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05 março 2012
Quando o virtual é bom

Com a internet nos aproximamos de quem admiramos e temos a chance de dar nosso recado

Nem só de complicações, medo ou ansiedade é feita a vida virtual. Essa, aliás, possui grandes e boas surpresas, vantagens de um universo que aproxima pessoas e elimina distâncias. As mesmas redes sociais que geram um certo receio quanto ao que é exposto podem ser utilizadas como forma de ligar pessoas de interesses iguais e que assim podem trocar informações e, com isso, crescer.

A internet pode e deve ser usada de forma positiva, a partir do momento em que abre um leque de conexões. Através delas conseguimos chances que, pelas dificuldades naturais da vida, são facilitadas pela possibilidade de um clique. Podemos nos aproximar de pessoas que admiramos, que são referência para nosso crescimento profissional e, com isso, abrimos portas que se bem aproveitadas nunca mais se fecham. São mil as possibilidades. Mais do que isso podemos mostrar nossas qualidades e, usando a rede de forma esperta, marcamos nosso território (em solo real).

Não há nada que existe apenas para o bem ou para o mal. Tudo guarda possibilidades, variações e, com isso, nuances que devem ser seguidas para que possamos tirar máximo proveito do que queremos fazer. De toda forma, não há como fingir. Em tempos virtuais, o impossível não existe mais.

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29 fevereiro 2012
Pense antes de postar

Vivemos em rede, em um tempo no qual privacidade é luxo e arma dos inteligentes

 

A vida virtual guarda suas vantagens e seus problemas. Se antes tinhamos que pensar mil vezes antes de falar algo com alguma pessoa, hoje fazemos grandes bobagens pela mera facilidade do celular, do email e de todas as formas de comunicação que são instantâneas, que nos pegam no susto. As postagens, em geral, são feitas com emoção. Twitter, Facebook, Blog, Instagram, Foursquare, em tudo há uma chance, ou possibiliadde, de contar mais do que gostaríamos, de revelar mais do que deveríamos revelar. Na tentação de mostrar conquistas, de deixar claro nossa inteligência ou sucesso, acabamos mostrando demais.

Deve haver um limite entre o que é válido divulgar e o que pode ser contado apenas aos amigos mais íntimos, familiares. Tudo o que cai na rede cai também nos olhos e no conhecimento de um amplo leque de pessoas, muito além do que você consegue imaginar. A própria definição de rede, que conecta pessoas dos mais diversos universos, é a representação disso. Assim, vale a velha comparação de pensar nas coisas que você contaria apenas para pessoas do seu círculo de amizades e as coisas que você comentaria com seus colegas de trabalho. São conversas e ligações diferentes, não?! Pois então. Não é uma questão de fechar a vida, de esconder hábitos, mas nem tudo o que fazemos, ou pensamos, deve ser lançado aos quatro cantos.

Bloquear o perfil pessoal nas redes sociais é uma boa opção, mas é válida apenas se o seu grupo de amigos ou seguidores está limitado ou centrado nas pessoas realmente mais próximas a você – pessoas que você pode confiar. Mas, isso realmente existe? Na desconfiança, vale investir pesado na precaução. Com centenas de pessoas ligadas ao que você faz e pensa fica difícil guardar a sua tão preciosa privacidade. Na sociedade do espetáculo queremos ser celebridades, mas não estamos prontos, ou dispostos, a arcar com as duras consequências que isso gera na nossa vida.

Postagens interessantes, como links de reportagens, músicas, frases, referências e assuntos gerais, de interesse geral, são bem mais importantes ao mundo. No entanto, não vão agradar a todos – algo natural. Mas, agradar ao mundo é impossível. Tudo o que fazemos será criticado, mas é melhor ser criticado por gosto do que por outras coisas. Na ânsia ou vício de postar, pense em postar coisas que não abram tanto a porta de sua privacidade e que não possam ser usadas contra você em algum momento de sua vida (seja ela profissional ou pessoal). Lembre-se de que tudo o que é lançado na rede está eternizado por um simples e básico printscreen. Você pode estar sendo espionado por muito mais gente do que você imagina então decepcione essas pessoas! Pare de contar tudo sobre você. Deixe a dúvida e o mistério no ar. Valorize suas ideias, guarde seus pensamentos mais íntimos; saiba que o que há de mais importante em você é a sua capacidade de pensar e, assim, decidir o quanto você quer entregar de mãos beijadas ao mundo.

