Conversinha Fashion » 2011 » outubro
31 outubro 2011
Dias de sol e paz

Descansar em resorts ou paraísos tropicais pede, antes de tudo, conforto e simplicidade. Charme e beleza, no entanto, não saem de cena.

Calor, verão, praia e sol. Todo esse clima gostoso fica ainda melhor quando combinado à férias e cenários paradisíacos. Os resorts, espalhados pela costa brasileira e por vários lugares incríveis de todo o mundo, são locais perfeitos para esquecer da vida, descansar a mente e recuperar o alto astral perdido entre prazos, cobranças e chateações rotineiras. Difícil, no entanto, pode ser encontrar o visual perfeito, sem cair na arriscada elegância forçada ou se acomodar no conforto óbvio das camisetas, shorts e havaianas.

O que parece difícil, não é. Um look para férias, ou finais de semana prolongados, pede antes de tudo conforto. Entram em cena os sapatos baixos, ou as charmosas anabelas. Vestidos são peça chave para a ocasião, e podem ser explorados tanto durante o dia, combinados à biquini, quanto à noite. Além do mais, são úteis tanto para beira-mar e/ou piscina, como também para lanches, almoços e passeios pelas redondezas. Ao cair do sol os vestidos podem e devem mostrar a pele, com decotes aprofundados, costas à mostra ou braços livres realçando o bronzeado. Neste caso, vale focar nos comprimentos longos que são charmosos e caem bem para qualquer tipo de evento noturno ou mesmo um charmoso lual.

Na lista das peças que combinam bem com as muitas possibilidades desses ambientes feitos para o lazer estão os shorts jeans, que são versáteis ao extremo e compõem uma ampla gama de looks interessantes. Vale imaginar a peça nos mais variados contextos, combinada à camisas, batinhas ou mesmo fazendo conjunto com sensuais maiôs que funcionam como blusa. As amarrações nas blusas, aliás, são ótima pedida para esse tipo de rotina. Mostrar um pouco da silhueta modelada às custas de muito esforço é mais que indicado. Nesta hora, a liberdade aumenta e a sensualidade encontra seu ambiente natural.

Cabelos presos, chapéu, acessórios de materiais naturais e bolsas leves, ainda que grandes, fecham com feminilidade a mala de viagem. Importante não esquecer do óculos de sol, peça essencial. As cores e principalmente as estampas funcionam como perfeito potencializador de beleza para coordenações simples e extremamente eficientes. Na simplicidade da transparência, ou mesmo na naturalidade do decote tomara-que-caia, estão alguns elementos que mostram que o corpo, em forma ou não, pode ser explorado com muito mais intensidade do que na vida cotidiana. Um belo bronzeado ou mesmo o rosto descansado são os acessórios finais perfeitos para selar com nota máxima o tipo de visual que nunca decepciona – nem durante a viagem, e nem na hora de conferir os registros eternizados em fotos. Maquiagem leve, trabalhada apenas com rímel, leve blush em creve e muito protetor solar, é mais que suficiente para garantir um rosto vivo. Leveza é ponto de partida, desde o caminho inicial à realizada despedida.

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29 outubro 2011
Jeitinho baiano

Dois dias na Bahia, mais especificamente na Praia do Forte, me fizeram pensar bastante sobre o ritmo aceleradíssimo que controla a nossa vida – principalmente em grandes cidades como São Paulo, contagiando capitais menores como Belo Horizonte. A loucura dos prazos, das tarefas, da busca eterna por uma renda maior gera um efeito de trabalho excessivo, exaustivo. Aí, o desejo de crescer e de vencer esconde partes da vida que são importantíssimas, como o descanso, o ócio e a felicidade. As vezes, a tristeza é escondida por novas aquisições ou por uma conta bancaria recheada – quando nem isso. O que veio à tona a partir desse contato com a cultura baiana, mais especificamente para conhecer o Tivole Ecoresidences, do qual falo mais tarde, é que o povo baiano não é preguiçoso como dizem por aí… é, simplesmente, um povo que gosta de viver, sendo que o trabalho é uma ferramenta de um conjunto bem maior. Para nós o que é comum ao extremo, como trabalhar sábados, domingos e feriados, é inadequado para aqueles que amam um tempo de lazer e que não trocam isso por nada (ou quase nada). Certos estão eles que sabem que o homem é muito mais produtivo quando está se sentindo bem, tranquilo, feliz e em paz. Talvez essa leve preguiça, esse jeitinho baiano de não ter pressa e não ter desespero para ver as coisas acontecerem, nada mais é do que o resquício do que todos fomos um dia. Claro que o crescimento, a evolução, exige trocas… mas estas podem muito bem ser temporárias, sem que se transformem em um grande regra da vida.

