca (…) E a moda está fazendo o seu trabalho. Ela refletindo exatamente o nosso tempo atual”.

“Fashion is as vital and as interesting today as ever. I know what people with a more formal attitude mean when they say they’re horrified by what they see on the street. But fashion is doing its job. It’s mirroring exactly our times.”

Quem quiser saber mais sobre o fotógrafo pode assistir o documentário ‘Bill Cunningham New York’.

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05 setembro 2016
A moda é fácil? #NumaFrase

Não que a moda seja difícil, e segui-lá cegamente não é. Mas, entender a moda, como ela funciona, suas minúcias e peculiaridades, faz com que conquistar confiança por meio da aparência – e ter um ótimo visual – não seja tão simples assim. Não digo que a questão é virar um especialista em tendências, modismos… muito pelo contrário! Imagem, e moda, vai muito além do ‘tem que ter’. É preciso compreender o todo do ato diário do vestir: as variações de cada corte e modelagem, aplicados na sua silhueta… As pegadinhas presentes nas tendências e, claro, a complexidade de equilibrar a vontade com a realidade. Ou seja, enxergar além do que é imposto.

TimGunnFrase

Vestir bem e ter confiança por meio do visual não é algo impossível, mas carrega suas dificuldades. Por isso nem todos conseguem dominar seu guarda-roupa e adquirir confiança e autoestima elevada – aquela que parte de pedaços de tecidos recortados e costurados de maneiras diversas. Por isso, não se sinta mal ao se perceber perdido em frente ao seu guarda-roupa. É natural. Assim como qualquer outro universo, a moda requer leve análise, trabalho e alguma dedicação. Como lembra o consultor de moda Tim Gunn, se a moda fosse fácil, todos teriam ótimas aparências.

“But if fashion were easy, wouldn’t everybody look great?” Tim Gunn

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21 novembro 2011
Inspire amor, expire ódio

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03 outubro 2011
Para refletir…

Para ir da oportunidade ao êxito é preciso enfrentar os medos de mudança, romper com o mesmo e ter a capacidade de se antecipar.

“A coragem é o enfrentamento do medo. Corajoso é aquele que enfrenta o medo e não admite que este sentimento se transforme em pânico ou em inação, em imobilidade. Mudar é complicado, sem dúvida, mas acomodar é perecer.”

Vale levar essa frase, ou esse paragrafo, para toda a vida. Em todos os momentos de tristeza ou insatisfação com o rumo da vida vale parar e procurar formas de transformar a situação, que pede por uma atitude. Levante, pense, faça algo por você! Acomodar, como já conversamos aqui antes, é aceitar a derrota. Mudar, seja de emprego, namorado ou casa, pede coragem… e é essa coragem que leva o sucesso e a felicidade.

 

Qual é a tua obra? Mario Sergio Cortella

12 dezembro 2010
Só pra constar

Tentar entender o amor é desnecessário, mas explica muita coisa quando o sentimento toca não só na relação pessoal (pessoa + pessoa) e sim na interação com tudo o que está ao nosso redor.

“… A maioria de nossos sentimentos de prazer e de dor, de veneração e de desprezo , de temor e de interesse, nascem e vivem numa distância bastante grande do ponto em que se unem as correntes da vida subjetiva ou, antes, do centro onde elas brotam. Mesmo quando ‘amamos’ um objeto inanimado em vez de qualificá-lo de útil, agradável ou belo, pensamos nessa sensação central, de intensidade variabilíssima, é claro, que ele deflagra em nós, enquanto essas avaliações correspondem a reações mais periféricas. O amor é sempre uma dinâmica que se gera, por assim dizer, a partir de uma auto-suficiência interna, sem dúvida trazida, por seu objeto exterior, de estado latente ao estado atual, mas que não pode ser, propriamente falando, provocada por ele (…) É esta a razão mais profunda que torna o procedimento de exigi-lo, a qualquer título legítimo que seja, totalmente desprovido de sentido.

Retirado do livro ‘Filosofia do Amor’ de Georg Simmel. <3

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