Conversinha Fashion » 2014 » agosto
28 agosto 2014
O que a vida quer da gente é coragem

Estamos sempre presos, amarrados, na nossa zona de conforto. São cordas invisíveis que nos deixam enjaulados na segurança de uma única situação, na sensação de bem estar, de fazer sempre o mesmo, de repetir comportamentos, de já saber o roteiro de cada passo e de cada movimento. Assim, como numa dança com passos já perfeitamente ensaiados, começamos sempre no mesmo lugar para terminar, como sempre, com um mesmo resultado. O que já nem comove mais, já nem toca, envolve ou desafia, também não emociona.

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É prático. Não há como negar que acabamos assim sem nem perceber… Vestindo as mesmas roupas, cozinhando os mesmos pratos, assistindo aos mesmos programas, permanecemos infelizes nos mesmos trabalhos. Mas, para quem se atenta aos sinais – aos trancos – recebe chances e oportunidades. Em cada susto, em cada queda, uma oportunidade para mudar, para fazer diferente, para escrever outra história. Se algo choca a calmaria, desinquieta o coração, é porque pede por uma mudança. Pede por coragem. Porque, se o momento passa, tudo volta ao mesmo lugar. E a poeira baixa, a tempestade dá lugar ao sol e tudo pode voltar ao mesmo posicionamento de antes, se não nos agilizamos para fazer – e ser – a mudança tão essencial para crescermos em nossas vidas. Se acomodados, estaremos sempre ali, no meio termo, aceitando o mais ou menos. O tal do “está ruim, mas está bom”, que suga nossa felicidade em potencial. Chega disso. Abrace seus desafios.

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19 agosto 2014
O tênis da vez: slip on

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Conforto, conforto e conforto! Se esse desejo te persegue vale experimentar uma das tendências da vez – slip on. Febre nos anos 90, esse tênis é, acima de tudo, muito fácil de usar e combinar. Vai com tudo!

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Para quem quer quebrar um pouco da esportividade do modelo, é legal apostar no calçado decorado com estampa de onça, ou mesmo nos que recebem cores vivas ou mesmo brilho para dar um up na peça. Aplicações como bordados ou tachinhas também aparecem. Se o liso já é suficiente, tudo bem! O resultado é garantia de versatilidade.

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Com vestido ou saia, o resultado é contrastante, como um mix entre feminino/masculino. Já com calça, a pegada esportiva ganha força. Vai encarar?! Marcas como Arezzo, Schutz e Luiza Barcelos já fizeram suas versões.

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12 agosto 2014
Sem motivos pra ser mediano

Poucas coisas são tão incríveis como a sensação de fazer algo novo. O medo que se mistura a coragem; o receio que se perde no desejo de se aventurar; a insegurança que dá lugar a vontade de chegar aonde se quer chegar. Entre o pânico o a afirmação de “sim, eu posso” – ou eu quero, sei lá – há um instante quase que de segundos no qual o tempo congela e que, sem nem perceber, já sabemos lá no inconsciente se seremos ou não capazes de enfrentar o novo desafio.

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E isso, bom, isso é o que separa os homens dos garotos… as meninas das mulheres. Há horas nas quais é necessário jogar tudo para o alto e se libertar de tudo aquilo que te ensinaram tempos atrás. Das regras que colocaram na sua mente. Das proibições que te disseram ser, de fato, o que não chegam a ser. Como bons aventureiros, ainda que no pensamento (talvez mais das ideias do que, de fato, uma desbravadora do mundo), acabamos viciados nessa adrenalina da descoberta. Nessas coisas que nos mostram que podemos ir muito além do quadrado, da zona de conforto, que a caixinha é muito pouco.

Em síntese, não se trata de fazer ou se aventurar pelo que é modinha. O que dizem as listas, os livros, os guias. Seguir profissões e caminhos que parecem promissores pelos gurus do futuro, pelos visionários da fortuna e da felicidade.

Para ser e estar fora da caixinha não é preciso muito. É preciso, somente, dar ouvidos ao que seu terceiro sentido te diz, todos os diz, entre as vozes que ocupam nossa vida. Entre os suspiros de “estou bem aqui”, ou “já fui longe o bastante” há algo. Depois que se percebe o quanto é bom se surpreender, não há como voltar. Ficamos viciados na novidade. E a vida do mesmo, todo dia, o mediano, já não basta. E por que bastaria?!

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04 agosto 2014
Só no truque: amarrado na cintura

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O mais legal na forma de usar e combinar as roupas é apostar nos inúmeros truques de styling existentes. Entre eles, uma peça amarrada na cintura – seja camisa, agasalho ou casaco – pode dar um charme a mais no visual.

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O resultado é despretensioso, uma escolha pelo conforto. E é mais legal ainda quando a aposta faz um sentido e está ali para ser usada a qualquer momento! É bacana para aqueles dias nos quais ficamos muitas horas fora de casa (e um ventinho pode bater) ou mesmo para quando temos dúvidas sobre a temperatura. O tal: e se esfriar?!

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Algumas peças acrescentam menos volume no quadril e funcionam bem em qualquer silhueta, como é o caso da camisa. Amarrada na cintura ela encontra quase que o seu lugar ideal, ainda mais quando combinada a jeans (seja short ou calça).

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Os moletons e jaquetas também podem ser outra opção. Daí o nó pode ser mais emboladinho para não ficar saltando na frente da silhueta ou mesmo pode ser feito estrategicamente mais solto, para a peça cair um pouco no quadril. Aquelas coisas que observamos no espelho e que, aos poucos, vamos descobrindo qual a melhor opção para o nosso corpo.

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01 agosto 2014
Desligue a TV e vá fazer qualquer coisa

O tempo passa. E passa rápido. E quando a gente menos percebe, o dia já acabou. Se há nesse meio tempo uma televisão ligada, aí é que o tempo voa. E voa ligeiro. Num piscar de olhos. O que pode ser companhia, fonte de informação, diversão ou placebo para a solidão também pode aumentar a tristeza, agravar a sensação de vazio, ou mesmo piorar o que não deveria ficar – ainda – pior. Sabe como é. Tentar fugir dos problemas, ou da falta deles, não adianta nada. No ócio do que consome está algo que toma não apenas o tão precioso tempo, mas também a capacidade de pensar e criar.

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Faça um teste: experimente chegar em casa e não ligar a televisão. Curta o som do silêncio, os barulhos da rua ou mesmo a ausência de ruídos. Fique bem com seus pensamentos, com suas ideias, com suas dúvidas… vai que daí, ao encarar o vazio, não surge uma resposta?!

Não é na novela, no seriado, na reprise do filme ou no telejornal (que repete a informação que você já leu no impresso – e em quatro portais) que estará algo novo. Se há, em algum canal, um programa daqueles muito especiais que realmente acrescenta algo de bom, se dê um tempo… permita-se conferir o que está ali, mas dedicando os pensamentos ao que está passando na tela, e não apenas deixando a imagem e o som invadirem o cômodo enquanto corpo e mente entram em modo stand-by.

Não é o tempo que é pouco. São as horas que se perdem entre tantas ocupações. Daí mais um motivo para se ocupar com o que realmente acrescenta alguma coisa. Acha mesmo que ficar de molho em frente a TV faz tão bem?!

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