É claro que foi o espírito ousado e de trabalho constante de alguns que nos trouxe uma outra velocidade para viver, mas isso pode estar escravizando a gente, daquela mesma forma que condenamos outras formas de escravização. Somos servos da vida, do consumismo, da ambição, sendo que o retorno pode vir em doenças, falta de esperança e perda de bons momentos perto de filhos e familiares – ou pessoas amadas no geral. O jeitinho baiano ensina e cativa, nem que seja como uma brisa constante (como a que presenteia diariamente a Praia do Forte) que acalma a alma e lembra que a vida é feita de belezas naturais, nem que seja no mero fato de estar vivo e saudável para curtir os presentes que recebemos todos os dias.

 

 

 

27 outubro 2011
Quero ficar no seu corpo…

Marcar o corpo, deixar seu recado. Na tatuagem um elemento que eterniza memórias e marca os elementos de um determinado tempo.

Tatuagens já não são novidades e marcam a pele com histórias ou lembranças especiais. Muito já foi discutido sobre a importância de escolher um dezenho, frase, ou referência de forte importância, mas mais do que isso é válido pensar na história desse hábito que se transformou em arte e tendência. Irresistíveis, as marcas na pele passam a fazer parte do que cada um é, seja pelo sentimento de satisfação ou pelo rastro de arrependimento. De toda forma, marcam uma fase da vida, o desejo de superação, uma homenagem ou a busca por paz interior.

Elas existem a milhares de anos, sendo utilizadas por grupos que compartilhavam de um mesmo princípio. Eram utilizadas como uma forma de marcar fatos da vida biológica; como parte de comunidades tribais, serviam como referência de poder ou realização, garantindo a proteção divina, a identificação em um grupo ou mesmo para eternizar a vida após o falecimento. Esse rastro histórico permanece até os dias de hoje, nos significados particulares às tatuagens.

Até poucos anos atrás elas eram inadequadas, remetendo à marginalidade ou revolta. Hoje em dia fazem parte da rotina de pessoas comuns que, cada vez mais jovens e cheias de vontade, desejam passar seus recados através da imagem. A tatuagem é, mais do que tudo, uma forma de expressão individual de arte e estética do corpo.

Em toda sua história, o que não mudou foi a técnica de aplicação. A junção de agulhas mergulhadas em tinta, perfurando superficialmente a pele, mistura dor e realização. A técnica evoloiu pelos materiais, pela inserção do motor, mas continua igualmente dolorida – faz parte.

A Revista Galileu conta em uma reportagem um pouco mais sobre a história da tatuagem. Entre 2160 a.C e 1994 a.C. múmias de mulheres egípcias, como a Amunet, possuiam traços e inscrições na região do abdome. Há mais de 2.400 anos, múmias encontradas nas montanhas de Altais, na Sibéria, apresentam ombros tatuados com animais, reais e imaginários. Entre 509 aC e 27 aC os imperadores romanos determinam que, para não serem confundidos com súditos mais bem afortunados, prisioneiros e escravos sejam tatuados. Em787, sob a alegação de ser coisa do demônio, o papa Adriano I proíbe as pessoas de se tatuarem. Em 1600, com o fim das guerras feudais no Japão, os serviços dos samurais tornaram-se desnecessários. Surge, então, a Yakuza, a máfia japonesa. Já em 1769, em expedição à Polinésia, o navegador inglês James Cook nota a tradição local de marcar o corpo com tinta; na língua local, chamam isso de “tatao”. Em 1891 o americano Samuel O’Reilly patenteia a máquina de tatuar. Trata-se de uma adaptação de uma invenção de Thomas Edison. Em 1928, em Chicago, um caminhão com peles tatuadas é roubado. A coleção pertencia a Masaichi Fukushi, médico japonês que estudava como a tatuagem ajudava a preservar a pele. No ano de 1942, durante a Segunda Guerra, os nazistas tatuavam um número no corpo dos judeus para identificá-los como prisioneiros nos campos de concentração. Por fim, em 1959, chega ao Brasil o dinamarquês Knud Gegersen, o primeiro tatuador profissional a atuar por aqui. Ufa!

