Conversinha Fashion » 2013 » novembro
28 novembro 2013
Por mais emoção ao se vestir

Não há mal algum em sair do padrão, do básico esperado, e ousar como fazem as fashionistas nas semanas de moda

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O sonho dos looks das semanas de moda de Paris e Milão nos contam uma história. Eles mostram o quanto a moda é fantástica e que há muito o que pode ser explorado na construção de um look ousado, fora do padrão, não no sentido de chocar, mas sim no saltar aos olhos.

Volumes, brilho, transparências, acessórios luxuosos (ao menos aparentemente) que se misturam com cabelos presos, maquiagem delicada, bolsas interessantes. São imagens que encantam, comovem e fazem nascer na gente uma vontade louca de, ao menos por um dia, ser incrível – o centro das atenções.

Se é assim, o que nos impede de querer se vestir com um perfume fashionista? O que nos faz ter vontades oprimidas, que nunca são exteriorizadas em looks fora da tendência e do padrão?! Talvez o medo de ser o centro das atenções, de arrancar elogios, de incomodar os que invejam aquilo que sai do lugar comum. Mas, se encanta, se é apaixonante, vale se entregar a essa imagem dos sonhos, ao menos nos momentos especiais da vida, naqueles que merecem mais cuidado, que foram feitos para ficar na memória. Pessoas reais também podem se vestir de maneira incrível. O que importa não é a etiqueta, a bolsa de grife, o solado vermelho – mas o que é diferente do demais. Por um pouco de brilho e glamour nas emoções que incitam nossas escolhas no ato do vestir.

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25 novembro 2013
12 coisas que você deve fazer por você

Pequenas mudanças de hábito, feitas sob a forma de lembranças para a vida, podem melhorar muito o astral e o espírito. Que tal?! Vale tentar

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1. Seja honesto com si mesmo. Não minta sobre sua situação financeira, sobre seus sentimentos e nem mesmo sobre suas vontades. Encare a sua própria realidade e não fuja de suas próprias emoções. Enfrente e abrace sua vida.

2. Cuide da sua saúde. Mantenha em dias seus exames e consultas médicas, evitando que seja preciso uma doença já instalada para se cuidar.

3. Não desperdice os seus dias. Todos os dias são importantes, até mesmo os dias de descansar – daí o valor de curtir curtir o ócio. Mas, não deixe o tempo passar sem que você perceba, então mantenha os projetos em dia e visualize suas metas. Tenha sob a vista listas, mesmo que mentais. O que eu quero? Onde quero estar?

4. Curta os pequenos momentos. Saboreie o almoço, delicie-se com o banho ao fim do dia, durma um pouco mais, pare tudo para observar a beleza de algo que lhe comove – o que é muito pessoal. Pare de correr e comece a viver cada dia.

5. Faça da sua felicidade uma prioridade. Coloque as suas vontades em primeiro plano e lute pelo que você considera importante e correto.

6. Seja você mesma. Não queira ser ou fazer algo que não lhe agrada apenas para satisfazer a vontade alheia. Use o que gosta, tenha suas próprias opiniões e não tenha vergonha de ser diferente.

7. Se envolva com as pessoas certas. Não gaste tempo com quem tenta lhe colocar para baixo, não acrescenta ou não é positivo. Curta quem curte você e agrega valor ao seu mundo particular.

8. Perdoe para ser perdoado. Não guarde magoas. Vire páginas e apague histórias tristes.

9. Saiba aplaudir a vitória alheia. Curta os bons momentos daqueles que estão perto de você. Não há mal algum em celebrar a felicidade alheia. Além disso, coisas boas atraem coisas boas.

10. Escute a sua voz interior. Lembre-se sempre de escutar aquilo que é importante para você, o tal sexto sentido.

11. Aprenda com cada erro. Falhas são um sinal de que você está tentando e o erro é natural. Erre, respire fundo e tente novamente. Cada passo é um investimento em um dia melhor.

12. Viva suas conquistas. Seja grato por tudo o que você já tem e curta aquilo que você conseguiu até aqui. Aprenda a dar valor a tudo o que você já tem, apreciando desde bens materiais à amigos e aprendizados.

