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23 março 2016
Vida profissional: o visual para a sexta-feira casual

Quem trabalha em ambientes formais, com orientações do vestir bem específicas, sabe como a sexta-feira pode ser diferente: é nela que acontece a ‘casual friday’, ou seja, a sexta-feira casual. No dia em questão é permitido apostar em looks mais tranquilos, menos rígidos, que enviam uma mensagem de conforto e tranquilidade.

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Seja como for, a forma do vestir não livra de algumas limitações, partindo do principio de que, em qualquer caso, no trabalho não é possível ousar demais, ou então, abrir mão de alguns cuidados.

Confira mais, em vídeo, sobre o visual para a sexta-feira casual.

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31 julho 2012
Padronização com inteligência

Em ambientes profissionais padrões estéticos são normais e esperados; o cuidado deve estar com a contaminação negativa do visual

Cada profissão carrega seus detalhes e suas características. Trabalhar em uma determinada área sem dúvida gera uma certa padronização, uma massificação não apenas na forma de portar, mas também (e principalmente) na forma de vestir. Isso, claro, possui uma certa limitação devido as características do estilo pessoal, mas algumas regrinhas básicas da profissão, ou mesmo algumas necessidades do dia-a-dia exercendo aquela função, geram esse efeito no qual as pessoas de uma mesma área passam a carregar uma identidade visual muito semelhante.

Vale perceber coisas óbvias como o fato de que as pessoas ligadas a profissões de apelo estético possuem, por base, um visual um pouco mais trabalhado, com presença de cores ou texturas, talvez formas interessantes e modelagens inusitadas. Isso vale para arquitetos, designers, publicitários ou artistas de forma geral. Já os advogados ou empresários são mais neutros e clássicos, e tendem a investir em acessórios requintados (de peso) para transmitir a confiança esperada e o certo ar de sucesso profissional que se espera de tal profissional. Por fim, a área da saúde possui como característica chave o uso do branco e de roupas com linhas limpas.

De toda forma, qualquer regra ou padronização pode e deve ser encarada com cuidado, pois agrega riscos ao visual geral. É preciso entender o ato do vestir como uma junção de adequação e escolhas pessoais e cuidar para que hábitos viciados e precipitados do meio não resultem em uma contaminação automática, gerando respostas negativas. Nada mal entender que vestir-se bem é um conceito, claro, mas pode ser um conceito trabalhado de maneira positiva em prol de evoluções pessoais. Assim, se no ambiente de trabalho todos estão se vestindo (e se portando) de forma inadequada, vale cuidar para que esse hábito do meio não se transforme em um hábito seu.  Seria como caminhar para trás e, assim, abrir mão de conquistas pessoais.

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28 novembro 2011
Equação do vestir: trabalho

Devemos ter em mente que passamos muito tempo trabalhando e que a roupa para tal tarefa requer especial atenção

Muitas pessoas adoram aplicar a ordem do guarda-roupa de trabalho mais simplório e seco que o guarda-roupa “da vida”. Ou melhor, investem muito mais na roupa de sair, de festejar, e passear, do que na roupa do dia-a-dia. Bom, essa lógica não é lá a melhor lógica do mundo. Pense em quantas horas diárias você gasta trabalhando. São muitas. Se você trabalha oito horas por dia, que é relativamente normal, você passa quase 1/3 da sua semana com essa roupa tal, e se você pensar que passa outro 1/3 dormindo, esse número de oito horas diárias é metade do seu dia e metade da sua vida! Ufa, deu para entender a lógica da coisa?! Então vamos lá.

Investir nas roupas do trabalho é uma boa ideia, até porque são peças que você lava com muitíssima frequência e que, assim, sofrem maior desgaste. As calças, camisas, blusas e calçados de trabalho, que podem ser aproveitados também na vida pessoal, são super importantes e não devem ser renegados a uma segunda categoria. Não cola aquela história de: “Ah, é só roupa para trabalhar… pode ser qualquer coisa”. O trabalho, ainda que cansativo, deve ser algo que gera prazer e orgulho. Assim, passar tanto tempo com roupas medianas ou inadequadas,que geram infelicidade, é apostar em um tipo de visual igualmente infeliz. Por sua vez, se o seu trabalho não lhe faz feliz, e lhe dá vontade de não sair da cama nunca mais, talvez seja o momento de buscar novos desafios ou mesmo dar uma guinada na sua história. Digo isso porque a roupa reflete um estado de espírito e se este não é lá dos melhores, diferentemente do que acontece nas outras partes da sua rotina, vale tentar interpretar as mesagens enviadas e buscar uma história melhor, mais feliz.

Pois então. A roupa de trabalho, assim como as outras, requer plenejamento, principalmente no quesito quantidade. É necessário ter um tanto suficiente para suprir suas carências diárias, evitando a falta ou o exagero. Também é importante evitar a tal paixão doentia pelo visual profissional, super extrema, que faz com que o tipo de peça basicamente domine o guarda-roupa, faltando peças para a vida pessoal. Essa equação de quantidades e necessidades é primordial para nortear o que estrutura o seu dia-a-dia; ou ao menos é a representação de uma das suas primeiras atitudes deste que você nasceu – o ato de vestir-se para encarar mais um dia.

