Conversinha Fashion » 2014 » julho
30 julho 2014
A nova tendência pra não copiar…

Que atire a primeira pedra que nunca se deixou levar por uma tendência, digamos, duvidosa. Depois das calças jeans levemente destruídas, apareceram, agora, as calças jeans completamente esburacadas. Algumas blogueiras já aprovaram. E você, vai investir?!

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Não sei muito bem de onde os senhores das tendências decidem o que vai, ou não, pegar. Adoraria saber. Mas, a gente já sabe que tudo isso parte claramente de um ciclo no qual alguns criam, outros – que ditam moda – usam, uns copiam e assim se alimenta o tal “tem que ter”. Mas, sejamos sinceros. Não há como entender, com facilidade, o que leva alguém a gastar (e muito) com uma calça jeans que, aparentemente, foi atacada pelo cachorro ou ficou presa na máquina de lavar para ter passado por um estrago tão grande!

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Ok, ok. Talvez não seja lá tão péssima assim. Mas, é! Até porque não funciona bem em todas as silhuetas… a minha, a sua, a nossa. Reveladora como é, uma calça que é cheia de gigantes recortes/rasgos/buracos – chame como quiser – acaba mostrando muito (ou demais) das pernocas. É quase como uma mini saia ou micro short.

Então, fazendo amizade com as botinhas cheias de corrente da Chanel, que foram exaustivamente copiadas pelas nossas marcas nacionais, essas peças vão para aquele mundo paralelo, dos superfashionistas, que se alimentam de peças absurdamente esquisitas para se fazer notar. Quer tentar?! Boa sorte. Em três meses já perdeu a graça.

Nada contra ter personalidade. Usar o que tem vontade. Se expressar através do visual. Só acho importante lembrar que tudo isso só é válido se for feito por pura vontade própria e não pelo desejo de copiar ou pertencer. Se for pra copiar, existem outras opções melhores…

28 julho 2014
Jeans flare, para todas

Nem toda calça jeans é tão justa – no sentido da equidade, mesmo – como a flare. Trata-se de uma peça muito interessante, pois cai bem em diversos tipos de silhueta e valoriza desde as curvas das mulheres magrinhas às voluptuosas.

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Sua modelagem ajustada nas pernas e levemente ampla na barra acompanha com naturalidade o movimento que o corpo feminino faz, com isso funciona bem para ressaltar os pontos que gostamos de salientar (como bumbum e cintura) e ajuda a alongar as pernas, o que para a maioria das garotas é algo desejado.

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A cintura alta ideal para quem quer aumentar bastante o quadril e valoriza a região. Vale combinar com camisetas ou blusinhas curtinhas ou peças ajustadas.

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Combinar com peças mais soltinhas na porção superior é bacana para quem quer compensar o peso visual do quadril, ou seja, equilibrar as proporções. O resultado é ótimo e funciona muito bem, por exemplo, com camisas usadas para fora ou mesmo na sobreposição de peças.

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23 julho 2014
Faxina virtual: liberte-se

Difícil saber o que é real em meio a uma vida repleta de amigos virtuais espalhados pelas mais diversas redes sociais. Entre tantos que publicam detalhes de sua rotina estão aquelas pessoas pelas quais nutrimos algum tipo de curiosidade indescritível. São aqueles que, para conquistar seus súditos, disseminam vidas fabricadas, feitas sob medida para se encaixar no padrão da perfeição, da rotina que em alguns momentos até mesmo lembra o cinema ou um seriado de garotas. São blogueiras de moda, saúde e beleza que entre dicas “imperdíveis” registram seu narcisismo – um Big Brother da vaidade.

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Aos que sentem-se mal por não ter uma vida tão fantástica (como supostamente essas outras são), uma lembrança: pouco ou nada há de real nas postagens virtuais – principalmente as que estão veiculadas a anúncios publicitários. Sim, pode ser uma generalização. Mas, bem sabemos que é normal e até mesmo aceitável selecionar apenas o melhor do melhor quando o objetivo é colecionar curtidas e alavancas a popularidade (ainda mais).

Se, ainda assim, a ideia de uma imagem virtual fabricada não serve de consolo, uma faxina virtual cai bem. Um tipo de exercício que é quase um desapego do vício das blogueiras que, em parte, incitam o consumo e exploram a vaidade como uma maneira de conquistar mais fãs. Afinal, é por meio da exibição da vida pessoal que elas (e até mesmo eles) conquistam seus seguidores. Por tal razão, obviamente, divulgar algo pouco interessante jamais é uma opção. O belo, então, se transformar numa obrigação. Uma “ode à perfeição”, um planejamento de momentos ensaiados para gerar um bom resultado. De repente, o “sair bonito na foto” ganha um outro significado ainda mais cruel para quem sofre por não pertencer. Para adolescentes é um jogo muito perigoso.

Deletar da vida virtual essa sombra que gera mal estar e deixar nas redes sociais apenas pessoas reais, ou inspirações plenas de algo que lhe move e motiva, ajuda a entender que somos muito mais do que o que temos e nossa vaidade não pode nos escravizar. Nossas referências devem ser mais do que itens de beleza, tendências e rotinas de exercício. Não podemos nos deixar levar nem por uma pontinha de inveja de uma vida que parece boa pela tela do celular. Mas, acredite, nem tudo é como parece. Ainda bem!

17 julho 2014
Felicidade sim e no que é simples

A vida não é feita apenas daqueles dias de festa, de viagem, de farra ou de extrema felicidade. Viver é passar por dias comuns e, na rotina, descobrir coisas novas com o que aprendemos entre um tombo e outro, entre cada batida do coração.

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Não dá pra viver (ou sobreviver) dependente do que é raro, como um viciado que aguarda ansiosamente a próxima dose. Precisamos descobrir o sabor da simplicidade e curtir a beleza do que não requer tanto esforço. Porque é fácil ser feliz em meio a cenários paradisíacos, em contextos pré-fabricados para a perfeição. O desafio é se manter pleno com o que se é. Se passamos dias após dias apenas aguardando o próximo momento feliz  – e perfeito -, de duas uma: estamos exigindo muito da felicidade ou não queremos ser feliz.

Porque há isso. Há aquele tipo de pessoa que gosta de interpretar a infelicidade e curte viver e reviver o drama como um agasalho, que aquece e protege de algo muito mais sério e profundo, que incomoda. E este nunca passa, pois se transforma em um acessório. Há, ainda, os que esperam muito da felicidade, quando a felicidade em si é realmente uma coisa simples – muito mais simples do que imaginamos. A questão é perceber o que é a felicidade para cada um. Aonde ela está.

Para ter essa tal felicidade como algo rotineiro, que cada um realmente merece (ou deve merecer), é preciso se despir de preconceitos e se entender com o que está aí. Por inteiro. Afastar fantasmas e fazer de cada dia um dia bom. Não precisa ser incrível… precisa que faça valer a pena estar vivo.

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11 julho 2014
Calças para chamar atenção

Diretamente da década de 70, as disco pants são perfeitas para quem gosta de mostrar as curvas

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Justas, com cintura altíssima e brilho, as disco pants são perfeitas para quem gosta de mostrar a silhueta e, principalmente, para quem gosta de brincar com looks que resgatam tendências de outras épocas.

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Nos pés, botas de cano curto e salto alto alto são complemento perfeito, assim como camisas jeans alongadas, que equilibram as proporções. A brincadeira com a terceira peça é muito bacana para esconder um pouco o quadril e evitar a vulgaridade.

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Os moletons também são uma boa opção de peça para combinar, assim como camisetas leves e tops cropped, que podem receber complementos como jaquetas e casamos para o inverno.

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