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18 novembro 2013
O que você não precisa usar

Uma tendência que não inspira e não gera desejo de compra não merece o investimento

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Nem toda tendência é legal. Alguns modismos são pra lá de esquisitos e não deveriam cair no gosto geral apenas pelo fato de mera, e simplesmente, serem usados por pessoas que supostamente ditam moda. O top curto, a bota de grife com correntes e a calça aberta na lateral são algumas das tendências atuais que, na vida real, não funcionam tão bem. Disseminadas em marcas diversas e, além disso, reproduzidas de maneiras variadas, essas peças acabam não sendo bem incorporadas ao dia-a-dia de pessoas normais – com trabalhos formais (ou normais) e tarefas corriqueiras, dessas que pedem muito mais personalidade na hora de vestir do que uma pegada mega antenada, cheia de modismos combinados, como um editorial da Vogue. No contexto fantasioso dos looks do dia (com referências por vezes vagas para pessoas reais) as ideias nem mesmo chegam a fazer sentido. São inspirações que não inspiram e se perdem na realidade daqueles que não tem uma silhueta tão em forma ou batem de frente com quem não quer – e nem pode – investir em peças temporárias, datadas e que não agregam muito ao guarda-roupa.

Estes modismos temporários, mas de danos extensos geram estragos que se transformam em insegurança. Ao levar para casa uma peça tendo como base apenas a ideia de que aquilo funciona em outras pessoas e que é um item de status (a tendência “tem que ter”), isso acaba gerando uma baixa autoestima projetada quando o resultado não é tão legal, na vida real. O que acontece é que lá no fundo, a tendência estranha (ou inútil) não é genuinamente interessante, e apenas carrega o alvará de quem é ícone, sendo batizada por um grande estilista ou uma grife de luxo. Daí, fica a pergunta. Para que e por que querer algo que não é tão legal assim?! Melhor é investir no que realmente inspira e gera desejo – não apenas de compra, mas de uso.

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13 novembro 2013
Tempo e confiança

A confiança e o desejo de explorar as possibilidades da moda podem gerar resultados realmente inspiradores

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Se, para muitos, a juventude é a época da insegurança e do desejo de agradar, a maturidade trás algo muito valioso – a segurança e a confiança para usar o que se quer e apenas o que cada um considera mais adequada, sem medos ou receios.

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A idade chega acompanhada da experiência e, com a vivência, o gosto fica mais apurado, permitindo ousadias acertadas que arrancam sorrisos e agradam simplesmente por serem tão imprevisíveis e difíceis de adivinhar.

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Se não há aquela urgência por agradar, se a vontade de seguir padrões ficou para trás e, mais do que isso, se a mania de se escravizar por regras da moda já não é mais uma vontade, nada mais natural do que ter um visual que é genuinamente inusitado e rico – rico em detalhes, cores, texturas e histórias.

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Vale entender e levar para a vida que com o tempo não precisamos ficar mais discretos e apagados – nos esconder do mundo. Podemos aproveitar o momento para mostrar tudo o que somos e de tudo o que somos capaz. Conquistas, aprendizados e histórias.

 

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11 novembro 2013
O que vem da alma

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Quando chega aquela hora de tomar uma decisão difícil, a mente pede por ajuda e é na alma que ela encontra sua melhor conselheira. São palavras que orientam e, mais do que isso, suspiram dicas sobre qual caminho seguir. Entre o que parece ser certo, e o que realmente é, não há uma resposta definitiva. Por vezes, as contradições se mostram ricas. É na dúvida que está a grandiosidade de cada momento, que abre várias portas – ainda que feche outras. Cada decisão, cada grito de socorro, tem como grande conselheiro o que vem de dentro. É aquele sexto sentido que dá pistas do que é certo. Por vezes, quase sempre, o melhor é se perder no silêncio e na calmaria para enxergar melhor o que de perto parece confuso e indecifrável. Sair por um segundo da zona de guerra, mesmo que em pleno conflito, tende a abrir caminhos de paz. O mundo exterior silencia as vozes interiores – a nossa consciência. Antes de desistir ou abrir mão das rédeas da sua vida vale a pena lembrar de quem você é… ou de quem você gostaria de ter sido.

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