04 janeiro 2012
Atlantic Pacific: Blair Eadie

Bee Eadie é inspiração nessa chuva de imagens, e looks, caracterizada por repetição de peças

Não é preciso se esforçar para ver Blair Eadie, do Atlantic Pacific, repetindo peças. Talvez por isso seus looks sejam tão interessantes. É quase que um jogo descobrir usos diferentes para uma única peça, que é trabalhada de maneiras diversas com interpretações variadas. Haja criatividade.

Todo mundo sempre repete o mesmo discurso quando posta algo sobre a blogueira. Estilosa, ousada, divertida, referência… ótimo. Mas, e aí?! Ela é mais do que isso. Já podemos chamar Blair de Bee (como ela mesmo se chama) e sair colecionando looks na pastinha de inspirações, que pode ficar logo no desktop do computador. Ok?! Bom assim. Blair, que mora em São Francisco (apesar de ser de Washington DC) é merchant e criou o Atlantic Pacific há quase dois anos. Mais do que muitas blogueiras de street style, ela sabe o que faz. Sua ousadia não parece falsa, forçada, e é assimilada com naturalidade pelo comportamento loiríssima jovem.

A calça rosa aqui vai do casual ao super sexy, quase perua.

Nada mal. Cores e neutros, básicos e criativos, se misturam conversando com o humor de cada dia. Não há uma regra clara, um padrão óbvio. A única coisa visível é que Blair se diverte, e muito. Tudo o que parece difícil de usar é aplicado por ela, como misturas de cores, texturas ou mesmo combinações clássicas que esquecemos na tentativa diária de fazer algo diferentes.

O jeans boyfriend aparece com peças que foram usadas com a calça rosa, também do casual ao chique/urbano 

Desde suas poses até seus cenários são legais de olhar e comparar. Cada post parece diferente do outro, o que valoriza também a roupa. Seu cabelo super claro combinado a pele branquinha gera um baixo contraste que é uma tela em branco para a hora do vestir. O que, pela teoria, poderia ser arriscado (quebrar os contraste natural com roupas tão misturadas) funciona, pois sempre há um elemento de conexão que aproximas as cores de um tom sobre tom.

Prova pura de que não há limite para ser criativo. Tudo bem, vamos combinar, que a silhueta super magra é um convite para looks armados e montados. No entanto, basta amenizar uma cor aqui, limpar um pouquinho ali, que o resultado passa a ser também interessante em pessoas reais – como nós.

Short de couro entre casual, elegante e rocker.

A repetição de peças nos looks de Bee mostra que não é preciso ter uma quantidade gigante de roupas para ser feliz. É preciso ter roupas legais, que combinem com seu estilo e com sua vida. Não que o armário de Blair seja limitado. Nada disso. São muitas as peças de marcas acessíveis (possíveis para o bolso de reles mortais), combinadas  a peças de grifes que namoramos e sonhamos. De toda forma, ela não parece uma revista de tendência, sabe?! Parece mais uma amiga bem vestida com bom gosto e orçamento extra para fazer algumas comprinhas todo final de mês.

Mesmo com a diferença de mercado (já que não somos da terra da Gap, J.Crew e H&M) podemos aprender com pequenos detalhes dessa blogueira. A verdade é que imagens interessantes alimentam a mente e essas referências aparecem nas nossas escolhas, de forma inconsciente e natural.

 

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30 dezembro 2011
O que rolou por aqui: 2011

Chegou a hora de relembrar o ano aqui do Conversinha =) Assuntos, temas e, é claro, muitos posts!

Prepare-se, que lá vem mais um post enorme! Vamos relembrar alguns posts do Conversinha no ano de 2011?! O ano por aqui foi ótimo, devo dizer. Cheio de descobertas, oportunidades, momentos de alegria e tudo mais. Até mesmo as decepções abriram espaço para coisas boas, e trouxeram maturidade. Aliás, viver tem dessas coisas. Não dá para negar que a falha, o sofrimento, são combustíveis para a evolução. E se manter animado, inspirado, é o que mais importa! Talvez por isso a palavra do ano tenha sido “otimismo”,  acompanhado de fé e esperança.

