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09 maio 2016
A mística no produto novo

Uma compra acertada mostra seu resultado na alegria do uso e na mística revelada, no corpo e na atitude, quando a peça é usada pela primeira vez. Sente-se uma confiança, um bem estar bem específico da novidade, algo impossível de ignorar. Aquele famoso: “tô incrível”. Talvez, por isso pensamos sempre em uma roupa nova para cada e toda ocasião especial, mesmo já tendo tanta coisa guardada no armário.

Não sentir aquela empolgação ou ansiedade por usar algo novo  aponta para um compra falha ou mal direcionada. É isso que gera esse desejo de postergar ao máximo a data inicial do uso, pois será a lembrança do erro martelando de forma dramática na mente… faz sentido?

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Em tempos de mudanças cada vez mais velozes nas araras das lojas (entre tendências e modismos) valorizar o potencial da novidade, e menos o exagero, surge como uma alternativa para não se perder entre tantas possibilidades. Emerge a opção da compra como investimento. Redobra-se a mística do novo. A compra deve ser cada vez mais pensada. E, por sua vez, combinada ao que já está no guarda-roupa…

As ‘novidades’ – sob a forma de tendências – precisam render. E há algo de maravilhoso nessa questão: mesmo com mudanças, elas são pouco surpreendentes e o velho ganha toque atual, ganha um prazo de uso bem mais longo do que o que visto anteriormente – e não falo dos clássicos atemporais. É hora de atualizar cada look por meio de combinações boladas com grande eficiência.

A partir disso vale tirar máximo proveito da força do novo. A compra como uma maneira de adicionar alegria e vibração ao guarda-roupa. Digo, comprar menos e vibrar mais.

Texto originalmente publicado em 19 de setembro de 2010.

17 junho 2013
Mony Mony

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Camisetas nem sempre são só camisetas. Elas podem levar mensagens, histórias e muito mais. A novíssima marca Mony Mony chega ao mercado focando em um novo conceito em t-shirts. A base central é uma ideia boa! E, quanto há tal, não é preciso exagero.

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Delicadas, quase singelas, as peças caem bem nos mais diversos momentos. Entoam o amor e compartilham mensagens que são pura positividade.

A qualidade se destaca, ressaltando os materiais e acabamento de primeira. Impossível não amar. E que venham novas peças.

27 julho 2012
Impulsos de compra

Liquidações lembram os extremos, da boa compra ou da dor do arrependimento

Oportunidades de compra por vezes parecem ser imperdíveis! Em tempo de liquidações, com descontos cada vez mais atraentes, é fácil se empolgar na busca por peças que você nem sequer precisa. Os tais descontos parecem montar o ambiente perfeito para uma compra por oportunidade, aquela que não nasce pela chance de fazer um bom negócio. O que complica muito essa história é o fato de que essa compra, no geral, pode ser um grande erro, se transformando em mais um motivo para insatisfação a cada vez que a porta do guarda-roupa é aberta. Isso se dá porque compras aleatórias apenas enchem (ou lotam) cabides e gavetas com peças que não conversam entre si e, em boa parte das vezes, peças que nem sequer valorizam a silhueta ou combinam com seu estilo pessoal. Acontece que mesmo nas liquidações devemos manter aquela listinha mental do que realmente precisamos, das peças que faltam para a composição de looks mais legais. O desafio é ser fiel ao planejamento. Mas as liquidações não são péssimas… não mesmo! Elas podem funcionar como uma forma de substituição de peças antigas, ou mesmo como uma oportunidade para levar para casa aqueles itens legais que estavam com um preço alto demais quando lançados. Mais do que um ensinamento, é uma lembrança para acender o sinal de alerta ao sentir aquela vibração insistente por uma compra, ou quando aquele impulso absurdo (quase um surto) bater. Toda mulher sabe do que se trata. Essas compras quase sempre resultam em arrependimento, seja pelo gasto ou pela aquisição em si.

