Conversinha Fashion » 2016 » março
29 março 2016
A roupa que te completa

Escolher uma roupa não é apenas decidir como cobrir a nudez. Cada forma de vestir guarda consigo possibilidades que se abrem para complementar a sua personalidade e, também, para responder às suas vontades e expectativas. Por isso é tão importante ter no guarda-roupa as opções certas, capazes de lhe socorrer nas mais variadas alterações de humor ou mesmo nos possíveis momentos da sua rotina. Não se trata de ter muito – o importante é ter o certo.

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Roupas e acessórios acertados são como bons amigos, que te amparam em momentos difíceis e repartem com você a euforia na hora da comemoração. Se o problema é autoestima baixa, por uma ou outra razão, a modelagem certa mostra que tudo está onde deveria estar na sua silhueta e lhe ajuda a recuperar um pouco da confiança.

Acessórios legais servem para quebrar um pouco da mesmice daquelas peças já batidas, ou mesmo para reforçar o caráter de algum detalhe do look que você gostaria de potencializar. Já um calçado confortável (nem por isso, menos apresentável) é o abraço apertado, encontrado também em casacos ou suéteres de boa qualidade. 

Seja como for, nossas roupas não devem ser encaradas como tendências e modismos fabricados para nos deixar atuais e desejáveis. Elas podem e devem compartilhar com a gente um pouco da nossa história e das nossas vontades. Como é bom ter um guarda-roupa que é mais do que uma etiqueta, que é a representação da pessoa que você curte ser. Preparar-se para mais um dia merece esse cuidado, porque cada um de nós merece essa atenção. Encarar as roupas menos como bens de consumo e mais como extensões da sua individualidade ajuda a assimilar o conceito de estilo. E estilo cada um tem o seu – mais ou menos explorado.

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29 março 2016
Vídeo: 3 peças que fazem toda a diferença no seu guarda-roupa

Não precisamos de regras, quando falamos de moda e jeitos do vestir. Mas, algumas orientações podem, sim, ser úteis… principalmente para quem busca uma inspiração extra ou um jeito de começar a repensar o visual.

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Quando o tema são peças que todos “devem ter” no guarda-roupa, algumas se destacam. Elas, por regra, tem como característica a versatilidade e a capacidade de serem encontradas em estilos e modelagens diversas. Ou seja, são peças que, apesar de similares, podem ter aparências variadas.

E o “tem que ter”, sempre, não funciona como uma imposição. É um jeito de falar sobre itens que facilitam o ato diário do vestir. Quase que um alicerce para quem está perdido e não sabe bem por onde começar.

Vem comigo conferir três peças que são superúteis em qualquer guarda-roupa. Me conte o que achou e inscreva-se no canal, para não perder nenhuma novidade!

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27 março 2016
Não há motivos para ser a vítima da própria miséria

Em tempos difíceis, o que falta, talvez, seja um pouco de força, garra ou mesmo coragem para abrir a cortina e olhar pela janela, para entender que existem sim possibilidades melhores, que existe sim uma chance de um dia melhor. Se pararmos de nos lamentar pelo que perdemos ou pelo que deu errado seremos muito mais capazes de nos reerguer. Porque enquanto ficamos imersos na tristeza, outros conquistam o que deveria ser nosso… outros realizam nossos sonhos… outros fazem virar realidade aquilo que idealizamos para nós.

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Talvez, as coisas não estejam tão ruins assim. Talvez seja só um dia ruim, ou uma semana difícil. Mas, claro, os dias ruins incomodam muito e, no instante em questão, marcam mais do que os dias bons. Chega disso. Chega, porque chega a hora de viver uma vida nova na qual a fase ruim seja esquecida rapidamente e que os bons ventos deixem sua mágica, deixem seu perfume envolvente capaz de nos levar para outros lugares bons. Não há motivos para ser a vítima da própria miséria.

Post publicado, originalmente, em 18 de junho de 2015.

23 março 2016
Vida profissional: o visual para a sexta-feira casual

Quem trabalha em ambientes formais, com orientações do vestir bem específicas, sabe como a sexta-feira pode ser diferente: é nela que acontece a ‘casual friday’, ou seja, a sexta-feira casual. No dia em questão é permitido apostar em looks mais tranquilos, menos rígidos, que enviam uma mensagem de conforto e tranquilidade.

