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28 novembro 2011
Equação do vestir: trabalho

Devemos ter em mente que passamos muito tempo trabalhando e que a roupa para tal tarefa requer especial atenção

Muitas pessoas adoram aplicar a ordem do guarda-roupa de trabalho mais simplório e seco que o guarda-roupa “da vida”. Ou melhor, investem muito mais na roupa de sair, de festejar, e passear, do que na roupa do dia-a-dia. Bom, essa lógica não é lá a melhor lógica do mundo. Pense em quantas horas diárias você gasta trabalhando. São muitas. Se você trabalha oito horas por dia, que é relativamente normal, você passa quase 1/3 da sua semana com essa roupa tal, e se você pensar que passa outro 1/3 dormindo, esse número de oito horas diárias é metade do seu dia e metade da sua vida! Ufa, deu para entender a lógica da coisa?! Então vamos lá.

Investir nas roupas do trabalho é uma boa ideia, até porque são peças que você lava com muitíssima frequência e que, assim, sofrem maior desgaste. As calças, camisas, blusas e calçados de trabalho, que podem ser aproveitados também na vida pessoal, são super importantes e não devem ser renegados a uma segunda categoria. Não cola aquela história de: “Ah, é só roupa para trabalhar… pode ser qualquer coisa”. O trabalho, ainda que cansativo, deve ser algo que gera prazer e orgulho. Assim, passar tanto tempo com roupas medianas ou inadequadas,que geram infelicidade, é apostar em um tipo de visual igualmente infeliz. Por sua vez, se o seu trabalho não lhe faz feliz, e lhe dá vontade de não sair da cama nunca mais, talvez seja o momento de buscar novos desafios ou mesmo dar uma guinada na sua história. Digo isso porque a roupa reflete um estado de espírito e se este não é lá dos melhores, diferentemente do que acontece nas outras partes da sua rotina, vale tentar interpretar as mesagens enviadas e buscar uma história melhor, mais feliz.

Pois então. A roupa de trabalho, assim como as outras, requer plenejamento, principalmente no quesito quantidade. É necessário ter um tanto suficiente para suprir suas carências diárias, evitando a falta ou o exagero. Também é importante evitar a tal paixão doentia pelo visual profissional, super extrema, que faz com que o tipo de peça basicamente domine o guarda-roupa, faltando peças para a vida pessoal. Essa equação de quantidades e necessidades é primordial para nortear o que estrutura o seu dia-a-dia; ou ao menos é a representação de uma das suas primeiras atitudes deste que você nasceu – o ato de vestir-se para encarar mais um dia.

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  1. Dariane Vale
    29/11/2011

    Amanda,
    Acompanho seu blog pelas atualizações que recebo no meu e-mail. Quero te parabenizar pelo excelente trabalho, adoro seus posts, quase não comento mas leio tudo!
    E esse post eu não poderia deixar passar…Sempre quis escrever sobre isso e não me bateu a inspiração… daí veio vc e escreveu tudo o que pensei!! Publiquei no meu blog com os devidos créditos, está aqui o link http://fashionandmanagement.blogspot.com/2011/11/sua-roupa-e-o-estado-de-espirito-no.html
    Espero que goste, e que saiba que mesmo sem comentar sempre, leio tudo, e acrescento grande parte à minha vida. Grande abraço e sucesso!!