Conversinha Fashion » 2012 » maio
31 maio 2012
Maquiagem do dia à noite

Sabe quando o visual do dia vira visual da noite?! Ou quando o look trabalho vai para um happy hour mais especial?! Pequenas mudanças, ou discretos detalhes, podem fazer toda a diferença. Se mudar a roupa não é uma opção, melhorar a maquiagem, ou aplicar um detalhe extra, pode sim fazer toda a diferença.

Um rosto limpo, com maquiagem leve e delicada, é inspiração eterna. Pesar na maquiagem não é indicado para nenhuma profissão (ou quase nenhuma), mas fora das paredes do escritório vale imprimir mais vida e sedução com o uso de um batom marcante ou olhos delineados. São coisas fáceis de fazer. Vale levar na bolsa um batom mais forte, ou mesmo um lápis para os olhos, e em dois minutos deixar o rosto bem mais cheio de vida.

No entanto, se o visual profissional não vai combinar com um rosto um pouco mais colorido, vale apenas reforçar a maquiagem, ou retocar detalhes, colocando, talvez, um pouco mais de blush ou um iluminador para dar a luz que a noite pede. Com isso, qualquer compromisso extra, seja uma cerveja com os colegas ou um drink com o paquera, fica bem mais interessante. Não?! Claro que sim. Se sentir bem é pré-requisito para bons momentos de diversão e um toque de maquiagem faz, sim, toda a diferença.

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30 maio 2012
Compre menos, tenha mais

Um guarda-roupa inteligente é aquele cheio de possibilidades


Comprar menos, com mais inteligência, é a receita simples e básica para um guarda-roupa proveitoso, cheio de boas opções. Quantidade não é qualidade, e essa máxima vale para tudo na vida. Cabides lotados, gavetas cheias e espaços cheios de nada são a característica mais comum de quem se perdeu em meio a muitas opções e já não sabe o que fazer com sua identidade e com seu estilo pessoal. Gastos se multiplicam e o resultado se multiplica de forma negativa.

Listas e murais de inspiração são sempre uma saída para quem quer se reorganizar, para quem quer se descobrir e se vestir de forma acertada. É preciso revirar o guarda-roupa, eliminar excessos, abrir mão de investimentos errados e começar um novo caminho, como um plano (ou planejamento) em busca de autoestima elevada. Esta estará na alegria de acordar todos os dias e saber que no guarda-roupa existem opções que vestem corpo e alma; está estará, e está, na sensação de conforto e bem estar por se vestir (para si e para o mundo) de uma maneira impossível de ignorar.

O que importa não é ter todas as tendências, os hits da temporada, os must have da estação. Todas essas palavras camuflam o poder da indústria e nos afastam da essência de nossa identidade. O que importa é ter os seus clássicos, as suas peças prediletas e, em um guarda-roupa leve e bem organizado, encontrar um pouco de tudo o que você precisa para o seu dia-a-dia e para a sua rotina. Em meio a repetições de looks, de peças, de acessórios, um sopro de identidade e de vida real. Comprar menos é ter mais inteligência; comprar menos é viver sem dívidas; comprar menos produtos de moda é fazer outras aquisições, é investir em conhecimento, em diversão, em conforto no lar. Comprar menos é ser mais feliz, é se desapegar do consumismo e se alegrar por ser uma pessoa real, com mil conquistas que vão muito além de um visual bacana. Afinal, a alegria de ser não é ter… é sorrir com o que realmente importa.

A Consultoria de Estilo age para que cada cliente recupere o seu centro e reorganize sua “vida visual”. Mais do que investir em imagem, é investir em um estilo de vida mais leve, mais feliz, com aquisições espertas para um guarda-roupa cheio de possibilidades.

28 maio 2012
Deixamos de sentir para ter

Nem as semanas de moda surpreendem mais, em um tempo de ciclos de consumo velozes ao extremo

Vivemos em um mundo de tendências, de referências de comportamento, consumo, estilo de vida. Estamos constantemente sendo orientados a seguir um determinado padrão, colocado pela mídia, como um todo, e também pela própria sociedade que em cada tempo escolhe o que é tido como adequado ou como esperado. Tudo está interligado e somos parte, personagens, dessa história.

Tais padrões afetam naturalmente as nossas escolhas e também os nossos desejos. Em se tratando de imagem, de moda, esse efeito é claramente visível no dia-a-dia. Antes, vivíamos a espera de uma nova temporada, das semanas de moda, ansiosos pelo que seria apresentado como proposta, como referência. Hoje, já assistimos a esses eventos preparados para o que será apresentado e quase nada, ou nada, surpreende. Não há mais o efeito surpresa, o suspiro, as conclusões quase que mágicas do que será hit em alguns meses. Não há porque essas ideias já foram apresentadas, analisadas e usadas pelas referências, pelas blogueiras, pelas tais fashionistas; ou mesmo porque já sugamos de outros mercados, de outros países, tudo o que poderia ser utilizado e já não temos mais com o que ficar encantado. Antes mesmo de uma tendência estourar, as marcas se adiantam com suas coleçoes especiais e lançam no mercado, com assustadora velocidade, o produto com o qual sonhamos na noite anterior.

Fruto deste efeito, de tal aceleração, as semanas de moda parecem ter um outro tipo de clima, no qual as tendências das passarelas já estão nos corredores, ou logo ali na primeira fila. Mas, o que aconteceu para que o ciclo da moda chegasse nesse ponto, em tal ritmo?! Aparentemente trata-se de um reflexo da cultura do consumo, de um universo que não pode mais ser alimentado de tempos em tempos – de meses em meses. Se antes ciclos duravam 50 anos, hoje não duram nem cinco meses, ou semanas. O desejo deve ser permanentemente renovado e vivemos em uma eterna corrida para conquistar o que é impossível de ser conquistado. Adquirimos a última tendência e já estamos perseguindo uma outra, e isso vai além das roupas ou bens de consumo. Ter e ser se misturam.

