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04 janeiro 2016
As minhas 5 metas – de moda e imagem – para 2016

Ano novo, metas novas. Não é assim que funciona? Temos a tendência de celebrar a chegada de um novo ano, ou o fechamento de um ciclo, com o desejo de realizar conquistas, traçar objetivos e, claro, seguir em busca de coisas diferentes. Quando generalizamos, e reunimos em uma única lista sonhos de todas as esferas de nossa vida, o céu é o limite! Mas, também é legal segmentar os planos a um único segmento. Do tipo: vida pessoal, vida profissional e, por que não?, o relacionamento com o guarda-roupa e com a moda.

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Por aqui, tenho alguns planos. Ou, digamos, objetivos. Que incluem, claro, questões ligadas a estética – e que afetam diretamente o visual. Afinal, não há como pensar em uma roupa legal, que combina com o que somos e queremos ser, sem ser complementada por um acertado corte de cabelo e uma maquiagem bacana.

O que tenho para mim pode, claro, valer para qualquer pessoa. Ou, então, servir como referência para que outros criem suas listas. Mesmo porque a nossa imagem pode e deve estar sempre em constante processo de evolução. E estamos a todo instante descobrindo novas referências, admirando outros tipos de imagens e nos cansando de coisas que fizeram parte da nossa maneira de vestir. Então, mesmo que estejamos bem com o visual, com a autoestima em dia, é possível buscar formas de aprimorar a imagem para garantir aquela empolgação extra ao se deparar com o espelho. A gente sempre quer mais e mais confiança! Não é?! É o tipo de exagero que agrega. Então, vamos lá.

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1. Comprar menos fast fashion. Durante muito tempo, e por muitas vezes, a modinha das grandes redes de fast fashion foi a minha salvação para eventos de última hora, roupas do dia a dia, ou mesmo aquele tipo de compra sem pensar (o consumismo puro). E, devo admitir, que apesar de pregar a compra pensada eu também erro. É lógico. Esse ano, ou a partir de agora, pretendo virar a cara de vez para compras de impulso, evitar ao máximo roupas de baixa qualidade e investir em poucas e boas aquisições. Aquelas que vão durar muito tempo no meu guarda-roupa. Gosto da roupa como marca registrada, a peça que eu posso mudar a cara com outros complementos, com combinações divertidas e com acessórios inusitados. E, por ter formação em moda e conhecer as raízes da criação e da indústria, sou dessas que admira a boa criação, o acabamento de alta qualidade, assim como um bom tecido e uma textura envolvente.

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2. Desapegar mais e mais. Se há algo que prego, e pratico, é o desapego. Se me deixarem distraída perto de um guarda-roupa qualquer posso, até mesmo, desapegar das roupas alheias sem autorização. Acho essencial abrir mão do que está parado para dar espaço ao novo. E isso é algo que vai muito além das roupas e da moda. Vale para a vida! E, claro, para as coisas de casa, para tranqueiras, para tudo… Porque quando damos muita atenção para coisas materiais estamos deixando de valorizar alguma outra coisa. Ou seja, é preciso fazer a energia rodar. Há quem acredite, ou goste, da venda por meio dos sites de usados. Eu, salve itens de maior valor, acredito na doação pura e simples. Mas, é lógico, respeito todas as escolhas (e para cada momento há um tipo de necessidade).

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3. Colocar mais cor na vida. Se no meu guarda-roupa as cores nunca deixaram de aparecer, na maquiagem elas ficaram em segundo plano. E, na beleza do dia a dia, acabei ficando com o básico. Traduzindo: com a solução mais confortável. Espero por agora conseguir aproveitar todos os batons que tenho – principalmente os muitos vermelhos, rosas e roxos – além de explorar sombras e variações nos detalhes. Quando optamos por ter menos roupas, ou fazer menos compras, temos na maquiagem uma boa solução para dar uma variada no visual. E garantir bons resultados.

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4. Seguir firme com os cachos. Decidi parar de fazer escova progressiva. O que me levou a voltar a usar o cabelo cacheado. Seria ótimo se ele instantaneamente voltasse a ser o que era, ou foi, antes… há 15 anos, no mínimo. No entanto, é preciso paciência. E, enquanto ele se rebela como um dependente químico (literalmente) eu vou me segurando para não ir correndo ao salão, aos gritos, pedindo por um alisamento qualquer. Nos dias bons, no entanto, como um paciente em reabilitação, as coisas são ótimas e os cachos aparecem combinados a um leve volume. Aparentemente encontrei os produtos acertados para o momento. O que, claro, pode mudar de uma hora para outra. Ou seja, cuidar do cabelo é uma prioridade.

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5. Não deixar o meu corpo limitar as minhas escolhas. Eu sei que pode parecer uma grande bobagem, mas ao mesmo tempo sei que não é. Trabalhando há tanto tempo com consultoria de estilo entendo perfeitamente as inquietações que cada mulher sente com seu corpo, o que magoa, o que mexe, o que incomoda… e, claro, sei como isso pode afetar diretamente a forma de vestir e as escolhas do dia a dia. Não tenho como objetivo emagrecer. Talvez tenha como desejo me exercitar mais (muito mais pela saúde do que pela silhueta, em si – sei que minhas roupas devem vestir o meu corpo e não o contrário). Só que vez ou outra vivo incomodada com meus braços. Então, fujo das blusas sem mangas, dos vestidos abertos demais, ou mesmo das roupas que vão revelar detalhes da gordurinha do braço. Mas, eu cansei! Não preciso disso. Não vejo tanta necessidade em ficar limitando as escolhas por detalhes tão pequenos. Mesmo porque eu não passo o meu dia olhando para as mulheres na rua e analisando se o braço da fulana ou da beltrana é fino ou grosso. Ou seja, alguém se importa, mesmo, com isso?! Acho que limitar as nossas decisões do vestir apenas por questões da silhueta é um tanto quanto tenebroso. Eu tenho noção plena, claro, do que fica e o que não fica bem em mim – e que isso faz a diferença. Conheço as modelagens, cores, formas e isso já é o suficiente para um bom resultado. Ficar obcecada com não mostrar os braços e morrer de calor já é um pouco demais. =)

Bjs., Amanda M.

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