Conversinha Fashion » 2011 » fevereiro
16 fevereiro 2011
Chic sim, Gloria Kalil

Sempre bonitinha (de forma nada pejorativa) nossa queria Gloria Kalil esbanja uma elegante jovialidade nos corredores das semanas de moda. Não é difícil gostar do tipo de roupa que ela usa pois as mesmas são sempre simples e fáceis de encontrar – de forma geral. O que fica de diferente é a forma de combinar e ornar; ou seja, o mais difícil de tudo já que peças isoladas não dizem nada.

Calçados confortáveis, comprimentos comportados, diversão nos detalhes e/ou acessórios que deixam até um look monocromático com um toque de exclusividade. Sempre há algo inusitado, algo que não esperamos mas que é o elemento que fecha de vez o visual.

O que é charme sem fim, aliás, é a repetição natural de peças sem erro – mostrando que realmente chique é aquele que tem um mix de opções preferidas que valorizam sua silhueta e enviam as mensagens adequadas. As tendências estão sempre por ali, misturadas à clássicos particulares de Gloria ou mesmo a peças comuns em qualquer e todo guarda-roupa. Além disso ela mistura marcas nacionais com importadas sem ostentação. É, no mínimo, ideal de admiração.

15 fevereiro 2011
Quando o lookbook é seu!

A auditoria do guarda-roupa, com montagem de looks, tem como objetivo organizar/limpar o acervo pessoal e potencializar o uso das peças que ficaram. A mesma inclui não só roupas, mas também os acessórios que são parte primordial. Durante o serviço conseguimos multiplicar o número de combinações (valorizando o uso) e minimizar o tempo gasto em frente ao guarda-roupa na dúvida cruel sobre o que usar. Por fim, durante as montagens, visualizamos o que falta para melhorar ainda mais o aproveitamento das peças. Ufa. Muita promessa, não? Todas rigorosamente cumpridas.

O que vemos, quase sempre, é o uso viciado das mesmas peças nos mesmos tipos de conjunto, certo?! Não mais após o atendimento. O olhar externo aplicado no guarda-roupa apresenta novas possibilidades… fugindo do padrão. De repente tudo parece mais legal e mais lucrativo.

Ilustrando esse post a cliente querida que autorizou a utilização de suas imagens e que me deixou muito grata. Suas peças já eram legais, uma mistura ótima cheia de qualidade e identidade. Tudo muito bem cuidado e organizado. Era questão de trabalhar variações e aplicação. Como resultado uma dezena de looks que mostram, pela troca simples de peças, a versatilidade das roupas acertadas. E é isso que pode ser feito em todo guarda-roupa, cada um com suas particularidades e seus pontos fortes. O bom aproveitamento das roupas depende de criatividade e da coragem para ousar.

Se observarmos a imagem, um resumão no qual tentei repetir algumas peças, o que vemos é um mesmo item em vários contextos e em looks indicados para ocasiões bem distintas. O guarda-roupa bom é aquele que rende, que conversa, que diverte; é aquele que se mistura e se complementa.

14 fevereiro 2011
Divagando…

É muito fácil perder o foco e o rumo em lojas com um grande volume de opções de peças e afins. Para onde ir e como ir fica um pouco complicado principalmente com as vendedoras lhe parando de cinco em cinco minutos para perguntar se você quer o cartão da loja coisa irritante. O importante é saber do que você precisa ou então ter paciência para escolher muita coisa e depois, com calma eterna, provar peça por peça. Na verdade não adianta muito selecionar algumas dezenas de peças se na hora no verdade (no provador) a ansiedade lhe leva a correr e/ou dispensar coisas que anteriormente você considerava interessante – já que seu tempo disponível se esgotou.

Em magazines o cuidado com os detalhes deve ser redobrado e divagar possui utilidade apenas quando lhe leva a ser mais seletivo nas escolhas e na avaliação prévia da qualidade e acabamento. Ficar por ali passeando, pensando na vida, procurando um grande achado perdido em meio a confusão acaba sendo desgastante. Importante: grandes achados costumam aparecer como que do nada, basta estar com a mente fresca para ver o potencial de alguma maravilhosa peça.

Assim fica a importância de ser eficiente ainda no processo de escolha prévia que leva a um leque mais enxuto de opções para o crivo final. No mais onde devemos passar mais tempo é mesmo no provador, com a roupa no corpo, e não com pilhas de peças nos braços.

Esse post veio do comentário de uma cliente que, numa tarde de compras, comentou que costumava ‘divagar’ em lojas grandes. Achei o máximo. =)

13 fevereiro 2011
Peso e Volume

A aplicação de volume é o que muda, mesmo, a forma da silhueta. No entanto não vale perceber apenas o peso desse volume, mas também a estrutura do mesmo. Quando o volume é fofinho há um tipo de mensagem diferente de um volume mais duro, estruturado. No meio termo o peso mediano com formas que não são nem duras e nem maleáveis.

Por isso que o resultado final de uma adição de volume não pode ser generalizado. Ele muda de acordo com o tecido, a modelagem e a questão das proporções. Mais importante que a peça em si é, por fim, a relação entre base (corpo) e estrutura (roupa).

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11 fevereiro 2011
See you soon!

Oiê. Estou saindo de férias (!!!) para conhecer Vegas e NY. Arejar os pensamentos, ver coisas diferentes… Volto daqui um tempinho, mas deixei posts agendados para todos os dias (oi!) já que não tenho a menor pretensão de ficar postando por lá. No entanto, nunca se sabe já que tenho uma pequena (gigante) dificuldade em largar o computador. Estou muito animada e não me envergonho. Temos que curtir tudo o que é bom e essa viagem foi muito sonhada não só pelo contexto mas pelas companhias que assim como eu nunca tiram férias. <3 No mais, emails vão demorar um pouco mais para serem respondidos, mas vão ter retorno. Promessa. De toda forma estarei no twitter (@alburcas) e em todos os lugares de sempre. Beijos e agora é Vegas Baby!