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27 janeiro 2016
Sobre as tais peças curingas: e aí?!

São muitas as listas, planilhas e regras que juram que é possível padronizar em uma só referência tudo o que as mulheres (ou homens) precisam ter no guarda-roupa. Nos manuais de estilo, e até mesmo na literatura do assunto, é comum encontrar promessas de peças curingas que são capazes de transformar o modo de vestir – e, claro, facilitar o dia a dia.

closet

Normalmente, a composição tem como base: camisa, blazer, calça preta, vestido tubinho, sapatilha, scarpin nude, entre outras peças que aparecem para suprir a expectativa de ter utilidade em todo e qualquer guarda-roupa. Mas, sejamos sinceros. Não é sempre assim. O que funciona, e cai bem para um, não vai, necessariamente, funcionar para outro. 

Isso se dá porque nós somos pessoas diferentes. Com necessidades diferentes. E, claro, silhuetas das mais variadas. E todo mundo é obrigado a gostar de uma camisa branca? Claro que não.

As peças coringas existem. Mas, a mágica delas é que elas variam de caso para caso – de pessoa para pessoa. Em cada guarda-roupa existe um tipo de referência que combina com um número incrível de outras peças. Ou, ao menos, deve ser assim. São, geralmente, opções que compõem looks com outra meia dezena de peças… capazes de salvar o dia (ou a noite). São itens de ligação, a estrutura do seu vestir diário.

Pois então. Todos nós temos que ter no guarda-roupa peças curingas. Mas, são os nossos curingas… seja uma calça jeans preta, ou uma calça branca, ou uma calça bege, ou uma calça de linho… sabe como?! A questão é que existam as tais peças que são a representação da versatilidade.

E como descobrir se uma peça é curinga no guarda-roupa? Ela combina com várias outras peças do guarda-roupa; sua cor, textura ou aparência é neutra e ela te salva quando você precisa. E aí?!

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