Assuntos tratados em atendimentos foram apresentados em publicações, com dicas e orientações. Lembramos a Questão da Individualidade e também a Questão da Compatibilidade. Falamos como Tudo Muita Por Tão Pouco, e também como é importante Errar para Recomeçar. Lembramos da validade de Uma vida Menos Virtual e refletimos sobre a história de Jogar Fora 50 Coisas.

A verdade é o que o trabalho de Consultoria de Imagem vai muito além das roupas em si, das compras e do consumo. Ele toca em sentimentos, em emoções, e por isso rende tantas conversas. A inspiração do Egoísmo do Bem deu espaço para desejos de crescer, tendo como hino a ideia do Vamos nos Permitir. Pensamos em tudo O que Requer Coragem e colocamos na ponta do lápis que é essencial Sorrir para a Vida.

Sobre a Consultoria de Estilo, diretamente falando, conversamos sobre o que acontece Quando o Lookbook É Seu, sobre Quanto Vale uma peça de roupa, e também sobre a Importância de Se Conhecer para a construção de um estilo sólido; aí foi quando indicamos Formas de Valorização, indo bem além das regras chatas. Por aqui, aliás, falamos sempre em orientações. =* A partir disso, jogando na roda a Equação do Vestir  colocamos as cores em pauta, pensando em O Que Sua Cor Diz Sobre Você. E já que as tatuagens são mais que desenhos, deixamos algumas ideias sobre elas… cantando Quero Ficar no Seu Corpo.

E vai que o ano teve muito mais coisa. Vai negar que 2011 não foi legal? E olha, é só a porta para um 2012 ainda mais incrível! Escreve o que estou dizendo. Falamos sobre a importância do Ajustado, Simples Assim e também sobre o quanto é essencial lutar Por Um Guarda-Roupa Menos Preguiçoso. Aha!!!
E foi em meio a moda, comportamento, estilo pessoal e outros assuntos relativos à imagem e sentimentos que a decoração entrou no Conversinha, já que em algum momento estamos empolgados  Vestindo a Nossa Casa.

Gratidão em mente. Cada post leva um tempinho de trabalho, ou mesmo um surto em meio a agitação dos acontecimentos. As palavras podem carregar pesquisa, livros, sites e revistas reviradas… mas, também, podem ser combinadas na afobação do momento, sem tempo para pensar duas vezes em possíveis consequências por indiretas (as vezes diretas) de quem alinha as ideias na construção de frases. Até mesmo por isso, as vezes passam alguns errinhos… ui. Acontece.
O ano foi tão produtivo que ao correr os olhos pelos meses, pelos posts, vieram a mente rostos, casos, closets e questionários respondidos que guardavam bem mais do que o desejo de melhorar. Eles estavam ali, cheios de esperança… na busca por um amanha melhor, mais simples e mais bonito. Entre as oportunidades, sufocos, acontecimentos que trouxeram chances que nem mesmo as palavras podem registrar.

Quer lembrar mais do que foi conversado aqui durante 2011?! Em 2010 fizemos a mesma coisa. =) Para agora, lá vem lista com alguns posts, entre os mais de 300 que fizeram o nosso ano.

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18 maio 2011
Modinhas das boas

Modinha é apaixonante porque desperta desejo de compra, gera vontade de levar tudo para o guarda-roupa – e usar de uma só vez. É febre que seduz, que anima. Nessa jogada a Farm é campeã, e consegue se renovar pelos detalhes. Aviamentos e estampas que dão novo tom à saias longas, batinhas, coletes e vestidos curtos. Tudo, sempre, sem esquecer das tendências que são salpicadas mais que rapidamente não apenas no contexto, mas tambem, e principalmente, na construção das peças. 

Tudo isso está, já a algum tempo, na loja virtual da marca que engatinha com boas novidades. Há, além da possibilidade de compras, os já adorados looks e editoriais que nos dão ideias boas para incorporar no nosso guarda-roupa.

Para o inverno muitas opções de saias longas que, felizmente, continuarão firmes também no prósimo verão. Os coturnos curtos, tênis de cano alto, sapatos de pegada masculina como os mocassim e/ou oxford são a prova mais que viva de que as mulheres incorporaram, de vez, o uniforme masculino. Tudo fica melohor quando feminilizado por comprimentos super encurtados, bem característicos da juventude ou de quem gosta (e pode) brincar com esse universo. Clássicos da Farm também os coletes e os vestidos estampados que, apesar de marcantes, tendem a durar muito tempo no guarda-roupa. Se é pra esquentar, que seja com classe e charme.