29 abril 2013
Ooops!

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Peças legais não são o bastante para a construção de um look interessante. É preciso compor/combinar bem. Cada modelagem e cada tecido possuem características próprias e é pensando nelas que decidimos como montar um visual – preferencialmente acertado. O resultado positivo vai além do gosto pessoal.

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Se a saia é mais fechada e comprida é preciso pensar em calçados que alonguem as pernas, para não prejudicar o equilíbrio visual da silhueta; sendo assim, sapatos pesados não são uma boa ideia e devem dar lugar a calçados de gáspea aberta. Sapatos grosseiros, por sua vez, podem destruir uma calça sequinha; adicione no look a ideia de uma jaqueta pesadona mais um acessório extra (que adiciona peso visual), que o resultado é de chorar, com exagero desnecessário. No jogo da sobreposição, é preciso tomar muito cuidado para não perder a mão, principalmente quando as peças não se comunicam pelo estilo, cor, textura ou contexto. No mais, vestir e se fantasiar são coisas distintas; uma peça divertida, inusitada, cai bem com peças mais básicas ou clássicas. Por fim, a lembrança de que nem todo look do dia que circula na rede é acertado ou de fato inspira. Muitos deles apenas ensinam como não se vestir.

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28 fevereiro 2013
Oooops!

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Tudo bem, estilo é questão pessoal e gosto não se discute. Mas, algumas combinações simplesmente não ficam legais. Há uma linha tênue entre o ousado e o exagerado. Na junção de estampas e texturas, o cuidado deve ser redobrado para não perder a mão, como aconteceu no look que não só mistura formas, mas pesa a mão no mix de acessórios. O sapato não deveria existir na face da terra e a bolsa não precisava estar tão cheia. Nada bom.

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Ser diferente, ousado, longe do básico e do comum não é tão difícil assim. Alguns podem dizer que os looks acima são feios, mas ao menos contam uma história de harmonia e carregam alguma lógica que agrada esteticamente falando. Pode não ser um look para copiar, mas sem sombra de dúvida serve como referência e inspiração. Ambos apostaram na cartela de cores como elemento de junção de peças chamativas. No primeiro caso, o azul e o preto dão o tom; já no segundo, o rosa e o bordô ditam o caminho.

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04 fevereiro 2013
Oooops…

O bom funcionamento de um look está ligado ao caimento e proporção. A roupa precisa vestir bem o corpo e não o manequim. Ela deve ficar bonita na silhueta e não no cabide. Certo?! É o que temos aqui, com peças de corte de alfaiataria.

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No caso do blazer alongado, estilo boyfriend, a peça está grande como um todo. O efeito é ainda pior pelo uso de uma peça com detalhe estruturado e volumoso por baixo, o que gera a quebra da silhueta. Vamos desconsiderar o sapato (um erro desde a concepção) e perceber que os ombros estruturados e o tamanho errado deixaram o visual para lá de esquisito. Já no segundo caso, a questão está na combinação. O casaco é ok, mas quando combinado à botinha curta e t-shirt gerou um efeito nada mais que estranho. A silhueta ficou fatiada, recortada em blocos. Melhor seria o uso de um sapato com gáspea aberta ou mesmo a aposta em uma camiseta menos despojada para que o look contasse alguma história.

 

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22 janeiro 2013
Ooops…!

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Não chega a ser um escorregão, afinal o look não está nada mal. Mas, serve de aviso para os que estão adorando a modinha do peplum. É preciso haver uma harmonia de proporção entre o peso visual da silhueta e o peso visual do babadinho da blusa – chamado de peplum. Talvez se o volume fosse ao menos um pouco mais contido o resultado teria sido muito mais legal. No caso dela, que é magrinha, não faz tanta diferença; mas, para quem tem as pernas grossas ou barriguinha o efeito pode ser desastroso, acrescentando alguns (muitos) quilos visuais na silhueta.

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Existem algumas dicas para fazer o peplum funcionar. Entre elas, a peça deve ser mais justinha na parte alta do tronco, marcando bem a cintura onde ela realmente está localizada (o que muda de corpo para corpo). Vale pensar também que um volume estruturado acrescenta menos peso visual que um volume com grandes preguinhas. Se o peplum for muito armado, é melhor que ele seja mais curtinho, para alongar as pernas. E um peplum desestruturado é a receita para quem quer brincar com a tendência sem arriscar.

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26 novembro 2012
Super ooops!

O que estes looks tem em comum?! Acertou quem pensou, de cara, coisas esquisitas. Não é porque foram registrados pelo super fotógrafo do Sartorialist que eles servem, necessariamente, como referência. Aliás, talvez até servem, mas como referência do que não usar – jamais.

Acho que é legal que cada um se vista para se sentir bem, acima de tudo. Mas, quase sempre esse “se sentir bem” está ligado a uma busca por um visual legal, bonito. Claro que beleza é um conceito relativo, mas meia com sapato, na minha opinião, não fica bacana. Não mesmo. E short mostrando um pedacinho do bumbum? Talvez em outra vida. Igualmente desnecessário é usar um sapato menor que seu pé ou apostar em um look 100% largadão, fazendo a linha mendigo frashionista. Também é estranho combinar peças que não conversam, como uma saia com uma fenda enorme e uma jaqueta largona. Pode ser um pouco de preconceito com looks que não ficam bonitos, mas certas escolhas saem do ousado e caem na casa do ridículo. Apenas uma opinião.

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