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06 dezembro 2011
Ninguém é insubstituível

Lugares foram feitos para ser ocupados e estes serão sempre que necessário

Este assunto deveria ser tópico na escola… ou ao menos na tal escola da vida. Ninguém é insubstituível. Podem até sentir falta de você em um primeiro momento, mas é bem provável que outras pessoas ocupem o seu lugar com qualidades e defeitos normais a qualquer ser humano. No lugar de alguns pontos bons entram outros, as vezes diferentes, que no fim se mostram semelhantes aos daquele que, por qualquer razão, deu seu espaço a outro personagem.

O convenciemento ou a crença de ser superior, supremo, deixa como rastro uma certa irritação, alimentando o desejo de virar a página para aqueles que fazem parte da situação. Isso, por sua vez, é ótimo para quem entrou para ocupar o lugar em aberto. Assim, o melhor, ao menos superficialmente, é se vestir de humildade, reconhecer que o tempo passou, e torcer para que os outros esperem por você… ou ao menos se lembrem de você. Ainda assim, mesmo com a quebra do mito do insubstituível, há de se ter em mente que certas pessoas deixam sua marca e fazem falta, tanto no campo profissional quanto no pessoal. Para ser essa pessoa, é preciso saber deixar portas abertas sem se deixar levar pelo desejo impulsivo de dar a cartada final, ou a palavra final. As vezes, é importante saber sair de cena com a cabeça baixa… e aguardar.

Ninguém é insubstituível e elementos diferentes são capazes de ocupar lugares antes já ocupados. É como um líquido que se molda às formas nas quais é inserido, chegando quase que a perfeição. O “quase” se dá apenas porque esse líquido as vezes pode transbordar, ou por ventura deixar um amplo espaço de falta ou asuência. Na vida, o mesmo acontece, e nós talvez não nos damos conta disso. Fica assim a consciência do quão importante é ser humilde, ainda que confiando no qual essencial você é.

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