Conversinha Fashion » 2013 » setembro
05 setembro 2013
De volta aos anos 90

Macacões, mochilas e barriga de fora estão entre as tendências que voltaram às ruas

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Mochilas, tops encurtados ou macacões. Estas são três marcas dos anos 90 que simbolizam o revival da década – ao menos, e pelo menos, na moda. A tendência traz de volta clássicos da época e um toque despojado para o visual.

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As mochilas já foram assunto aqui no Conversinha e aparecem como uma ótima alternativa para o dia-a-dia. São fáceis de usar, charmosas, práticas e resgatam um pouco do toque confortável/despojado que também trouxe de volta à cena os moletons (que foram febre na década de 90).

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Os tops cropped caíram super bem para o momento, combinando perfeitamente com a atual onda de culto ao corpo que se parece bastante com o final da década de 80, início dos anos 90.

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Por fim, os macacões, que nos anos 90 eram essencialmente feitos em jeans e super casuais, ganharam força. No entanto, aparecem em tecidos e modelagens mais limpas e sofisticadas. E depois, o que vem por ai?!

02 setembro 2013
Viva o momento

Filtros e hashtags alimentam a vaidade e escondem o real valor de se viver o instante e vibrar com a felicidade

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Instagram, Facebook, Whats app. Mensagens, fotos e postagens. São tantas as experiências virtuais que, por vezes, o real momento passa despercebido e a grande emoção do instante se perde entre a tentativa de registro e o desejo de mostrar ao mundo conquistas e a tal extrema felicidade. Redes sociais e laços criados através da internet fizeram surgir um novo estilo de vida que diminui a importância do sentir e potencializa o peso da prova em forma de check-in. De repente já não é mais o bastante curtir, viver e ser feliz. De repente, tudo só vale a pena se for mostrado para tudo e para todos – para os amigos e, principalmente, para os não tão amigos assim. Tais novos valores são tão estranhos como fazer uma viagem e não sair do quarto do hotel. É como investir na diversão e não experimentar as sensações ali existentes. E, ao tentar mostrar à todos a suposta felicidade fica difícil até mesmo se concentrar no que realmente faz bem, gera alivio, alimenta a autoestima. O registro constante do que se faz, do que se tem, alimenta o ego, mas só. Qual o real valor?! A vida deve ser vivida pra quem e para o que? Para si próprio ou para dar satisfação ao meio? Atrás de máscaras sob a forma de filtros e hashtags existem pessoas com sentimentos que merecem ser libertados da escravidão da vaidade. Vale pensar.

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