Conversinha Fashion » 2016 » fevereiro
27 fevereiro 2016
Para acertar no visual da entrevista de emprego

Nem se discute mais o impacto da primeira impressão. Ele existe e é forte. Neste sentido, são várias as teorias que analisam em quantos segundos essa tal primeira impressão é formada. Mas, em média, varia entre algo como 1 e 10 segundos. Ou seja: em um piscar de olhos, no tempo do primeiro cumprimento, já é possível que você já tenha criado ideias sobre uma outra pessoa (e vice-versa).

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Imagine o valor disso em uma entrevista de emprego. É gigantesco! Então não há motivos para minimizar a importância do visual. Ele faz parte do pacote, junto da sua atitude e das suas competências. Ali, em poucos segundos, você está sendo avaliado. Estudado. E, um erro no visual pode mudar toda a percepção que a outra pessoa terá sobre você… prejudicando até mesmo a forma com que ela escuta as suas opiniões ou avalia as suas respostas. Somos um pacote. Nossa imagem faz parte. Vai além de beleza. É questão de adequação ao momento e à oportunidade.

Quer saber mais? Vem comigo para conferir algumas dicas simples (e básicas) para acertar no visual da entrevista de emprego.

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25 fevereiro 2016
Uma confissão: pra hoje, o que eu queria era um motivo para comprar

Gostaria muito de ser totalmente equilibrada e centrada. Daquelas que não derrapa nunca. 100% focada e determinada em todos os aspectos da vida. Mas, só sou assim em alguns poucos pontos. E acho que se assim fosse em tudo (do tipo que se diz “a rainha da perfeição”) não entenderia tão bem os sentimentos e as emoções que levam as pessoas à comprarem tanto por impulso, sem nem perceber.

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Hoje, por alguma razão, tudo o que eu queria era comprar. Comprar alguma coisa. Qualquer coisa. Um tapete. Ou talvez um tênis. Quem sabe uma passagem de avião. O que eu precisava é de um motivo que me fizesse sacar mão do cartão de crédito e finalizar alguma aquisição. Qualquer uma.

Pode parecer maluco, mas sei que há quem me entenda. E não são poucas pessoas. Há algum tempo eu terminaria o dia com um e-mail de confirmação de compra na minha caixa de entrada, seguido pela inconsequente sensação de arrependimento. Natural. O famoso “comprei, mas e agora… tudo segue igual”.

Porém, como uma viciada em drogas, uma viciada em compras em recuperação conhece os passos da dependência. Não que eu tenha chegado ao ponto máximo do problema, mas há algo que sempre me fez ficar em alerta… talvez os casos já escutados, as situações com as quais trabalhei ou o número de episódios de “Acumuladores” que já assisti. Televisão também é útil, gente.

Pelo que vi, li, conheci ou fiquei sabendo, passei a dominar (também por necessidade) os impulsos que me cercam. Preciso do tapete, mas ainda não é a hora. Nem encontrei o tapete ideal. Minha cara metade. E, por mais que os 30% oferecidos no produto pareçam tentadores, eles continuarão ali por um tempo. E vão e voltam. Como sempre.

O tênis, claro, também continuará disponível. Até que eu precise, mesmo, de outro. Sei que não vou ficar descalça. O que tenho com esse jogo de perguntas e respostas que me faço é a tentativa de acalmar ansiedade que bate. E que estimula esse consumo. Aquele que hoje ficou tão mais fácil e rápido, disponível em um clique. O que é bom em alguns pontos, também é horrível em outros.

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Pode ser que eu esteja, sim, misturando sensações. O sono, com vontade de comprar. A vontade de comer doce (eita Quaresma), com a vontade de comprar. A ansiedade, claro, com a vontade de comprar. Porque eu tenho tudo o que preciso. E tenho muito mais do que o necessário. E mesmo se eu perder tudo, ter saúde me basta.

E é assim que acaba um dia levado por impulsos consumistas. Pela vontade louca de comprar alguma coisinha. E não comprar nada, nem mesmo pedir uma comida pelo aplicativo, é uma vitória. Daquelas que te mostra que é você quem manda. Que é você, em sã consciência, quem dá as ordens no seu cartão de crédito e, claro, no seu guarda-roupa.

Bjs., Amanda M.

