Conversinha Fashion » 2012 » janeiro
31 janeiro 2012
Calça estampada, arrisca?

Chamativa ela pode ser a próxima tendência a mudar suas ideias e dar vida ao seu guarda-roupa

Entre blogueiras e blogs de street style a peça aparece repetidas vezes. Nas lojas, também já é possível encontrar calças estampadas que podem sim ser levados para a “vida real”, sem colocar em risco a harmonia da silhueta ou mesmo sacrificar o visual do dia-a-dia. Para tal, basta ter uma leve dose de coragem.

Marcante, a calça estampada leva toda a atenção do look para a porção inferior. Com isso, pela teoria, é indicada para mulheres de silhueta triângulo e também para aquelas de proporções equilibradas, com ou sem curvas. No caso das mulheres com grande peso visual no quadril e coxas, vale investir em composições que alonguem o corpo como o todo. Mas, no geral, se a vontade é usar a calça, vale tudo! Sem medo de ser feliz. Afinal, uma peça tão estampada guarda forte toque de personalidade e é capaz de deixar alegre e confiante as mulheres de estilo criativo e/ou ousado – ou mesmo as que amam uma tendência.

No caso das modelagens mais larguinhas, a composição com peças igualmente amplas gera um resultado visual despojado, confortável e totalmente relax. Ponto par quem coloca bem estar como foco. Cores neutras, como branco ou preto, por exemplo, são exemplos fáceis para fechar o look. Se o desejo é um visual um pouco mais requintado, de silhueta alongada e pouco exagero, vale apostar em sapatos de bico fino, com ou sem salto, cavados e delicados, alongando totalmente as pernas. Uma jaqueta, blazer ou cardigan acinturado garante a cintura marcada que pode ser conseguida também com camisas de corte impecável. As camisetas também aparecem como opção, principalmente quando lisas. Um colar grande, exagerado, pode ser o toque final para um visual de editorial de revista.

A mistura de estampas também pode aparecer, na qual listras e bolinhas são detalhes interessantes, pensando na composição com padrões um pouco mais étnicos. Mais do que isso, vale apostar todas as fichas na simplicidade, em looks no qual a calça reina absoluta. Para tal, é preciso ficar de olho na numeração. Um modelo um pouco mais justo, colado no corpo, faz com que a estampa aumente as linhas do corpo mais do que tende a acontecer com calças soltas, largas, que geram aquela mágica confusão visual na qual roupas levemente amplas criam a sensação de emagrecimento visual. Não há como negar, uma calça estampada é pura atitude! Vale o risco.

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30 janeiro 2012
Só para constar…

Escolhas são difíceis, mas devem ser apresentadas com sabedoria… sem mentiras, sem falsidade

Sempre, em algum momento da sua vida, alguém vai te magoar. E vai te magoar muito, de uma forma como você nunca imaginou que seria possível. Egoístas, as pessoas tramam pelas suas costas, armam novos esquemas pensando exclusivamente em seu bem estar, em sua felicidade, sem lembrar que do outro lado há uma pessoa com sentimentos, envolvida, fazendo planos. A história sempre se repete. Daí, as marcas que ficam são difíceis de curar… é preciso muita paciência, as vezes muitas lágrimas, e tempo para aceitar que alguém que faz isso com você não é digno da sua companhia. Não era nem enquanto vocês estavam juntos… afinal, quebrou princípios básicos como sinceridade.

Egoístas, essas pessoas chegam a pensar que podem brincar com seus sentimentos como se estes não tivessem valor. Esse egoísmo, aliás, é o tipo que devemos tirar de nossas vidas, excluir de nosso mundo. Há uma grande diferença entre buscar a própria felicidade e cavar a mesma em meio a histórias em andamento. Não se pode ter o mundo de uma vez só! É preciso fazer escolhas, abrir mão de algo, dizer adeus para alguém se quiser outra pessoa em sua vida. Dar um passo por vez, sem misturar caminhos.

Imaturas, são limitadas o bastante para pensar que a verdade, os reais motivos, ficariam escondidos, encobrindo uma personalidade fraca. Jogada mais que infeliz. Por fim, são incapazes de entender que histórias que começam com dor em algum ponto não encontram nunca um final feliz! Ficará sempre o peso do que acabou com muito sofrimento, do que machucou, e ficará sempre no mundo a cobrança por ter feito alguém sofrer tanto. Restará, para a parte atingida, a chance de se reerguer, levantar a cabeça, sabendo que em um jogo de sentimentos, vence aquele que faz o bem.

29 janeiro 2012
Qual história você quer contar?

Em cada composição visual há uma história, uma mensagem a ser contada

Cada look é uma escolha, uma decisão. Bolamos, ainda que sem pensar, formas de contar ao mundo o que estamos sentindo, como estamos passando e o que queremos para nossa vida. Ainda que inconscientes, essas escolhas guardam seus mistérios e, dessa forma, sua enorme importância. Não podemos deixar a correria do dia-a-dia, ou mesmo a preguiça (e o guarda-roupa repleto de peças batidas) abalarem nossa auto-estima. Não há acontecimento cotidiano que justifique desleixo. Vale ficar atento a cada história que sua roupa conta e, claro, se ela está passando as mensagens que você quer passar.

Pode-se pensar em ser competente, responsável, séria e focada. Para tal basta apostar em modelagens um pouco mais estruturadas, alfaiataria, tons neutros e decotes fechados.

Pode-se investir em um visual criativo, ousado, cheio de vida, basta pensar em cores vibrantes, aplicações, acessórios chamativos, contrastes de texturas.