02 maio 2012
Olho no look

Em cada lookbook ou catálogo há algum tipo de referência ou boa inspiração

Ainda que com toques de delicadeza, alguns looks são femininos e carregam traços de elegância. Pode ser o corte alongado da peça ou seu caimento fluido… o importante é o resultado geral. E os acessórios são os responsáveis pelo charme extra.

Se uma peça é mais pesada, seja por sua textura ou pela aplicação de estampas, a outra entra com menos peso visual, fazendo o equilíbrio que pode muito bem valorizar a silhueta. Nesse ponto, o jogo das cores trabalha bem, enquanto claro e escuro, neutro e chamativo, conversam e se entendem. Nos pés, um calçado nude fecha o look sem pesar ou quebrar a harmonia conquistada.

Há também como trabalhar volumes, pensando na porção superior mais seca enquanto a porção inferior ganha volume. A ideia é básica para looks com calça pantalona ou saia longa, ou mesmo na via contrária, com coletes volumosos ou casacos cheinhos combinados a shorts ecurtados ou calças afuniladas.

E se a estampa é super interessante, vale trabalhar com neutros limpos e lisos nos complementos, deixando o ponto focal naquela peça legal em questão. A estampa pode ser valorizada pelo uso de um de seus tons no resto do look, ou mesmo por cores complementares.

E no mais, o look pode ficar  muito legal se abraçar elegância e charme, com resutado feminino mas jovial. O resultado é perfeito para garotas que ainda não querem um look super formal, mas que já querem algo que saia da casa da infantilidade. Calças retas, camisas, sapatos de bico fino e casaquetos são uma boa pedida.

As imagens que ilustram o post são do lookbook da Maria Filó. =)

24 abril 2012
Estágio, e agora?!

Chega a hora de cuidar do visual profissional e abandonar de vez certos vícios do colégio

Há aquela época da vida quando o visual depojado ao extremo, da calça jeans e da camiseta, já não cabe mais. O visual dos primeiros meses de faculdade logo dá lugar a necessidade de uma imagem um pouco menos informal, casual, quando as oportunidades de estágio se materializam.

O look para estagiário muito varia, dependendo do ambiente, da área e também da relação com superiores ou afins. É importante saber, de qualquer forma, que alguns hábitos típicos de estudantes devem, de vez, ficar para trás.

Já não cabe mais, por exemplo, o mix de calça jeans rasgada combinada a rasteirinha, ou mesmo os shorts com tênis. O lado profissional começa a falar mais alto e a mudança, ou adaptação, deve começar lá desde a hora da entrevista. Aposte em algo um pouco menos largado, jogado, mas não force a barra no grau de requinte ou formalidade.

Um estagiário não precisa entrar de cabeça no clima da alfaiataria, ou mesmo na ideia dos saltos altos, camisas de manga comprida e outros elementos super formais. Vale pensar, entender e gravar que a rotina de correria, de ônibus, caminhada e baixo salário (que mais é um auxílio) não permite grandes investimentos com as roupas. Mas, é possível focar em poucas peças que garantem o visual um pouco mais arrumadinho, que será parte da construção do seu futuro. O investimento mais pesado deve ser na dedicação e no esforço… questão de comprometimento.

Mais do que o volume, vale pensar em uma pequena quantidade de peças curinga, com o toque da jovialidade e o envolvimento de quem quer crescer. As características mais específicas vão variar, já que o universo de um estagiário de uma agência de publicidade é totalmente diferente do de um estagiário de orgão público ou escritório de advocacia. Um jeans limpo, escuro, é um bom começo; uma camisa de mangas curtas, ou um suéter, são também boas ideias. Vestidos estruturados, ou mesmo peças estampadas, também podem ser uma possibilidade… No mais, leia seus colegas de trabalho e tente, por alto, reproduzir o que considera adequado. Com o tempo você terá sua identidade visual, ou seu estilo, também para o ambiente profissional.

As imagens são do lookbook da Ecletic

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