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19 abril 2011
Cara, crachá

A obrigatoriedade do uso de crachá em muitas empresas leva a dúvida cruel quanto a como utilizar roupas/detalhes interessantes próximo ao rosto sem gerar uma certa poluição visual. O crachá, por si, já é um tanto quanto confuso.

Comecemos, claro, pelo grau de importância. Inegável que o crachá entra como elemento chave do visual, pois seu uso não é dispensável. Guardar na bolsa ou bolso pode ser uma opção para as empresas que não pedem o uso corrente, mas o trabalho que gera é maior do que a facilitada de deixar o mesmo ali penduradinho no pescoço. A partir disso sabemos, facilmente, que tudo o que compete em comprimento, formato ou volume pode ser deixado de lado – leia-se colares longo do tipo pingente. Podem funcionar bem, no entanto, os colares um pouco mais encurtados com detalhes que terminem um pouco para cima do local do crachá propriamente dito, principalmente próximo à abertura da camisa ou gola seca da blusa. Abstrato, não?! Um pouco.

A opção de guardar o crachá dentro do bolso da camisa, algo comumente visto entre os homens, apesar de não ter um resultado estético maravilhoso acaba funcionando pela praticidade do hábito. O mesmo não fica saltando, balançando, batendo…

Pequenos detalhes. Vale deixar a cordinha para dentro do blazer/casaco, mas por cima da camisa/blusa; isso garante maior conforto. É muito possível passar a cordinha, o cordão, do crachá por dentro do colar/lenço, fazendo com que essa parte suavemente desapareça e dê lugar ao acessórios interessante.

De qualquer forma, melhor do que complicar é desencanar e pensar no crachá como um elemento parte do seu dia-a-dia de trabalho, que lhe permite não apenas ser reconhecida por nome/cargo mas também, e principalmente, ter acesso fácil às regiões nas quais caminha no ambiente profissional.

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  1. MK
    20/04/2011

    Adorei o post!!!! Obrigada!