Conversinha Fashion » 2013 » fevereiro
28 fevereiro 2013
Oooops!

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Tudo bem, estilo é questão pessoal e gosto não se discute. Mas, algumas combinações simplesmente não ficam legais. Há uma linha tênue entre o ousado e o exagerado. Na junção de estampas e texturas, o cuidado deve ser redobrado para não perder a mão, como aconteceu no look que não só mistura formas, mas pesa a mão no mix de acessórios. O sapato não deveria existir na face da terra e a bolsa não precisava estar tão cheia. Nada bom.

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Ser diferente, ousado, longe do básico e do comum não é tão difícil assim. Alguns podem dizer que os looks acima são feios, mas ao menos contam uma história de harmonia e carregam alguma lógica que agrada esteticamente falando. Pode não ser um look para copiar, mas sem sombra de dúvida serve como referência e inspiração. Ambos apostaram na cartela de cores como elemento de junção de peças chamativas. No primeiro caso, o azul e o preto dão o tom; já no segundo, o rosa e o bordô ditam o caminho.

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27 fevereiro 2013
6 maneiras de aumentar a autoestima

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Nem todo dia é fácil, nem toda fase é positiva. Mas, sempre é hora de melhorar a situação, nem que seja forçando a barra para levantar a autoestima e sair do poço.

1. Dia de beleza. Tudo e qualquer coisa é motivo para um bom dia de beleza caseiro. Cremes, hidratantes, esfoliantes; ir ao salão e se presentear com um novo corte, um tratamento de cabelo; fazer as unhas com uma boa manicure, ou mesmo brincar com esmaltes. Cuidar da beleza é fazer uma suave massagem no ego, com um efeito pra lá de eficiente. Se sentir bonita é um exercício diário, pelo cuidado com as roupas, com a higiene e com o acabamento (leia-se maquiagem).

2. Comparação invertida. Chega de se comparar com a amiga que é mais bonita, a vizinha que é mais magra, a cunhada que é mais rica. Chegou a hora de pensar de maneira oposta, focando nas muitas características nas quais você é mais linda, interessante, charmosa, bem sucedida e por ai vai.

3. Musicas de motivação. Já não é de hoje que o mercado musical nos presenteia com hinos para sair do fundo do poço. Nada mal aplicar a música na rotina, seja no trânsito, na hora do banho, durante a caminhada ou trancada no quarto. Cantar é realmente terapêutico.

4. Escrever. Colocar no papel sentimentos, raivas, frustrações e tristezas é uma maneira de alinhar o pensamento e perceber o que esta lhe incomodando. Pode ser uma pessoa, uma mania, uma carência… quando especificado, fica mais fácil pensar em saídas. Vale, até mesmo, jogar mil palavras sem nexo que venham na cabeça. Basta abrir o bloco de notas ou pegar papel e caneta. Depois?! Lixo. Não há motivo para guardar sentimentos ruins.

5. Andar por ai. Uma roupa prática e um tênis confortável são o primordial para tirar da mente coisas ruins e o baixo astral. A pratica de exercício é ótima para aumentar a autoestima, mas não é preciso estar matriculado na academia ou ser uma grande atleta para se mexer. Escolha um circuito aberto, perto da natureza, longe dos carros e da confusão. Deixe o suor lavar a sensação que te leva para baixo.

6. Se dê um presente. Para quem vive economizando, evitando gastos, fugindo das compras por um objetivo maior, vale se dar um presente. Horas de trabalho, dedicação e esforço podem ser recompensados com a aquisição de algo que você quer muito. Mas, claro, nada de loucuras. Uma peça de roupa que valorize sua silhueta, um acessório, ou mesmo uma roupa de cama nova. Aliás, nada melhor que deixar a casa bem aconchegante para viver bem.