Para a elegância, cheia de requinte e refinamento, entram os acessórios de peso (como relógio e óculos) acompanhados de peças de corte impecável, levemente acinturado, em tecidos de alta qualidade.

Se a ideia é ser sexy, marcante, envolvente, não pode faltar algum tipo de decote, algum tecido de acabamento acetinado, cores quentes, maquiagem com olhos ou boca marcada e um belo salto alto.

São mensagens conhecidas, que podemos controlar pela lógica da expressão de cada tipo de peça, de cada composição de detalhes. Dominar esses códigos, ou ao menos ter um certa noção da existência deles, é importante para estar sempre ciente de tudo o que está acontecendo com o seu visual. Assim, vale contar suas histórias, adequadas a cada ocasião.

25 janeiro 2012
Me deixa ir com você

Não há motivo para desistir se ainda há um fio de vontade pedindo para ficar

Aprendi a não desistir, a não abaixar a cabeça a cada resposta negativa, a cada dificuldade que aparece pelo caminho. Desistir é fácil demais e devo dizer que coisas fáceis não são as mais interessantes. Por vezes, é melhor seguir firme na tempestade, com a cabeça erguida, com vontade de sair viva, ainda que molhada, encharcada, com a sensação de que partimos de um ponto e chegamos a outro. A chuva, aliás, revigora e trás um espírito novo, uma sensação de que tudo foi muito bem feito, ainda que a paisagem tenha mudado. Entre muitas opções que nos são oferecidas pela vida nem sempre as que mais nos encantam são as mais simples, as que estão ali ao nosso alcance. Por vezes, é o desafio que faz o coração bater mais forte. No entanto, querer nem sempre é o suficiente. Acontece que quando há um outro lado envolvido, há também uma outra história, com outras vontades, com outras desejos, com outras motivações. E, se essas não batem, não há como lutar. A tentativa é válida, a busca pelo resgate, pelo reencontro, e não há nunca uma mínima certeza de que algo irá se realizar. Há de ter paciência e serenidade para aceitar a hora do fim ou mesmo a hora de seguir em frente. Enquanto essa hora não chega, ou enquanto ainda há um fio de esperança, podemos nos dedicar completamente ao que ainda existe. Porque são muitos os momentos difíceis e se os bons são realmente bons, podem servir como inspiração para se manter firme, seguindo em frente. Ninguém disse que seria fácil, que seria simples, mas a vida disse que pode sim valer a pena. Em se tratando de amor, tudo vale. Em se tratando de paixão, seja por quem for (pelo que for) todo esforço é digno de admiração.

Aceitar os próprios erros, tentar crescer com eles. Aceitar, também, que só podemos mudar o que somos e que não podemos mudar a opinião e os sentimentos alheios, estes que guardam sim seus mistérios, suas decepções, suas novas paixões (ainda que tentamos fingir que não). Mesmo assim, não dá pra desistir e dizer “vá em frente”. O melhor, se é esse o desejo de ambas as partes, é dizer “vá em frente e me deixe ir com você, ao seu lado”.

After all… I’m just a girl, standing in front of a boy, asking him to love her…

24 janeiro 2012
Saia: nem curta, nem longa

Peça clássica no guarda-roupa feminino, a saia com comprimento na altura dos joelhos é curinga

Nem curta e nem longa, a saia de comprimento mediano, que morre próxima a linha dos joelhos, é extremamente interessante. Isso se dá por sua versatilidade, já que ela é útil tanto para o lazer quanto para o trabalho. Por não mostrar demais, a peça serve como referência para mulheres de todas as idades e ganha um tom mais despojado (jovial) ou sério (maduro) dependendo dos complementos.

A silhueta será valorizada pelos complementos, que serão responsáveis por marcar ou disfarçar certas linhas da silhueta. Para um look mais jovial, despojado, as saias (sejam pliassadas, com pregas, recortes, volume ou estampa) podem ser combinadas a camisetas sequinhas, com mensagens ou estampas diversas. A combinação da saia na altura dos joelhos com camisa, por sua vez, vai enviar uma mensagem mais séria, mais fechada, e por isso mais elegante. As regatas, de seda ou de qualquer outro tecido, são limpas o suficiente para permitir o uso da terceira peça ou mesmo um leve excesso nos acessórios.

Falando em comprimento, poucos centímetros fazem toda a diferença Para as mulheres que querem alongar as pernas vale apostar na peça com a cintura um pouco mais alta, enquanto a cintura um pouco mais baixa (ou mesmo uma peça na porção superior de comprimento alongado, até a linha do quadril) cria a sensação de um tronco mais longo. São essas brincadeiras que mudam o resultado final do look.

Assim, coxas grossas, ou cheinhas, pedem por saias que ligeiramente cubram os joelhos, enquanto as silhuetas mais retas podem ser valorizadas por peças um pouco mais volumosas, amplas. É a velha história de volume na parte mais fininha da silhueta e peças secas na parte mais cheinha. Pronto.

Por fim, a dica final e derradeira chega aos pés. Mulheres mais esguias, magrinhas, altas, podem brincar com sapatos com tiras que peguem nos tornozelos ou mesmo modelos abotinados, sem que isso encurte a panturrilha e achate a silhueta. Porém, em caso contrário, vale apostar nos sapatos de tom neutro, gáspea aberta ou mesmo nos modelos com tiras delicadas, finas e algum salto para assim alongar as pernas e afinar visualmente o corpo. Trata-se de um clássico no guarda-roupa feminino que deve ser pensado, em detalhes e aplicações, de acordo com o estilo pessoal e as necessidades da silhueta de quem usa.