Conversinha Fashion » 2016 » julho
20 julho 2016
Confiança no ato diário do vestir

Vestir é parte obrigatória da nossa rotina. Escolher como cobrir a nudez faz com que a gente explore possibilidades dentro da nossa personalidade, em um leque de formas e estilos que dizem mais (ou menos) sobre quem somos e queremos ser. E por mais que nossas roupas sejam fonte de confiança e autoestima, não precisamos, necessariamente, nos produzir ao máximo todos os dias para que a gente se sinta bem. Por vezes, a felicidade está no conforto. A alegria, na simplicidade. Ou a conquista, em sair de casa com menos máscaras e mais cara limpa.

atodovestir

Nem sempre precisamos da produção máxima para ter em mãos a satisfação. O que de fato temos que ter, em algum grau, é domínio (ou conhecimento) do que nos completa em cada situação. E, a partir disso, saber que tipo de roupa vai nos deixar feliz… qual composição, o nível de maquiagem, a forma de finalizar um look…

Autoestima não está, por regra, em roupas caras, luxuosas e elegantes. Pode estar no básico, no simples, ou no criativo.

Assim como escolhemos o que comer, dentro das nossas vontades; ou decidimos para onde viajar, encarando o que faz nosso coração bater mais forte, selecionamos o que usar. É uma forma de olhar para o guarda-roupa, por meio da qual podemos manipular as peças que ali estão. Variando de acordo com o humor, o momento, o clima ou mesmo a nossa disposição para encarar cada novo dia, decidimos o que nos completa. Nossa confiança passa, sim, pelo ato diário do vestir. E está ligada ao fato de saber o que é o melhor para cada novo despertar.

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