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23 fevereiro 2016
Sobre a Consultoria de Estilo a Distância

Sou Consultora de Estilo desde 2007. Foi há quase dez anos que fiz o meu primeiro curso em Consultoria de Imagem, recém saída da faculdade de Design de Moda. Desde as primeiras clientes eu já ensaiava alguns atendimentos online, com etapas virtuais. Era tanta gente de lugares diferentes buscando melhorias na imagem que algo precisava ser feito. Deu certo. Fiz disso um serviço. Conquistei clientes/amigos virtuais que perduram até hoje e que me alegram quando aparecem de volta na minha caixa de e-mail com uma dúvida ou com uma simples mensagem de “olá”.

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De lá pra cá muita coisa aconteceu. O serviço mudou. Minha forma de enxergar a moda também mudou. O setor, então, mudou demais! Mas, nunca o atendimento foi tão atual.

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Neste vídeo conto pra vocês um pouco mais sobre o serviço de Consultoria de Estilo a Distância, esclareço dúvidas e explico como funciona. Na verdade é bem mais legal do que parece. E ficamos bem mais próximas do que se pode imaginar… Skype está aí, minha gente.

Ah! Inscrevam-se no meu canal para acompanhar os vídeos em primeira mão! E, em caso de dúvidas, me escrevam no amanda@amandamedeiros.com.

E.... novidade: assinem a minha newsletter (logo aqui ao lado - 
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Eu prometo: vestir bem não precisa ser tão complicado! =)

 

21 fevereiro 2016
Três razões para desapegar!

Não existe mudança sem desapego. Não há como realizar uma transformação sem deixar algo ir. É básico na nossa vida abrir mão do que é velho – ou do que já não é útil – para abrir espaço físico e mental para o novo.

Clueless

Cher em As Patricinhas de Beverly Hills

No entanto, mesmo tendo em mente a importância do desapego, por vezes alimentamos desculpas que nos fazem não querer dizer “adeus” para coisas sem importância que lotam o nosso guarda-roupa. Assim, vestir fica supercomplicado… e difícil… e penoso… Ninguém merece!

Vem comigo que te conto três razões básicas para desapegar de um item de moda. E não se esqueça de se inscrever no meu canal no YouTube!

19 fevereiro 2016
Poás – ou bolinhas: características e efeitos

Poás ou as boas e velhas bolinhas. Pra muitos uma estampa divertida, para outros um símbolo de elegância. Seja como for é o tipo de padrão que mexe com as emoções, do ame-o ou deixe-o, ao famoso “não sei como usar”.

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O efeito da estampa na silhueta, como em qualquer e todo outro caso, vai depender muito das características da mesma. Como já foi dito Roupas que emagrecem ou engordam?, o que importa é a combinação de certos detalhes. Afinal, o que define o impacto de uma peça estampada nas proporções do corpo é: o tecido, seu caimento, o tamanho da estampa e a relação entre a cor de fundo e a cor de destaque. Parece complicado, eu sei, mas não é.

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De maneira geral (o que não é uma regra) no caso específico das estampas de bolinhas:
– Quanto maior a bola, mais peso visual acrescenta;
– Quando maior o contraste entre a cor de fundo e a cor da bolinha (ou bolona), mais peso visual acrescenta
– Quanto maior o volume da peça estampada (quanto mais cheia ou larga); mais aumenta

Ou seja, combinando vários fatores que ampliam as proporções do corpo o resultado é…. mais peso visual, que é a tal sensação de que a roupa engordou. Ou, de que a estampa de poás te deixou com a silhueta mais volumosa. O que, vamos considerar, não precisa ser algo exclusivamente ruim.

Se formos avaliar, caso por caso, existem mulheres que gostariam de valorizar a região do quadril… então, um truque para aumentar a região é positivo! =) O mesmo vale para quem pensa em dar uma reforçada na região dos seios. Sabe? Existem tantas mulheres, tantos corpos diferentes, tantas necessidades… 

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Entre bolinhas e bolonas, as bolotas podem ter até mesmo personalidades diferentes. Uma estampa de poás agigantados é muito mais dramática e criativa do que uma de mini poás, que gera um efeito mais clássico e elegante.

Há, também, os poás multicoloridos. Um carnaval de alegria. Ou, então, o mix de estampas com bolinhas e flores, bolinhas e listras, bolinhas e tudo o que você quiser. Pura ousadia.

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E o que acontece quanto as bolinhas são espaçadas, quase que solitárias na peça? A estampa não acrescenta tanto peso visual. O efeito é bem diferente daquele encontrado no padrão que mostra os círculos bem juntinhos. Vê o número de fatores?

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No final, seja como for, o que importa é gostar da estampa, encontrar uma modelagem que te valorize e se divertir. Nem todo poá é igual, mas com certeza por aí existe um que é a sua cara!

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