Conversinha Fashion » Amenidades
14 outubro 2016
Sobre prioridades

Quem você é e quem você quer ser? Você é feliz por ser a pessoa que é? Você está onde deseja estar (ou ao menos está no caminho)? São essas algumas perguntas, entre muitas, que nos lembram de que nós devemos ser nossa principal prioridade, mesmo quando estamos dividindo ou partilhando nosso tempo e disponibilidade com outra pessoa. Entre relações de amor, ou quaisquer outras, é importante compartilhar sem se esquecer jamais dos seus princípios e das suas motivações, afastando toda e qualquer pessoa que por uma razão ou outra tenta lhe colocar para baixo ou mudar a sua essência. Se você está feliz por ser quem é, e se sente que está no caminho certo, é preciso ponderar bastante quais as motivações e qual a lógica nas críticas recebidas. Não sacrifique sua essência apenas porque alguém tem um problema com isso… simples assim.

yay

Já diz o recado… Olhe para você. Você é jovem e está assutado. Por que você está tão assustado? Não fique paralizado. Pare de engolir suas palavras, pare de se importar com o que os outros pensam. Pare de carregar o que os outros pensam. Vista o que você quer vestir, diga o que quer dizer, escute a música que você quer escutar. Escute alto e dance! Saia para dar uma volta à meia noite e esqueça que você tem aula pela manhã… pare de esperar pela sexta-feira, viva agora! Faça isso agora! Se arrisque! Conte segredos… essa vida é sua!

Viver cada dia, com intensidade ou um mínimo de vontade, é um exercício libertador. Temos sete dias na semana, mas a terrível mania de só se importar com dois – sextas e sábados – já que os domingos são depressivos demais por guardarem a dor do começo da semana. Mas qual o poder da segunda-feira? Ela é o símbolo do recomeço, da chance de tentar algo novo, de estabelecer metas. Nela, e em todos os outros dias, estão momentos ideais para ser feliz. Se arriscar nem que seja nos detalhes. Ter confiança em você, na pessoa que você é, e no mínimo curtir o fato já ótimo de estar vivo. Vivo e com saúde? Melhor ainda! Com saúde, emprego e pessoas amadas por perto? Perfeito! Não falta mais nada… isso é base para correr atrás de sonhos, ainda que super ambiciosos.

Seja você com coragem, viva cada dia. Não se trata de auto ajuda, trata de encarar seus monstros que podem estar vivos não só apenas na sua mente, mas na maldade de outras pessoas. Inveja, rancor, são sentimentos vivos e presentes entre nós – desses que secretamente alimentamos, vez ou outra, sem nem perceber. Devemos cuidar dos nossos pensamentos e fugir dessa onda pessimista, sabendo que sempre, haja o que houver, temos mente e personalidade para sermos os grandes donos de nossas opiniões. Entra aquela velha conversa de que somos nós os autores de nossa história. Nascemos para viver e é isso o que devemos, e podemos, fazer. Simples assim.

16 setembro 2016
Sinceridade, com a ‘peça medida’ #TruquesDeEstilo

Você tem no guarda-roupa uma peça medida? É aquela que serve para apontar possíveis mudanças na silhueta. Uma calça jeans, uma camisa, uma calça de alfaiataria ajustada que mostra onde você ganhou ou perdeu peso. Sem neuras.

sinceridade

Fonte de sofrimento? Que nada… É uma ótima amiga, muito mais confiável que o espelho que pode lhe enganar pelas alterações de humor. Tudo bem que alguns tecidos são perigosos, já que cedem após algum tempo de uso (ou mesmo são maleáveis – mudando de formato na silhueta).  Então, o melhor é avaliar o corpo por meio de alguma peça já usada, antiga, que te ajuda a saber, de fato, se você ganhou peso, ou se é só uma impressão…

Todo corpo passa por mudanças, muito além do peso em si. Ganhamos e perdemos curvas, encaramos alterações nas proporções… No entanto, para quem se importa com isso, vale observar tudo o que está acontecendo para conseguir tomar uma atitude antes que a situação ‘saia do controle’. Sem cismas exageradas, apenas a chance de valorizar o olhar de quem é dono da opinião que mais importa: a sua.