O importante é se mover, agir, não se deixar levar pela baixa autoestima. O que te deprime?! Deixa disso. Todo mundo tem dias ruins, mas estes não podem fazer parte do seu dia-a-dia. Ser feliz, e se sentir bem, é tão mais legal. =)

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24 fevereiro 2013
Crie uma boa vida

Colecione dias e momentos bons de viver e não só de olhar

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Sabe aquela felicidade boa de sentir, de viver, ela nasce de dentro pra fora. Ela pode até aparecer em fotos, registros, declarações públicas ou gargalhadas, mas é real e sincera apenas para quem sente. E se sua vida é bonita de se ver, de se admirar, mas não lhe faz feliz, algo deve ser mudado. Agradar ao público, à plateia, de nada vale se o personagem principal não se sente bem com cada capítulo da história. Se o hoje valoriza a liberdade e a capacidade de ir e vir sem medo, é porque após muito tempo ficou mais do que provado que parecer feliz não vale nada (ou ao menos não deveria valer). É preciso viver a felicidade. A gente precisa se afastar do que escraviza e aprender a dançar apenas com o que faz bem. Simplifique seus dias, prenda-se menos às regras do meio e caminhe como quiser, mesmo que isso gere desconforto nos que estão ao seu redor. Afinal, já está mais que provado que a felicidade incomoda.

20 fevereiro 2013
Até onde vai sua consciência

Escolhas pontuais que indicam novos caminhos entre portas que se abrem e fecham

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Não há regra que diz o que é certo ou errado, adequado ou inadequado. Para cada um, existe uma junção de detalhes, elementos, histórias passadas que constroem as regras da vida, o que deve ser feito em cada situação.

Não há como querer nivelar as atitudes de pessoas distintas em um mundo cada vez mais diferente, onde família, amigos, amores e contatos se misturam e o tempo é cada vez mais escasso. Trabalhar com prioridades é fazer escolhas, por vezes duras, que impossibilitam a sensação plena de dever cumprido. É cada vez mais impossível realizar tudo o que temos vontade.

Parece que, insistentemente, somos obrigados a aceitar que a vida é feita de portas que se abrem para que outras que se fechem, e estas nem sempre são as certas. É preciso aceitar e entender que entre o “sim” e o “não” há a opção por trajetórias opostas que, teoricamente, levam à paz de espírito. E se não é possível fazer tudo o que deveria ser feito, da forma que deve ser feito, sobra a esperança de traçar (e seguir) uma meta, revelando uma forma de tentar resolver o que tem que ser solucionado naquele momento. Entre abrir mão de algo, fazer tudo pelas metades ou se crucificar permanentemente pela incapacidade de ser 100% eficiente, há um drama eterno na vida, que acaba sendo solucionado, e vivido, como uma escolha temporária. São estas que fazem nosso caminho e se estamos agindo de coração aberto e com vontade de fazer o bem – e acertar – estamos naturalmente nos aproximando de um final bom. Se não acreditarmos nisso estaremos fadados a eterna decepção.

20 fevereiro 2013
Um casaco, e só

Uma reflexão sobre uma peça essencial para os que enfrentam dias realmente frios

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Ao viajar para um lugar frio, eu digo muito frio, tudo o que você precisa (além do básico, claro) é de um bom casaco. Não dois, muito menos três… apenas um. Os extras costumam ser levados por mera vaidade, pelos que não precisam ser preocupar com o peso da bagagem ou que não procuram facilidade.

“(…) apesar de toda nossa crítica sobre o materialismo da vida moderna, a atenção ao material é precisamente aquilo que está ausente. Rodeados como estamos por uma extraordinária abundância de materiais, seu valor deve ser incessantemente desvalorizado e substituído”.

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Um bom casaco combina com tudo. É neutro, básico, e, acima de tudo, protege do frio e do vento. Há de se pensar que durante muito tempo, um casaco foi considerado um item de luxo, uma peça que era passada de pai para filho, considerada uma herança. Para nós, principalmente, que moramos em um país essencialmente quente, colecionar casacos é uma mania, uma frescurinha de que gostaria de viver em cidades frias, geladas. Mas, na hora de viajar, o peso acumulado de casacos é loucura e a real utilidade de lotar a mala com peças de função semelhante deve ser repensada.

A lembrança do livro “O Casaco de Marx”, de Peter Stallybrass.

“Ao pensar nas roupas como modas passageiras, nós expressamos apenas uma meia-verdade. Os corpos vêm e vão: as roupas que receberam esses corpos sobrevivem.”  

Se vestir fosse um ato de necessidade, e não uma expressão de estilo ou elemento de identificação social, nossos hábitos de consumo e o próprio ato do vestir seriam completamente diferentes. Precisaríamos, de fato, de apenas um casaco para os tempos de frio. E como seria legal se, assim como antes, as peças passassem de um para o outro, feitas em materiais de alta qualidade, reformadas de tempo em tempo, carregadas de emoções e história.

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