Conversinha Fashion » 2012 » julho
31 julho 2012
Padronização com inteligência

Em ambientes profissionais padrões estéticos são normais e esperados; o cuidado deve estar com a contaminação negativa do visual

Cada profissão carrega seus detalhes e suas características. Trabalhar em uma determinada área sem dúvida gera uma certa padronização, uma massificação não apenas na forma de portar, mas também (e principalmente) na forma de vestir. Isso, claro, possui uma certa limitação devido as características do estilo pessoal, mas algumas regrinhas básicas da profissão, ou mesmo algumas necessidades do dia-a-dia exercendo aquela função, geram esse efeito no qual as pessoas de uma mesma área passam a carregar uma identidade visual muito semelhante.

Vale perceber coisas óbvias como o fato de que as pessoas ligadas a profissões de apelo estético possuem, por base, um visual um pouco mais trabalhado, com presença de cores ou texturas, talvez formas interessantes e modelagens inusitadas. Isso vale para arquitetos, designers, publicitários ou artistas de forma geral. Já os advogados ou empresários são mais neutros e clássicos, e tendem a investir em acessórios requintados (de peso) para transmitir a confiança esperada e o certo ar de sucesso profissional que se espera de tal profissional. Por fim, a área da saúde possui como característica chave o uso do branco e de roupas com linhas limpas.

De toda forma, qualquer regra ou padronização pode e deve ser encarada com cuidado, pois agrega riscos ao visual geral. É preciso entender o ato do vestir como uma junção de adequação e escolhas pessoais e cuidar para que hábitos viciados e precipitados do meio não resultem em uma contaminação automática, gerando respostas negativas. Nada mal entender que vestir-se bem é um conceito, claro, mas pode ser um conceito trabalhado de maneira positiva em prol de evoluções pessoais. Assim, se no ambiente de trabalho todos estão se vestindo (e se portando) de forma inadequada, vale cuidar para que esse hábito do meio não se transforme em um hábito seu.  Seria como caminhar para trás e, assim, abrir mão de conquistas pessoais.

  • %
29 julho 2012
Seja seda ou viscose

Nos tecidos maleáveis e fluidos o resultado é feminilidade, interessante por diversas razões

A gente sabe que toda mulher adora o mix de conforto com feminilidade. Tal resultado é facilmente encontrado no uso de peças em seda, feita com fibras naturais, que resultam em tecidos leves, delicados, duráveis e que respiram bem. Vale o investimento um pouco mais alto, principalmente no caso de aquisições que fogem dos modismos, como é o caso das camisas e regatas, que acabam durando muito tempo no guarda-roupa, e alimentam uma ampla gama de possibilidades.

Tal resultado também pode ser encontrado nas peças de viscose, que imita a seda. Como se trata de uma fibra sintética, o custo é bem mais baixo. Assim, são boas opções para compras ligadas à modismos, como as calças ou blazers estampados que lembram a seda, com esse caimento molinho complementado por brilho e toque acetinado.

Na hora de usar, o importante é ter em mente que as peças caracterizadas por esse contexto devem, sempre, ser um pouco mais soltinhas. Seja seda, ou viscose, ela não fica legal quando grudada no corpo, porque o que faz a peça funcionar bem é justamente o caimento fluido, maleável. E é essa brincadeira de ora próximo à pele, ora longe, que faz o resultado ser feminino.

A aplicação e o uso pode ser bem variado. Não há um contexto específico. O fator determinante fica por conta das características da peça em questão. Uma estampa mais clássica, como é o caso das riscas ou poás, funciona bem em quase todo ambiente, já um floral, borboletas ou estampas de animal são mais adequadas para algo mais informal. Por fim, o mix de brilho e estampa chamativa aumenta visualmente a região no qual a peça for aplicada, enquanto a peça chapada, não agrega peso visual.