19 abril 2011
Cara, crachá

A obrigatoriedade do uso de crachá em muitas empresas leva a dúvida cruel quanto a como utilizar roupas/detalhes interessantes próximo ao rosto sem gerar uma certa poluição visual. O crachá, por si, já é um tanto quanto confuso.

Comecemos, claro, pelo grau de importância. Inegável que o crachá entra como elemento chave do visual, pois seu uso não é dispensável. Guardar na bolsa ou bolso pode ser uma opção para as empresas que não pedem o uso corrente, mas o trabalho que gera é maior do que a facilitada de deixar o mesmo ali penduradinho no pescoço. A partir disso sabemos, facilmente, que tudo o que compete em comprimento, formato ou volume pode ser deixado de lado – leia-se colares longo do tipo pingente. Podem funcionar bem, no entanto, os colares um pouco mais encurtados com detalhes que terminem um pouco para cima do local do crachá propriamente dito, principalmente próximo à abertura da camisa ou gola seca da blusa. Abstrato, não?! Um pouco.

A opção de guardar o crachá dentro do bolso da camisa, algo comumente visto entre os homens, apesar de não ter um resultado estético maravilhoso acaba funcionando pela praticidade do hábito. O mesmo não fica saltando, balançando, batendo…

Pequenos detalhes. Vale deixar a cordinha para dentro do blazer/casaco, mas por cima da camisa/blusa; isso garante maior conforto. É muito possível passar a cordinha, o cordão, do crachá por dentro do colar/lenço, fazendo com que essa parte suavemente desapareça e dê lugar ao acessórios interessante.

De qualquer forma, melhor do que complicar é desencanar e pensar no crachá como um elemento parte do seu dia-a-dia de trabalho, que lhe permite não apenas ser reconhecida por nome/cargo mas também, e principalmente, ter acesso fácil às regiões nas quais caminha no ambiente profissional.

06 abril 2011
Lazer e dever em viagens de trabalho

Amadas ou odiadas as viagens de trabalho são, por vezes, a oportunidade de conhecer um novo local ou mesmo de aliar dever à lazer. Alguns cenários, no entanto, inspiram muito mais a diversão do que o dever profissional, fazendo com que seja difícil controlar a vontade de dar as costas às tarefas obrigatórias.

Nos comuns cruzeiros, ou mesmo nos encontros em resorts e/ou locais de pura diversão (leia-se Vegas, Cancun ou Miami) uma falha ou distração pode virar motivo de piada eterna no café da empresa. Cuidar da imagem, ainda que fora do espaço direto do trabalho, é também parte da rotina básica de um bom profissional.

Veja que ambientes de piscina, praia ou algo do tipo nada obrigam o uso de roupas de banho ou mesmo peças minúsculas de roupa – da mesma forma que uma roupa social ou formal ao extremo pode chocar. A adequação se mostra em todo momento o que há de mais importante. As garotas devem tomar cuidado com o quanto de pele mostram, ou mesmo com o tamanho dos decotes. Se na vida pessoal biquinis minúsculos são comuns vale lembrar que logo ali ao lado estão pessoas que você conhece e vai continuar tendo uma relação direta. Tentar se exibir, ou exibir à boa forma às colegas também é desnecessário. Tenha em mente aquela vontade, gigante, de ser respeitada.

O comportamento com relação a bebidas alcóolicas também é outro ponto a ser visto. Para quem não consegue parar na primeira dose vale simplesmente evitar a ingestão de qualquer tipo de drink. Beber socialmente, para quem realmente consegue, é algo totalmente aceitável. Se sentir obrigado a entrar na brincadeira, só por questão de pertencimento, pode revelar uma certa insegurança que em nada será útil… e é a porta para grandes desastres.

Mostrar-se amigável ou um pouco mais afetuoso que no ambiente do escritório também cabe, principalmente com as pessoas com as quais você já tem alguma maior intimidade. No entanto é indicado tomar cuidado com exclusões, deixando de lado alguns colegas que não são tão íntimos na vida cotidiana. Talvez o momento pouco padrão seja inspirador para conhecer melhor colegas de outras áreas ou mesmo para fazer contatos com pessoas diferentes, coisas que gradualmente podem abrir portar. Pendurar no pescoço do chefe, ou de outros superiores, deixa uma imagem nada boa ficando o profissional com fama de bajulador. Talvez, em algum momento, um opinião certeira (corajosa) ou mesmo um outro tipo de atitude forte coloque os holofotes direcionados à você de maneira sutil e ainda assim marcante. Sem forçar.

O bom profissional está sempre atendo, sempre de olho nas oportunidades. Seja onde for ele consegue superar expectativas.

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