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08 março 2011
Egoísmo do bem

Nem todo egoísmo pode ser julgado como ruim, as vezes ser egoísta e egocêntrico é necessidade de vida e sobrevivência. Se dedicamos todo nosso tempo aos outros – incluindo aí filhos, marido, família e amigos – deixamos de cuidar de quem somos, o que nos faz desinteressantes e nos deixa (até mesmo) menos vivos. O equilíbrio entre vida pessoal e profissional já foi muito discutido, debatido em pautas e mais pautas de revistas femininas; mas a própria natureza da mulher, a tal busca pela perfeição em todos os campos da vida, faz com que o exagero aconteça para lá ou para cá. É aí que mora o perigo, o risco de ser pleno em uma área e fracassar inconscientemente na outra; é no meio termo, na vaidade, que pode morar a solução para tantos dramas pessoais. Mais do que reservar um momento para cuidar de sí é preciso pensar em atitudes que também lhe favoreçam. Porque no geral até mesmo a vaidade e os cuidados pessoais podem estar atados à vontade de agradar ao próximo ou mesmo de causar inveja em outras mulheres; pior que isso, ou igualmente complicado, é se esforçar em pontos que lhe foram impostos por outra pessoa. É conveniente queixar-se do mundo, da vida e de todos; no entanto, é no esforço e no egoísmo do bem que está a porta para a independência plena (física, financeira e emocional). Dedique-se ao que lhe interessa… assim você estará pensando também nos que você ama, naqueles que lhe são essenciais (pacote completo de amor, família e amigos). Ao se agradar você estará pronta para contemplar os que lhe amam com muito coisa boa: bom humor, paz e felicidade. Os que forem contra esse estilo de vida podem estar tirando proveito de sua boa vontade ou ao menos tentando projetar em você aquilo que não conseguem ser.

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