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11 junho 2014
7 conselhos para quem ainda não encontrou um amor

 

Não existem regras sobre o amar ou normas para quem quer amar. No entanto, algumas palavras podem, em alguma momento, indicar um caminho a ser seguido para os que sentem que não há mais esperança e nem motivos para tentar.

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1. Nunca é tarde, assim como nunca é cedo demais. Como dizem por aí, o amor é uma dessas coisas arrebatadoras, que chega quando você menos espera. E surpreende. Como uma chuva de verão. Você nunca sabe quando vai acontecer, mas precisa estar preparado. Precisa estar disponível, não no status de uma rede social, mas de alma. Estar disposto a encarar as dificuldades e os medos que o sentimento impõem é o que diferencia os que conseguem dos que se escondem no medo do compromisso. Abolir-se de preconceitos e, principalmente, do medo de tentar faz a diferença.

2. Se livrar do passado é essencial. Para viver um novo amor, não há como estar acorrentado a sentimentos de ontem, a vontades latentes que surgem novamente a cada esquina. Não há como substituir um pelo outro. A troca, se assim for chamada, acontece de maneira natural. Caso não, gera efeito desastroso. Deixar para trás algo sabendo que queria ter tentado mais – ou o que não estava pronta para superar – não é lá muito agradável. Mas, como saber?! Não há. Só é preciso virar as páginas. Sempre.

3. Aprender que as diferenças podem ser maravilhosas. Duas peças podem se complementar, como em um quebra cabeça que precisa de partes diferentes para formar algo maior e grandioso… incrível! Quando vivemos tão próximos de alguém e aceitamos nos abrir, devemos, da mesma forma, aceitar os erros alheios. Daí a importância de respeitar, para ser respeitado. A questão é saber até que ponto as falhas te incomodam e podem ser levadas como um resfriado que não atrapalha a rotina.

4. Curtir a felicidade de maneiras diferentes. Além das luzes piscando e do som alto há um mundo de verdades e sentimentos que não se apagam quando a noite termina. Da mesma forma, a felicidade pode estar em coisas muito mais simples do que você imagina, só não experimentou ainda. Nada de preconceitos. Antes de achar convites desinteressantes, vale tentar. Talvez seja isso o que vai lhe despertar borboletas no estômago.

5. Isso também passa. Aquela sensação de que todos são iguais e todo e qualquer um é, nada mais, que só mais um… é puro preconceito. Mais ora, menos ora, se mostra falsa. Existe em cada reta uma curva inesperada e é ela que devemos buscar se queremos mudar o rumo da situação. Ela é a saída para outro mundo. Mas, se continuamos insistindo nos mesmos tipos, no mesmo padrão, vamos continuar indo para o mesmo caminho tortuoso.

6. O que querem para você nem sempre é o que você quer. Lhe contaram que você deveria sonhar com um príncipe encantado, aquele que vai cuidar de você e vai lhe manter segura. Mas, nem toda mulher precisa disso. Ainda bem. Algumas querem coisas totalmente diferentes e isso é o mais legal do amor! Aliás, para a mulher, o amor até mesmo ganhou novos significados. Querer e sonhar com tipos distintos, que buscam, da mesma forma, estilos e personalidades que não saem de uma forma quadradona, é o que faz duas pessoas se completarem.

7. Nada é eterno e nem permanente. O que funciona hoje, pode não funcionar amanha. Devemos estar cientes da possibilidade da mudança, pois sentimentos não são imprevisíveis. Quando vivemos uma troca não é imaginável adivinhar o que está passando na mente e na vida do outro. Perder o seu tempo tentado controlar as decisões e vontades alheias e tão inútil quanto querer forçar o amor. Mais simples é curtir o momento e se sentir abençoado caso, um dia, você tenha tido a sorte de saber o que, de verdade, tal sentimento.

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27 maio 2014
5 razões para não comprar…

Compras são tentadoras. O processo de levar para casa algo novo desperta sensações incríveis e libertadoras. Mas, nem sempre a aquisição em questão é realmente necessária ou que de fato cabe no orçamento. Por essa razão, a decisão da compra deve ser muito bem avaliada. Afinal, existem muitas razões para não comprar aquilo que você jura precisar.

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1. Não há mal algum em repetir roupas. Aquela sensação de que você será julgada por usar em uma festa ou evento a mesma festa peça que usou há algum tempo é pura bobagem. Lembre-se de que boas aquisições foram feitas para serem utilizadas várias vezes e de que bons acessórios (aqueles que você já tem, claro) podem dar outro sentido a produção. No mais, deixe de se importar com bobagens e gaste seu tempo com coisas mais sérias.