Atualização de post publicado originalmente em 25 de março de 2010

29 agosto 2016
Acredite e você já está lá: alimente-se de bons pensamentos

Mentalizar pode ser mais eficiente do que imaginamos, já que somos nós os responsáveis por nossos caminhos e podemos ser também os responsáveis por tudo o que nos cerca. Sim, é possível ter um dia bom, uma vida ótima. Basta ter fé no que há de positivo para acontecer… ou mesmo abraçar a paz de um dia que começa e termina sem maiores problemas, sem sustos, sem confusões, incidentes ou ausência de respostas. Quando o simples dá certo, fica a sensação de que podemos ir muito além e de que tudo pode se acertar – até mesmo aquelas coisas que deixamos de lado.

otimista

Acredite e você já está quase lá. De fato manter o otimismo, visualizar as coisas acontecendo, as conquistas, risadas, viagens e sensações é dizer ao mundo que você quer muito aquilo e que está pronto para receber essas coisas boas. São pequenas conquistas que mostram como o poder do pensamento pode ser eficiente e como os sonhos de ontem podem ser parte do presente. Basta ficar ligado ao que acontece nos seus dias.

Ter atitudes positivas auxilia nessa história, a partir do momento que você envia um tipo de sinal para o mundo que voltará naturalmente para você. Não se trata de nenhum tipo de crença, religião ou nada parecido… trata-se de lógica, de perceber o que acontece nos seus dias. No entanto, se você se alimenta de sensações ruins e de pessimismo… bom, resta observar o que mais acontece em sua vida.

Post publicado originalmente em 9 de abril de 2012

04 janeiro 2016
As minhas 5 metas – de moda e imagem – para 2016

Ano novo, metas novas. Não é assim que funciona? Temos a tendência de celebrar a chegada de um novo ano, ou o fechamento de um ciclo, com o desejo de realizar conquistas, traçar objetivos e, claro, seguir em busca de coisas diferentes. Quando generalizamos, e reunimos em uma única lista sonhos de todas as esferas de nossa vida, o céu é o limite! Mas, também é legal segmentar os planos a um único segmento. Do tipo: vida pessoal, vida profissional e, por que não?, o relacionamento com o guarda-roupa e com a moda.

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Por aqui, tenho alguns planos. Ou, digamos, objetivos. Que incluem, claro, questões ligadas a estética – e que afetam diretamente o visual. Afinal, não há como pensar em uma roupa legal, que combina com o que somos e queremos ser, sem ser complementada por um acertado corte de cabelo e uma maquiagem bacana.

O que tenho para mim pode, claro, valer para qualquer pessoa. Ou, então, servir como referência para que outros criem suas listas. Mesmo porque a nossa imagem pode e deve estar sempre em constante processo de evolução. E estamos a todo instante descobrindo novas referências, admirando outros tipos de imagens e nos cansando de coisas que fizeram parte da nossa maneira de vestir. Então, mesmo que estejamos bem com o visual, com a autoestima em dia, é possível buscar formas de aprimorar a imagem para garantir aquela empolgação extra ao se deparar com o espelho. A gente sempre quer mais e mais confiança! Não é?! É o tipo de exagero que agrega. Então, vamos lá.

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1. Comprar menos fast fashion. Durante muito tempo, e por muitas vezes, a modinha das grandes redes de fast fashion foi a minha salvação para eventos de última hora, roupas do dia a dia, ou mesmo aquele tipo de compra sem pensar (o consumismo puro). E, devo admitir, que apesar de pregar a compra pensada eu também erro. É lógico. Esse ano, ou a partir de agora, pretendo virar a cara de vez para compras de impulso, evitar ao máximo roupas de baixa qualidade e investir em poucas e boas aquisições. Aquelas que vão durar muito tempo no meu guarda-roupa. Gosto da roupa como marca registrada, a peça que eu posso mudar a cara com outros complementos, com combinações divertidas e com acessórios inusitados. E, por ter formação em moda e conhecer as raízes da criação e da indústria, sou dessas que admira a boa criação, o acabamento de alta qualidade, assim como um bom tecido e uma textura envolvente.

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2. Desapegar mais e mais. Se há algo que prego, e pratico, é o desapego. Se me deixarem distraída perto de um guarda-roupa qualquer posso, até mesmo, desapegar das roupas alheias sem autorização. Acho essencial abrir mão do que está parado para dar espaço ao novo. E isso é algo que vai muito além das roupas e da moda. Vale para a vida! E, claro, para as coisas de casa, para tranqueiras, para tudo… Porque quando damos muita atenção para coisas materiais estamos deixando de valorizar alguma outra coisa. Ou seja, é preciso fazer a energia rodar. Há quem acredite, ou goste, da venda por meio dos sites de usados. Eu, salve itens de maior valor, acredito na doação pura e simples. Mas, é lógico, respeito todas as escolhas (e para cada momento há um tipo de necessidade).