  • %
27 julho 2012
Impulsos de compra

Liquidações lembram os extremos, da boa compra ou da dor do arrependimento

Oportunidades de compra por vezes parecem ser imperdíveis! Em tempo de liquidações, com descontos cada vez mais atraentes, é fácil se empolgar na busca por peças que você nem sequer precisa. Os tais descontos parecem montar o ambiente perfeito para uma compra por oportunidade, aquela que não nasce pela chance de fazer um bom negócio. O que complica muito essa história é o fato de que essa compra, no geral, pode ser um grande erro, se transformando em mais um motivo para insatisfação a cada vez que a porta do guarda-roupa é aberta. Isso se dá porque compras aleatórias apenas enchem (ou lotam) cabides e gavetas com peças que não conversam entre si e, em boa parte das vezes, peças que nem sequer valorizam a silhueta ou combinam com seu estilo pessoal. Acontece que mesmo nas liquidações devemos manter aquela listinha mental do que realmente precisamos, das peças que faltam para a composição de looks mais legais. O desafio é ser fiel ao planejamento. Mas as liquidações não são péssimas… não mesmo! Elas podem funcionar como uma forma de substituição de peças antigas, ou mesmo como uma oportunidade para levar para casa aqueles itens legais que estavam com um preço alto demais quando lançados. Mais do que um ensinamento, é uma lembrança para acender o sinal de alerta ao sentir aquela vibração insistente por uma compra, ou quando aquele impulso absurdo (quase um surto) bater. Toda mulher sabe do que se trata. Essas compras quase sempre resultam em arrependimento, seja pelo gasto ou pela aquisição em si.

26 julho 2012
Blackout

Na decoração, o preto também pode ser super bem explorado

O preto é a cor que a maioria das mulheres ama usar! Suas características mágicas são constantemente exaltadas em depoimentos apaixonados, daquelas que se sentem mais magras e elegantes com o tom. O preto, no entanto, pode não ser tão mágico assim. Muito já foi falado sobre a cor aqui no Conversinha, mas ele nunca foi assunto no quesito decoração.

É inegável que em paredes ou móveis grandes, que ocupam grande parte do ambiente, o preto pesa e preenche o espaço. A opção, então, pode ser ótima para quem se depara com salas gigantescas ou mesmo com áreas amplas ao extremo, difíceis de mobiliar. Vale, assim, contrastar o preto com outros tons fechados, talvez um pouco mais confortáveis (como o caso do marrom) para garantir um pouco mais de aconchego. A madeira, assim, entra como uma ótima opção para combinação com móveis, paredes ou acessórios na cor preta. Vale, claro, salpicar alguma cor mais leve, como o branco ou o bege clarinho, para o clima respirar.

Daí que se o ambiente não é lá tão grande assim, o preto pode cair para segundo colocado nas lista de prioridades e, se combinado ao branco, gera um mix super clássico, que possibilita que formas ou texturas inusitadas sejam exploradas. Em estampas o preto com branco é sempre legal, podendo ser utilizado no piso, na escolha do papel de parede ou mesmo nos tecidos para estofados.

Para um pouco mais de jovialidade ou alegria no ambiente, vale apostar no preto combinado à tons vivos, como é o caso do rosa, o azul, verde, vermelho ou amarelo. Um ponto menos sério, mesmo que em pequenos detalhes da decoração final, já gera um ótimo impacto e este se destaca em meio ao contexto. Vale trabalhar com as cores como forma de melhorar a decoração e dar mais personalidade à casa ou escritório.

25 julho 2012
De olho no cap toe

Os sapatos com ponteira são mais que uma tendência, são um clássico que ganhou variações

Um pequeno detalhe pode fazer toda a diferença. Em se tratando de imagem então, essa afirmativa é mais que válida. Os sapatos com ponteira em cor diferente (entre sapatilhas e scarpins) são uma boa forma de deixar o look mais interessante, elegante e, de bônus, homenagear uma das muitas criações de Coco Chanel, que tanto revolucionou a moda e o guarda-roupa feminino. Falamos do sapato cap toe, que na sua forma clássica, de base bege e ponta preta, alonga as pernas e diminui o tamanho dos pés.

No entanto, o cap toe hoje, como tendência, ganhou várias novas possibilidades, entre ponteiras coloridas, com aplicações de tachas, ou recorte metalizado. De toda forma, essa ponteira (ou biqueira) continua alongando as pernas. Esse pequeno prolongamento é super eficiente para deixar o corpo mais esguio, principalmente quando usado com calças retas, afuniladas (para as mulheres de pernas finas) ou com saias, shorts e/ou vestidos de comprimento encurtados. E a mágica acontece pelo choque de tons.

Essa tendência do cap toe não tem nenhum mistério quanto ao uso. Na verdade, é bem mas simples do que parece, e super atemporal para quem for apostar no mix bege/preto. Uma dessas aquisições que não cansam com o tempo. Outra opção é apostar nos calçados no quais a ponteira seja apenas um recorte, sem o mix de cores ou texturas, mas ai o efeito passa a ser bem mais discreto.

  • %