Conversinha Fashion » 2016 » janeiro
28 janeiro 2016
As Barbies mais incríveis de toda a história

Barbies altas, magras e loiras. O padrão ficou para trás. A mudança de fato aconteceu com o lançamento da nova linha de bonecas de uma das marcas mais consagradas do mercado infantil, com quase seis décadas de história. Agora, a Barbie chega em três variações de corpo: curvy, petite and tall (algo como curvilínea, mignon e alta). As silhuetas são acompanhadas por estilos variados e, por vezes, ousados, com direito a cabelos em duas cores e penteados diversos – do tradicional loiro com ondas ao moreno liso, passando por curtos, cacheados ou crespos.

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Já há muito tempo falava-se sobre a necessidade de uma transformação na gama das bonecas em questão. A inserção de outras formas, tipos e cores seria capaz de gerar mais representatividade. Sim, claro! Uma maneira das novas gerações se enxergarem lindas e completas em suas características.

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Talvez seja o fim de um ciclo que limita a beleza suprema a um determinado tipo de padrão para o começo de outro, no qual todo mundo pode e deve se sentir linda e incrível com suas características físicas – sejam elas quais forem – e desejos de expressão por meio do estilo pessoal.

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Alta, baixa, quadril largo, ou fino; cabelos crespos, ondulados, ou lisos. Há tantas formas de beleza! E na forma de se mostrar… também!

É claro que essa não é a primeira vez que uma boneca ganha medidas mais próximas a realidade das mulheres. Mas, é um marco, por ser com a Barbie. E aos que dizem que é o fim do reinado da Barbie perfeita, uma correção: este é o começo do reinado de Barbies, agora sim, perfeitas.

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27 janeiro 2016
Sobre as tais peças curingas: e aí?!

São muitas as listas, planilhas e regras que juram que é possível padronizar em uma só referência tudo o que as mulheres (ou homens) precisam ter no guarda-roupa. Nos manuais de estilo, e até mesmo na literatura do assunto, é comum encontrar promessas de peças curingas que são capazes de transformar o modo de vestir – e, claro, facilitar o dia a dia.

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Normalmente, a composição tem como base: camisa, blazer, calça preta, vestido tubinho, sapatilha, scarpin nude, entre outras peças que aparecem para suprir a expectativa de ter utilidade em todo e qualquer guarda-roupa. Mas, sejamos sinceros. Não é sempre assim. O que funciona, e cai bem para um, não vai, necessariamente, funcionar para outro. 

Isso se dá porque nós somos pessoas diferentes. Com necessidades diferentes. E, claro, silhuetas das mais variadas. E todo mundo é obrigado a gostar de uma camisa branca? Claro que não.

As peças coringas existem. Mas, a mágica delas é que elas variam de caso para caso – de pessoa para pessoa. Em cada guarda-roupa existe um tipo de referência que combina com um número incrível de outras peças. Ou, ao menos, deve ser assim. São, geralmente, opções que compõem looks com outra meia dezena de peças… capazes de salvar o dia (ou a noite). São itens de ligação, a estrutura do seu vestir diário.

Pois então. Todos nós temos que ter no guarda-roupa peças curingas. Mas, são os nossos curingas… seja uma calça jeans preta, ou uma calça branca, ou uma calça bege, ou uma calça de linho… sabe como?! A questão é que existam as tais peças que são a representação da versatilidade.

E como descobrir se uma peça é curinga no guarda-roupa? Ela combina com várias outras peças do guarda-roupa; sua cor, textura ou aparência é neutra e ela te salva quando você precisa. E aí?!

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25 janeiro 2016
Um jeitinho no jeans…

Muito se fala sobre a calça jeans e a peça está, sem dúvida, entre as queridinhas entre as mulheres. Não é por menos. A peça é versátil e, quando na modelagem certa, valoriza a silhueta. Mas, acertar no modelo pode não ser tão simples… existe a dificuldade na hora de encontrar a peça ideal, no tamanho perfeito. É uma combinação de fatores. Um truque, válido, é comprar um jeans justo e deixar o tecido ceder… o que muito se aplica principalmente nos casos sem elastano (aqueles jeans menos maleáveis).

É fato que o jeans, após alguns dias de uso, tende a amolecer um pouquinho e a justificativa pra isso é bem simples. O tecido quando submetido a lavagens e tratamentos pode ficar cheio de uma goma (será que essa é a palavra certa?) que sai com o tempo. Por consequência, a peça fica menos dura e estruturada depois de alguma “atividade”. Daí, claro, a calça passa a vestir um pouco melhor. Então que comprar um jeans um pouquinho justo (mas só um pouquinho mesmo) não é lá tão má ideia.