2. A fatura do cartão de crédito vai chegar. Antes do que você imagina, no momento mais inapropriado, chega a fatura do cartão de crédito e não é nada legal ver que os gastos foram descontrolados. Essa sensação de arrependimento com a compra praticamente estraga a mágica de uma boa aquisição. Então, faça compras respeitando o seu orçamento.

3. Economizar também é legal. Lembre-se de planos maiores e de que o “não” de hoje é a alegria de amanhã. Controlar o consumismo tende a ser a receita mágica (ou nem tanto assim) para dominar as tais compras pequenas e gastos picados que são os grandes vilões para quem quer guardar uma grana e investir em algo um pouco – ou muito – mais caro. Com isso, tenha metas. E veja, com gosto, a conta engordar.

4. A tendência de hoje é o cafona de amanhã. As modinhas são um bom exemplo de peças que rapidamente deixam de ser bacanas – assim como toda e qualquer tendência. Com isso, não se sinta mal por não acompanhar as listas de “tem que ter” para cada estação. Para uma pessoa real é impossível ter todos os modismos de cada temporada. Deixe de lado a loucura do “todo mundo usa” e viva feliz com as suas peças prediletas – com os seus clássicos incríveis.

5. Não dá pra ter tudo. Como Zygmunt Bauman bem diz: “O mundo está cheio de possibilidades, é como uma mesa de bufê com tantos pratos deliciosos que nem o mais dedicado comensal poderia provar de todos”.

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10 abril 2014
5 motivos para não ser blogueira de moda

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Dezenas de centenas de blogs de moda e comportamento estão na internet. Quer criar um para chamar de seu?! Lembre-se de que é importante gostar de escrever, enfrentar a onda consumista, entender algo sobre o assunto (mais do que gostar de roupas e compras) e manter os pés no chão. De toda forma, nem toda menina precisa, deve ou tem que ser blogueira. Muito pelo contrário.

1. Fuja da onda consumista. O mundinho dos blogs de moda, lançamentos, eventos e mimos alimenta o desejo de compra e fomenta uma pequena (para não dizer gigante) obsessão por compras. Não é raro escutar relatos de gente que conta que gastou mais do que podia/devia ao se aventurar pelos “looks do dia”. Aparentemente, a vontade de se mostrar muito se confunde com o desejo de afirmação que cai justamente na mania de ter para (tentar) ser.

2. Uma profissão para poucos. Nem todo mundo precisa, deve ou tem que ser blogueira de moda simplesmente porque gosta de roupas, de itens de beleza ou mesmo de marcas e compras. Além disso, ser uma leitora não é algo que lhe obrigada a ter um blog para chamar de seu. Está tudo bem em ser o expectador e acompanhar e curtir as conquistas de seus ídolos (dá pra chamar assim?!). Admirar o trabalho de algumas meninas muitas vezes já é mais do que o suficiente. Aceite. Existem tantas profissões legais por aí…

3. É preciso gostar e entender do riscado. Não queira falar de um assunto do qual você não domina. Embasamento sempre é essencial! Lembre-se de que antes de publicar sobre qualquer coisa, é preciso estudar, pesquisar, mergulhar no assunto e isso não se resume a navegar pela web. Ter posses e condições para comprar tudo e frequentar todos os eventos também não é um passaporte para ter um blog de sucesso. Isso já está mais do que comprovado. Dinheiro não garante lugar nem mesmo na coluna social. Sendo assim, se você quer falar sobre algo, procure falar sobre algo que lhe atrai. Sobre um assunto que te cativa. Também existem blogs sobre música, viagem, dieta, educação, amor… tudo é assunto para postar.

4. Se não gosta de escrever, não tenha um blog. Não se engane ao pensar que moda não é conhecimento. Nem sonhe em criar um blog de moda se você não gosta de escrever. Crie, então, algum outro tipo de produto, que não tenha textos. A característica principal do blog são os textos – ainda que combinados a imagens, vídeos e outros tipos de inserções (o céu é o limite). Se vai se arriscar, escreva certo. Não jogue lixo na internet.

5. Não crie expectativas. Acredite, entre milhares de blogs e blogueiras, existem pouco mais de duas dezenas delas que são bem sucedidas no país – que realmente pagam suas contas com a profissão blogueira. Além disso, há apenas uma Thássia, duas Camilas, uma Nat e uma Lu. Não mais. Não copie ninguém.

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12 março 2014
5 maneiras (e motivos) para desconectar do Facebook

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A rede social mais famosa é também a que mais suga o tempo e as energias dos seus navegadores. É impossível negar que o Facebook é responsável pela procrastinação de muitos, alimenta a inveja diária de tantos outros e, entre vários males, oferece material suficiente para que todos saibam sobre a sua vida muito mais do que você gostaria que soubessem. Já pensou que seria legal desconectar um pouco?!

