Conversinha Fashion » Não Adianta
15 novembro 2011
Nobody is gonna rain on my parade

Para aqueles que tentar estragar sua festa, o melhor é dar as costas e seguir no caminho da paz e felicidade.

Existem pessoas que sentem alegria ou satisfação em sabotar a felicidade alheia. Isso acontece as vezes junto ao desejo de minar o potencial de quem se veste de ideias, sonhos e oportunidades – animadas por um recomeço ou pelo desejo de ser feliz, acima de tudo. Essas pessoas fazem isso de formas variadas, mas recorrentemente utilizam-se de acusações ou críticas infundadas para ofender ou machucar. É claro que ninguém gosta, ou quer, ser alvo de acusações… mas, antes de se jogar na cama e derreter em lágrimas vale pesar, ao menos um pouco, qual o grau de realidade nessas tantas palavras duras e desnecessárias. Acontece que se as tais palavras, jogadas em um surto de inadequação, tentem a não carregar um significado válido, e por tal razão podem simplesmente ser ignoradas, desprezadas. Quando a ofensa não possui fundamento, o melhor é dar as costas com a certeza de que tal atitude de ataque nada mais é que o reflexo de um problema pessoal ou uma profunda tristeza pela não realização de sonhos ou planos. Claro que essas ideias são apenas possibilidades jogadas em meio a um mundo de motivos ou razões que constroem tais saídas, que são por vezes dignas de pena. Neste caso, a vítima maior é que acusa sem provas, ou quem usa da sua própria tristeza como alimento para tentar contaminar aqueles que estão ao seu redor. Fruto de uma fase ruim, reflexo de um tempo difícil.

Nessa hora, o silêncio entra como alternativa mais inteligente, ainda que o desejo seja de dizer umas duras verdades e palavras de desabafo. Para a pessoa que está enfrentando uma fase ruim, ainda que eterna, algumas orientações ou ideias novas podem soar como tiros que geram uma explosão ainda mais forte. Dar as costas, deixar a poeira baixar, parece ser a melhor opção. Por vezes, dizer um temporário ou eterno adeus a aqueles que não conseguem conviver com a paz alheia é o que trás a paz – tão merecida.

 

Importante levar para a vida que ninguém pode ser capaz de fazer com que você se sinta mal, e isso não são apenas palavras de músicas de motivação ou livros de auto-ajuda. Nós só ficamos mal quando permitimos que isso aconteça e não podemos, de forma alguma, guardar o que não merece espaço em nossa vida e em nossos corações. No caso de críticas, elas são úteis e sempre válidas… mas ofensas, gritos e escândalos não cabem na vida de alguém que busca a própria felicidade e não se alimenta de armas para dificultar a alegria alheia. Sofre quem busca estragar a vida dos outros, essas pessoas que deixam algo triste corroer seu interior como um câncer incurável. Dignos de pena, talvez. Fanny Brice, em Funny Girl, canta o que deveria ser hino para a vida… que ninguém, de forma alguma, será capaz de estragar sua festa. Um sopro de otimismo, um grito de liberdade. Temos as rédeas das nossas vidas e não podemos entrega-las a ninguém.

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05 março 2010
Na hora da venda…

Todos os dias de shopper, acompanhamento de clientes às compras, observo o comportamento das vendedoras enquanto aguardo as trocas de roupa ou mesmo o pagamento. Certas falhas são pequenas, quase imperceptíveis, mas outras entram como abusrdas – e tudo é válido no momento do treinamento de vendas. Por isso caros lojistas preparem bem suas equipes pois a combinação de produto ótimo, preço compatível e espaço agradável não é capaz de segurar uma turma de vendedores despreparados.

  1. Circulando. A regra máxima de uma loja é manter um clima calmo, tranquilo e ainda assim movimentado. Nada pior que olhar pelas vitrines e perceber grupinhos em rodinhas conversando num cantinho. Ok, a fofoca pode ser boa… mas isso intimida a pessoa que vai entrar naquele espaço… ela se sente acuada.
  2. O tom de voz. Não falar alto, mas também não falar baixo. Quer coisa mais desagradável que perguntar a cliente aos gritos se o número 46 serviu?!
  3. Mantenha a loja fria. Você pode estar sentindo frio, mas a cliente ao provar inúmeras peças vai acabar sentindo calor… calor desencadeia em mal humor que gera vontade de ir embora, ao invés de gastar. Águinha fresca, cafézinho, música ambiente baixa são detalhes que estimulam a compra. Ah! Cheiros fortes irritam muita gente.
  4. Mantenha a equipe animada. Se você, lojista, não pode passar o dia na loja contrate um gerente fantástico e de confiança capaz de ser seus olhos/ouvidos dentro daquele espaço. Uma supervisão faz toda a diferença e garante a vontade de superação.
  5. Metas premiadas. Quem não gosta de um presente? Ofereça descontos a mais, vale-compras ou uma tarde de folga extra para o top vendedor do mês. Vale ainda ir além, levado os melhores vendedores para as semanas de moda ou mesmo para o showroom ao realizar as compras… veja o que combina mais com seus colaboradores/funcionários.

Tais ideias são parte (mínima) do treinamento de equipe de vendas que aplico em lojas. Hoje existem dois tipos de vendedores… os temporários, geralmente estudantes, e os que nascem com um talento ou vocação para a profissão; treinar ambos é indispensável, seja para tê-los durante três meses ou dez anos.

30 julho 2009
De nada adianta…

Porque de nada adianta a bolsa ser uma Chanel se o look, por completo, é um desastre digno de ser apresentado em aulas de etiqueta/beleza/vestimenta – como ‘não use’, por favor!

A roupa está muito ajustada, a composição é suspeita, o short é muito curto e a combinação decotão mais perna de fora (mesmo com meia calça) é muito vulgar! Chega a dar medinho. Não é lá uma roupa que eu gosto, sem querer criticar o gosto pessoal de Viviane Araújo, que não faz mesmo o meu estilo mas ela poderia ter sido mais feliz ainda apostando nessa coisa ousaaaada, sexy e sensual. Vivi, me passa essa sua bolsa como pagamento que a gente resolve rapidinho seu problema!

Agora… a bolsa é uma Chanel, né?! Não sou nenhuma it girl pra adivinhar assim de longe, só que parece bem uma 2.55… e bala na agulha é o que não falta para a moçoila.