Pra peça ceder logo, rápido, pode-se lavar o jeans em água fria com o número máximo de ciclos que a máquina permite… sem colocar sabão e nem nada…. só bater e centrifugar. Depois, sem passar, restar vestir e… voila! Pronto. O jeans depois de lavado já ‘assenta’ beeeem melhor. A peça perde um pouco da aparência dura e grossa. Assim, ele fica menos justo e sufocante.

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Aquele jeans perfeito que abraça as curvas da silhueta: sim, é possível. Peças com elastano, claro, ajudam…

De toda forma, são escolhas. É importante conhecer o corpo, o jeans, os limites da tecnologia têxtil, que aqui não opera milagres. Não vale comprar uma calça que não entra, que não sobe, que não fecha… a diferença é mínima! O tamanho da peça não vai aumentar só por causa de uma lavagem. Funciona com aquela calça que está quase perfeita. E o jeans larguinho, no provador, logo mais vai ficar frouxo, então será necessário providenciar um ajuste – ou um cinto. Sabe como?! É tipo um sapato novo.

Post originalmente publicado em 27 de janeiro de 2010.

22 janeiro 2016
A coragem de ser imperfeito

Para muitas mulheres, a perfeição estética não chega a ser um objetivo. Esta meta, no entanto, cede lugar a outros tipos de cobrança tão pesadas quanto àquelas relativas ao visual. O perfeccionismo que influencia a maneira de agir e pensar acaba servindo como um bloqueio que limita as experiências de quem não consegue se entregar completamente à vida por medo de possíveis julgamentos ou, mesmo, pelo receio de não ser pleno ou perfeito.

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Viver na margem, no desejo da tentativa, na vontade de um dia conseguir, gera mágoas e estragos permanentes, tais como insegurança e baixa autoestima. Mais do que isso, é um tipo de escolha que superficialmente até protege (naquele momento ou fase da vida), mas que faz com que o passo além não aconteça jamais! É preciso viver com ousadia, abraçar cada uma de suas imperfeições e fazer do querer um experimento. Em um jogo de tentativas e erros, as chances ao menos existem… sejam elas meio a meio ou, talvez, até mesmo menores do que isso. O que não se pode é pensar que um mau presságio ou o receio do possível resultado negativo bloqueie o tentar.

Em “A coragem de ser imperfeito”, livro de Brené Brow, este assunto é tratado com muita delicadeza, sendo mais do que um livro motivacional. A autora, responsável por uma das mais assistidas palestras do TED, explora o poder da vulnerabilidade e indica razões e maneiras para abrir mão da vergonha – aquela que carrega o estigma do erro e do fracasso.

A leitura é, mais do que tudo, muito indicada para quem não está 100%  de bem com a vida. Afinal, se mexer, mudar algo, renovar-se com referências e novas inspirações é essencial para traçar um caminho que leve ao acerto. Porque, mais ora, menos ora, algo tem que ser feito. E repensar a maneira de agir e de se comportar é a base para fazer acontecer.

Como Brené Brown cita em um dos capítulos do livro, “os momentos mais fortes de nossas vidas acontecem quando amarramos as pequenas luzinhas criadas pela coragem, pela compaixão e pelo vínculo, e as vemos brilhas na escuridão de nossas batalhas”. Poderoso, não?!

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19 janeiro 2016
“Eu não tenho estilo!”

Muito se fala sobre estilo e identidade visual. E, por vezes, quanto mais se fala… mais complicado o assunto fica. Com isso, é muito comum que alguém sinta que não tem estilo, sendo que isso, literalmente, não é muito possível… Estilo é como a materialização, em roupas e acessórios, da personalidade, dos sonhos e do estilo de vida de uma pessoa. É um tipo de representação estética de características não palpáveis. Ou seja: todo mundo tem estilo! Por vezes, só não se sabe bem qual… ou não se sente bem com o estilo incorporado.

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E como conhecer o seu estilo? Acredite: é simples. O estilo (em termos de imagem) nasce daquilo que você considera bonito. Do que lhe emociona, inspira, motiva, do que faz com que você se sinta forte e confiante. É um mix que gera uma troca. Você usa o que lhe faz bem e, com isso, sente-se bem. A roupa, então, ganha muito mais significado quando usada pela pessoa certa.

O que define o seu estilo?

  • A sua personalidade
  • O que você considera bonito
  • Seu estilo de vida
  • Seus hábitos
  • Aqueles sonhos e desejos secretos (pessoais e profissionais)
  • O seu jeito de encarar o mundo

 

Mas, se questões de estilo são tão simples, porque pode haver essa falha de comunicação entre o que somos e transmitimos? Porque prestamos pouca atenção as entrelinhas. E podemos acabar levados pelas tendências, pelos modismos, pelas ideias e costumes do grupo. No entanto, nunca é tarde para reavaliar a imagem e encontrar a tal identidade visual desejada. Não precisamos nos contentar dom um guarda-roupa que não funciona. Nossa essência merece essa atenção.

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