1. Priorize notícias de verdade. Para muitos, quase todos, o Facebook é a primeira página acessada pela manhã. E, o que já nem surpreende, é que a quantidade de notícias ou informações realmente úteis ou interessantes é pouca ou chega a ser nula. Vale trocar o despertar com Mark Zuckerberg por alguma outra alternativa mais útil ou estimulante (do tipo, saber o que está acontecendo no mundo a partir de um site de notícias).

2. De verdade, pare de perder tempo. Navegamos tanto tempo nas redes sociais – e principalmente no danado do FB – que deixamos de fazer coisas importantes, essenciais. O trabalho vai ficando para mais tarde, o estudo urgente fica para depois e isso gera um efeito cascata. Sejamos sinceros: precisamos mesmo acompanhar a vida alheia?!

3. Não inveje uma vida virtual. E então, nessa onda de perder o seu precioso tempo acompanhando as atualizações dos amigos, conhecidos e nem tão amigos assim, acabamos nos deparando com imagens maravilhosas de uma vida perfeita. Vale lembrar que cada pessoa escolhe o que vai postar (seleciona a melhor foto, a melhor frase, a abordagem mais legal para o tema em questão) e tudo o que ali aparece, tem pouco de real. Por muitas vezes, sua pacata vida é muito mais feliz e completa do que o dia a dia de quem se esforça demais para parecer feliz no Facebook.

4. Não se abra tanto. Além de não ser do interesse geral, não é nem um pouco esperto contar tudo e mais um pouco sobre a sua intimidade para uma plateia de conhecidos virtuais. Fora que, nossos problemas e nossas conquistas pouco interessam aos demais. Maturidade é saber viver e ser feliz em seu próprio mundo, com sua própria realidade.

5. Lembre-se de que há uma vida lá fora. O mundo virtual engana e cria a sensação de que é tão importante quanto o mundo real. E o FB tem um talento especial para isso! No entanto, mais importante do que se conectar através de uma tela é experimentar de verdade o que está acontecendo. Ao invés de acompanhar as festas, os lugares, os destinos via rede social, é mais legal vivenciar de verdade tal experiência – sem se sentir na obrigação viciada de dar satisfações ao seu grupo de amigos (online) sobre o que, onde e quando você fez e faz. Poste menos, curta mais.

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Bons motivos para navegar, com parcimônia, pelo Facebook

1. Fique de olho nas notícias. Acompanhar as notícias compartilhadas pelos seus amigos e pelos sites que você curte na rede social é muito fácil. Afinal, o FB para muitos funciona como um agregador de novidades e estamos sempre descobrindo um blog novo ou um site interessante para seguir.

2. Encontre ou reencontre amigos. Sabe aquelas pessoas que você conhece ou conheceu, mas perdeu o contato por alguma razão?! Nada mais prático que o FB para conversar um pouco, colocar as novas em dia, compartilhar fotos e manter contato – ainda que superficial.

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17 fevereiro 2014
6 maneiras de não se desesperar

Sabe aqueles momentos nos quais tudo parece estar indo por água abaixo? Muita calma. Desesperar não é a salvação.

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1. Liste o que te incomoda. Não adianta se deixar levar pelo medo, pela raiva ou pela vontade de jogar tudo para o alto. Organize os seus pensamentos e faça uma lista do que está te importunando. A partir daí, trabalhe em item por item, buscando maneiras de solucionar um problema por vez.

2. Não confunda os seus sentimentos. É importante evitar  misturar as emoções e os personagens e colocá-los todos em uma mesma situação. Por vezes, aqueles que podem lhe ajudam ou lhe oferecer um ombro amigo acabam sendo afastados pela mania que temos confundir e colocar em um mesmo grupo pessoas que tem e que não tem culpa no que está acontecendo.

3. Não force a barra. Algumas peças não se encaixam e não há o que fazer para mudar a situação sem algumas adaptações mais bruscas ou permanentes. Com isso, dê tempo ao tempo e analise o ambiente. Lembre-se de que tudo é momentâneo.

4. Pense em outras coisas. Leia um livro, assista um filme, escute uma música, pratique alguma atividade física, faça algo que tire o seu pensamento do problema. Relaxe.

5. Lembre-se de que uma hora tudo melhora. A vida é cíclica e tudo passa – seja em um mês, uma semana, ou um ano. No entanto, faça algo. Não se desespere, mas não se acomode.

6. Alimente a positividade. Espalhe pela sua casa e pela sua vida palavras de motivação. Vale colocar, no computador, um fundo de tela com uma frase de impacto, ou colocar na parede do quarto ou do escritório um quadrinho com um pensamento de grande significado para você. Algumas vezes, imagens bonitas e inspiradoras servem até mesmo mais do que palavras. Lembre-se de que um ambiente envolvente, bonito, é capaz de melhorar, ao menos, o astral.

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