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3. Colocar mais cor na vida. Se no meu guarda-roupa as cores nunca deixaram de aparecer, na maquiagem elas ficaram em segundo plano. E, na beleza do dia a dia, acabei ficando com o básico. Traduzindo: com a solução mais confortável. Espero por agora conseguir aproveitar todos os batons que tenho – principalmente os muitos vermelhos, rosas e roxos – além de explorar sombras e variações nos detalhes. Quando optamos por ter menos roupas, ou fazer menos compras, temos na maquiagem uma boa solução para dar uma variada no visual. E garantir bons resultados.

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4. Seguir firme com os cachos. Decidi parar de fazer escova progressiva. O que me levou a voltar a usar o cabelo cacheado. Seria ótimo se ele instantaneamente voltasse a ser o que era, ou foi, antes… há 15 anos, no mínimo. No entanto, é preciso paciência. E, enquanto ele se rebela como um dependente químico (literalmente) eu vou me segurando para não ir correndo ao salão, aos gritos, pedindo por um alisamento qualquer. Nos dias bons, no entanto, como um paciente em reabilitação, as coisas são ótimas e os cachos aparecem combinados a um leve volume. Aparentemente encontrei os produtos acertados para o momento. O que, claro, pode mudar de uma hora para outra. Ou seja, cuidar do cabelo é uma prioridade.

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5. Não deixar o meu corpo limitar as minhas escolhas. Eu sei que pode parecer uma grande bobagem, mas ao mesmo tempo sei que não é. Trabalhando há tanto tempo com consultoria de estilo entendo perfeitamente as inquietações que cada mulher sente com seu corpo, o que magoa, o que mexe, o que incomoda… e, claro, sei como isso pode afetar diretamente a forma de vestir e as escolhas do dia a dia. Não tenho como objetivo emagrecer. Talvez tenha como desejo me exercitar mais (muito mais pela saúde do que pela silhueta, em si – sei que minhas roupas devem vestir o meu corpo e não o contrário). Só que vez ou outra vivo incomodada com meus braços. Então, fujo das blusas sem mangas, dos vestidos abertos demais, ou mesmo das roupas que vão revelar detalhes da gordurinha do braço. Mas, eu cansei! Não preciso disso. Não vejo tanta necessidade em ficar limitando as escolhas por detalhes tão pequenos. Mesmo porque eu não passo o meu dia olhando para as mulheres na rua e analisando se o braço da fulana ou da beltrana é fino ou grosso. Ou seja, alguém se importa, mesmo, com isso?! Acho que limitar as nossas decisões do vestir apenas por questões da silhueta é um tanto quanto tenebroso. Eu tenho noção plena, claro, do que fica e o que não fica bem em mim – e que isso faz a diferença. Conheço as modelagens, cores, formas e isso já é o suficiente para um bom resultado. Ficar obcecada com não mostrar os braços e morrer de calor já é um pouco demais. =)

Bjs., Amanda M.

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19 dezembro 2013
Um tropeço, um recomeço

No meu peito levo uma mola e no meu bolso uma lanterna que me fazem louca o suficiente para não desistir de ser, e fazer, cada vez, melhor

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No fundo do meu poço tem mola. E ao lado da mola, há uma lanterna, que me faz enxergar tudo mais claramente – a cada queda. Que serve para mostrar o real significado do que estava oculto  pela sombra da felicidade, que tudo de ruim esconde; e serve, também, para mostrar novos caminhos, que são muito mais promissores que o atual – afinal, tudo pode piorar, claro, mas também pode melhorar (e muito).

Os sustos servem para nos sacudir. Servem para nos lembrar que nós nunca devemos nos acomodar com o que não é bom para nós, ou com o que não é tão bom como nós somos. Não se trata de ter a automestima extremamente elevada (e se temos, e daí?!). Trata-se de não se contentar com pouco, não se contentar com o que está mais ou menos, com o que dá pra gasto, com o que é o tal “feijão com o arroz”. São esses momentos de fúria pelo não reconhecimento, pela injustiça de uma decisão totalmente errada, pela eminência de um desastre – ou não – que fazem brilhar várias outras setinhas mentais te indicando caminhos a serem seguidos, se assim você quiser. O fim de um ciclo não é jamais o fim de uma vida, é apenas um novo começo, sendo, assim, um recomeço. Cada salto pode ser um pulo cheio de animação e essa mola que existe lá no fundo do poço deve ser levada dentro do peito, com muita emoção, que se transforma em garra para não desistir, jamais, do que queremos. Se há potencial, se há vontade, há um caminho muito melhor pela frente. Não seja você o louco de duvidar.

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