Assim, antes de se sentir mal por não conseguir conquistar tudo o que disseram que você deveria ter, vale entender que tudo isso faz parte de uma grande teia pós-moderna, de um tempo que já não sabe mais o que inventar para alimentar uma cultura que supervaloriza o visual em detrimento de outras qualidade intelectuais. Mas, no fim, o vencedor não é aquele que comprou tudo; vence aquele que aprendeu a ser feliz sabendo que bens materiais não materializam paz e que estes apenas alimentam uma ansiedade extrema e uma sensação de vazio. É feliz quem enche seu guarda-roupa de acessórios para uma autoestima elevada e que tem em sua casa um ambiente agradável, aconchegante, para o qual é bom voltar após um dia de trabalho. Essas são as grandes conquistas para um homem e, por isso, os maiores desafios de uma sociedade que se preocupa tanto em ter que deixou de sentir, que quer tanto acumular que se esquece do valor e da importância de viver.

As citações são do livro “Vítimas da Moda?”, de Guillaume Erner.

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26 maio 2012
Em camadas

Para se proteger das baixas temperaturas vale apostar na sobreposição de peças, mas com esperteza

Com as temperaturas em queda, despencando, difícil é encontrar no guarda-roupa peças que por si só sejam capazes de esquentar o corpo e proteger a pele de ventos incontroláveis.

Por aqui não estamos preparados para bruscas quedas na temperatura e quaisquer 10º geram um super estrago. O mesmo acontece quando, por alguma razão, preparamos uma mala para frio de 15º e nos deparamos com 5º. É um risco. Nem as melhores previsões do tempo são 100% certeiras. Cabe, então, apostar nos mendiguismo das sobreposições para gerar looks quentinhos que pode sim carregar um efeito charmoso.

Pense na construção de looks com camadas de peças sobrepostas de forma interessante e eficiente. Essa ideia pode ser explorada de diversas maneiras e é uma boa opção para quem quer investir na ideia arriscada do vestido com calça, ou saia com calça, sem ter como resultado um visual estranho. Essa tendência é a cara do inverno!

Acontece que nos dias de frio qualquer tipo de sobreposição é mais simpática, combina mais com o clima! Em temporadas de verão é difícil explorar esse universo, já que a ideia é totalmente oposta – de leveza – por razões óbvias.

Para funcionar, as peças mais justas, claro, devem ser colocadas nas primeiras camadas. Elas fazem a base para outras peças alongadas ou mesmo volumosas. E se na porção superior os casacos são grossos, largos, soltos ou volumosos vale procurar por peças justinhas na porção inferior. Uma mistura de meia calça com jeans, por exemplo, ajuda a proteger o corpo.

De toda forma, uma coisa que não deve ser deixada de lado, é a diferença existente entre temperaturas em ambientes abertos e temperaturas em ambientes fechados. Se cobrir de maneira extrema para entrar em locais fechados pode gerar um super incômodo, principalmente em lugares com aquecedores ou mesmo naqueles ambientes fechados que praticamente desligam o ar condicionado nos dias mais frios. Assim, vale pensar já em como será o dia, ou a noite, antes de se desesperar e se proteger de forma extrema para enfrentar uma única rajada de vento no trajeto carro/entrada.
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22 maio 2012
Viva as suas metas

Em busca de uma vida plena, vale listar suas prioridades e se libertar das coisas impostas pela mídia e pela sociedade

Estar fora dos padrões, sejam eles quais forem, as vezes gera uma sensação desagradável de não pertencimento ao grupo, de não fazer parte daquele lugar. Padrões são crueis e, cada vez mais, são difíceis de alcançar. Muito além do campo estético, da silhueta magra, curvilínea e sarada (que combinação cruel, não?!), entram outras regras sociais que dizem que as pessoas devem ser, também, bem sucedidas, engraçadas, divertidas, viajadas e por ai vai. Se preocupar com todas essas “obrigações” é dedicar todas as suas forças a algo quase que inalcançável. Vale estabelecer seus próprios objetivos, no lugar de se render as regras apresentadas, por vezes impostas, pela socidade.

Quem você quer ser e onde você quer chegar?! Cada um possui uma serie de sonhos e estes são pessoais. Entre todos os objetivos que temos para nossa vida vale focar naqueles que são possíveis. Claro que desejar algo quase impossível é válido, mas esses pensamentos devem ser fruto de suas ambições intímas e não tanto de questões apresentadas pelas revistas e, claro, pelos blogs – e blogueiras – que por variadas redes sociais – contam suas ideias. Você precisa ter o tênis com salto ou realmente acha bonito as roupas de ginástica em tons neon?!  E um projeto de beleza, para ficar com um corpão, é realmente uma prioridade na sua vida?!

Talvez viver os desejos do mundo é gastar seu tempo vivendo a vida e as prioridades dos outros. Para não se esquecer do que é importante para você, vale listar o que você espera fazer ainda essa ano, ou durante este mês, e assim traçar seus próprios objetivos. Não há mal em não desejar um certo padrão de beleza, ou e se preocupar com questões que saem da linha estética. Acompanhar o mundo dos blogs de moda, de comportamento, não precisa ser necessariamente se deixar levar pelas ideias desse universo. Vale pensar na moda como uma parte da vida e brincar com esse universo com mais leveza. Moda como parte não como prioridade.