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Seja como for, a forma do vestir não livra de algumas limitações, partindo do principio de que, em qualquer caso, no trabalho não é possível ousar demais, ou então, abrir mão de alguns cuidados.

Confira mais, em vídeo, sobre o visual para a sexta-feira casual.

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20 março 2016
Se libertar e evoluir

“Se é verdade que nosso organismo traz em si células-tronco indiferenciadas capazes, como as células embrionárias, de criar todos os diversos órgãos de nosso ser, a humanidade também possui em si as virtudes genéricas que permitem criações novas. Se é verdade que essas virtudes estão adormecidas, inibidas sob as especializações e e a rigidez de nossas sociedades, então as crises generalizadas que as abalam e abalam o planeta poderiam permitir a metamorfose que se tornou algo vital. É por isso que não devemos mais continuar na rota do desenvolvimento. Precisamos mudar de caminho, precisamos de um novo começo”.

A Crise da Modernidade – Rumo ao Abismo? Edgar Morin

As palavras de Edgar Morin são marcantes, vão direto ao ponto. Estamos, de certa forma, amarrados as grandes evoluções de nosso tempo e, em meio a tantas conquistas, sentimos que não conseguimos ir além. Talvez nem bem sabemos o que queremos. Isso não vale apenas para os notáveis passos do desenvolvimento, para grandes descobertas, para um mundo de conquistas mil. Isso vale para cada um de nós, para o que somos e o que queremos ser. Como diz Morin em um de seus textos, somos capazes de criar e recriar; temos em nós, em nossa essência, essa chance de começar de novo e de, assim, sair de onde estamos para ir para outro lugar. O tal do desenvolvimento pode nos amarrar a um certo caminho onde ficamos viciados a olhar apenas para um determinado ponto, presos em uma rota final que é tida como a ideial. Porém, na encruzilhada de informações, nas rotas diversas que moldam nossos caminhos, podemos optar por uma outra saída, escapando do congestionamento que faz com que todos nós tenhamos a sensação de que precisamos de uma mesma e única coisa para encontrar a felicidade.

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E, assim, o mundo pode estar se perdendo em uma ideia fixa de que o futuro, a prosperidade, estará nas grandes tecnologias, na dominação total da medicina. Só que, na verdade, já é possível perceber uma busca por outros desejos, quando vemos a espiritualidade crescendo, quando sentimos que o consumo exagerado já não é mais o único tema abordado pela mídia – pelos comerciais. Vemos algo um pouco diferente, queremos nos emocionar, queremos voltar a ter sensações puras e íntimas que deixamos escapar por entre os dedos na busca por algo de concreto e teoricamente certo, assinado por especialistas e doutores.

Na ânsia pela segurança, descobrimos que temos mais do que precisamos e continuamos sem saber o que será do dia de amanha. Sentimos medo, ficamos tristes, estamos sozinhos… esse é o tal mas estar da pós-modernidade do qual tanto fala Zygmunt Bauman… Isso é um fato, uma realidade. Seremos eternamente incapazes de saber o que será do futuro, mas podemos experimentar novos caminhos e, assim, quebrar um pouco da rigidez de nosso tempo. Podemos ser otimistas. Vale ser otimista!

E na moda, onde isso entra? Entra na história de sair da zona de conforto, de saber que para conquistar o novo é preciso tentar algo de diferente. Já não há mais certo ou errado, há adequado e inadequado. Temos um mundo de possibilidades e ainda assim estamos insatisfeitos com nossa imagem?! Vamos mudar essa história, em busca de autoestima elevada e satisfação pessoal. Vamos parar de postergar o bem estar. O sistema da moda está repleto de cenários e podemos tirar proveito dessas muitas chances que as marcas nos oferecem. Talvez a confiança com nossa imagem está nesse novo caminho, nesse tal novo começo falado por Morin. Nossas virtudes visuais, ou nossas capacidades, não precisam mais estar adormecidas. Vamos nos permitir uma metamorfose, vamos abraçar a felicidade. Sonho?! Talvez sim, talvez não.

Texto publicado, originalmente, em 23 de fevereiro de 2012.