De toda forma, a tatuagem foi inventada e reinventada em diversas partes do mundo e superou preconceitos e proibições. Talvez isso seja o reflexo de que deixar sua mensagem é mais valioso do que seguir regras ou se prender a restrições.

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25 outubro 2011
Um pouco de amor em casa

Memórias eternizadas na decoração deixam o lar ainda mais confortável e aconchegante.

A decoração do lar pode muito bem lembrar sentimentos felizes e sensações de amor. As peças devem ser mais do que bonitas e podem muito bem fazer uma função completa de materializar sentimentos, retratando casos de família e momentos de união.

O sentido de lar, de família, ou de conforto muitas vezes se perde por entre construções extremamente sérias, fechadas, ou repletas de inspirações que não convencem. Existe sempre um risco em contratar um decorador que se preocupa mais com as tendências do que com o que realmente inspira o cliente. O toque pessoal gera a sensação de bem estar e isso é algo é importantíssimo. Trata-se de um toque semelhante ao que encontramos em um guarda-roupa que é a cara de seu dono.

Fotos, frases ou imagens são a porta que abre espaço para mais e mais momentos felizes. Seja pela saudade, pela paixão ou mesmo pela mera lembrança, há como deixar o lar mais pessoal – ainda que isso tire um pouco a aparência de capa de revista ou editorial de decoração. Vale lembrar que o tempo em casa é tempo para esquecer toda e qualquer falsidade e ser quem se é, sem medo.

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24 outubro 2011
O que sua cor diz sobre você

A cor que você mais gosta tende a dizer muito sobre sua personalidade. Aliás, cores são sensações e emoções.

As cores possuem personalidade, por vezes super diferentes. E mesmo por isso as cores refletem o gosto pessoal de cada pessoa. Além da análise de cores, que indica quais tonalidades combinam mais com cada combinação pessoal de tons, fica a real informação de que as cores carregam sensações e significados. Assim, a partir da cor que lhe cativa, é possível perceber vários traços de sua personalidade.

Amantes do vermelho são pessoas animadas que gostam de viver o momento. Estas pessoas se sentem entendiadas facilmente e gostam de ter o poder para realizar e finalizar projetos rapidamente. As pessoas que amam o vermelho são, também, apaixonadas pela vida.

rosa é a cor das pessoas sensíveis e meigas, com uma doce disposição para viver a vida. Estas pessoas não se importariam em voltar no tempo e viver em épocas mias inocentes, colocando mais e mais romance na vida.

Enquanto isso, o amarelo é a cor das pessoas felizes, animadas e otimistas. Quando algo não funciona estas pessoas rapidamente tratam de mudar a situação. São espontâneas e vivem uma profunda e permanente curiosidade.

Já o azul é a cor das pessoas calmas que gostam de ter tudo na vida perfeitamente em ordem. São confiáveis e valorizam a lealdade em outros. O azul, quando semelhante ao tom do céu, remete as pessoas que gostam de sonhar acordadas; já o azul marinho é o retrato das pessoas sérias e conservadoras.

Pensando em cinza, esta é a cor daquelas pessoas que gostam mais de observar do que participar, principalmente em situações sociais. São pessoas que não gostam de se comunicar muito e deixam para o último momento a concretização de planos.

Pensando no verde, ela é a cor das pessoas que gostam de se sentir seguras e fazer do mundo um lugar melhor para viver. São generosas tanto quanto ao tempo dedicado a boas ações e afins, mas podem ser cabeça dura quanto a detalhes que são importantes por alguma razão.

O marrom e a cor das pessoas ligadas à terra e leais. Família e amigos, além do lar, são de extrema importância e o conforto é a chave para a vida.

A cor dos negociantes é o roxo, que carregam um forte desejo de agradar. Ainda assim não confiam facilmente nos outros e gostam, muito, de toques de mistérios em todos os lados da vida.

Por sua vez, o laranja é a cor das pessoas dinâmicas e divertidas, ligadas à natureza. No mais, não se importam de ficar em frente a uma multidão e são pessoas de forte apetite por comidas e pelas vida.

Por aí, quando a sua cor? Cada um com sua cor, com suas ligações e com suas características. Vale gastar alguns minutos para pensar qual a cor que você mais gosta, não apenas em se tratando de moda e roupas, e porque essa cor atrai seu olhar e sua aprovação.

Essa informação toda saiu do livro Color Hamony Compedium, de Terry Marks, MINE, Origin, Tina Sutton.