Conversinha Fashion » 2011 » fevereiro
21 fevereiro 2011
Salva o que resta…

Salve o que resta, resolva ser feliz. Sempre digo que ser feliz é uma escolha, certo? E devemos fazer essa escolha. Basta olhar para o lado mais bonito da vida, dos nossos dias. Claro que ser Pollyanna é tentar tapar o sol com a peneira, mas sorrir um pouco em meio a contratempos nos ajuda a descobrir incríveis formas de resolver problemas. Ninguém resolve nada sem se mover. Se a vida lhe deu muitos espinhos pegue uma tesoura e apare os mesmos… não deixe de dar valor à beleza das pétalas da rosa apenas porque parte da mesma é perigosa e gera dor. Vamos, vamos logo que a vida está passando. =)

20 fevereiro 2011
Um salve a regata de seda

O corte não precisa ser complicado se o tecido é de alta qualidade. Prova maior disso são as regatas de seda, peça que surge como curinga em diversos tipos de guarda-roupa – para um número infindável de mulheres. Elas casam bem com jeans, com saias sociais, com shorts de alfaiataria e mesmo como complemento base para ambiente formal. O melhor? São simples de costurar e podem ser encomendadas a qualquer costureira conhecida. Basta selecionar cores que casem bem com suas peças e pronto, mais um item desses que entra e nunca mais saí do guarda-roupa. Sabe, a camiseta básica de manguinha e gola fechada tem seu lugar e vai ser sempre necessária porém não há malha que consiga disputar de igual para igual com tecidos nobres como acontece com a própria seda.

Lembrando que a seda é uma fibra, que constrói tecidos de seda. Aha! Assim temos a pura seda que, por ser de fibra natural, é super leve e suave; se a blusa “de seda” começa a lhe incomodar e esquentar é porque é de tecido sintético ou mistura. Ui.

19 fevereiro 2011
Inspiração eterna

Repito aqui alguns looks do Saks in the City porque eu adoro a garota e considero ela uma super referência para quem sente que não é possível se vestir de maneira autêntica e divertida com uma silhueta voluptuosa. Olha, é sim (muito!) possível.

Mais do que peças que valorizam o corpo há toda uma atitude que enfeita e seduz. Auto estima é acessório, é complemento indispensável para que a imagem como um todo faça sentido e, assim, conquiste olhares. Pouco vale um corpo super magro e próximo às medidas padrão (aquelas que ninguém explica) se a expressão traduz uma constante insatisfação com a vida ou mesmo com o próprio corpo.

Assim vemos que lançar mão de roupas extremamente amplas, largas e soltas é um remédio muito pouco indicado para quem é plus size. Melhor é apostar nos cortes ‘da moda’, em peças interessantes, diferentes, legais… para tal basta acreditar e experimentar até ver que a roupa também faz sentido em corpos diferentes aos da capa da revista – e isso vale também para quem é muito magrinha e vê nisso um problema. Vamos ser menos críticos. Claro que a própria moda (principalmente na indústria nacional) precisa entender que existe público para o manequim acima do 42 e também para o 34, que não quer vestir roupa infantil. Olha que complicado. Assim sendo a Sakina (oi?!) surge como voz aqui no Conversinha não só para curvy ladies (nas palavras dela) mas para qualquer mulher fora do padrão – ela, eu, você, nós todas… porque só há uma Ambrósio por aí.

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18 fevereiro 2011
A Roupa Problema, versão ‘presente’

Ganhar roupa e/ou acessórios de presente pode ser extremamente desagradável. A chance do agrado ser adequado, ou desejado, é muito pequena e raramente satisfaz na íntegra o presenteado. Este fica ali lotando o guarda-roupa, já cheio,  no qual facilmente coisas inúteis se multiplicam dificultando, e muito, o básico do vestir.

Como lidar com essa situação é algo bem particular. Entre a doação e o uso obrigatório a mistura que gera o uso isolado e estratégico: na presença de quem lhe agraciou com a peça em questão. Depois, doação. Tentar uma troca também é boa saída, principalmente quando por sorte o presente acaba não servindo. Mentir, nesse caso, é bem perdoável… vale aquela desculpa de que a grade das lojas é sempre imprevisível.

O que não se justifica é usar por pressão algo que não lhe deixa feliz e essa atitude nenhum amigo sincero deseja. No mais a certeza de que ninguém irá lhe vigiar o tempo inteiro para saber que destino teve aquele presente de meses atrás. Desapego nos presentes e nas quinquilharias.

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17 fevereiro 2011
Só pra constar…

Certos erros cometemos sem perceber, por ato falho ou por mera distração. Entre comentários e críticas o que mais se vê por ai (e por aqui, também… não vou negar) é o tal de jogar pedras em atitudes e costumes que você mesmo pratica, enchendo o peito de orgulho para criticar ou analisar com forte maldade algo que você mesmo costuma fazer dia após dia. A coerência do discursos visual, que tanto falo aqui, deve estar presente no discurso verbal… este que passa a ser mais perigoso quando registrado quase que eternamente nas linhas da internet. Quão fácil é rir do outro? Mais fácil seria preocupar-se com si próprio. As situações mudam no ritmo frenético da informação… mesmo aquelas que se estruturaram lentamente após grande esforço e trabalho.

Muitas vezes nós somos nossos maiores oponentes e podemos fazer da insegurança uma forma de escudo que ataca e agride ao próximo, já pensou? E na vida não dependemos apenas de talento. Controlar o ego, a vaidade, é essencial para alcançar o grande final. Quantos já caíram ainda enquanto estavam no topo da montanha?! Não adianta alcançar o pico do Everest… tem que descer… e o caminho é igualmente complicado e sinuoso. Ficar lá no alto eternamente (se achando) pode e vai ser fatal.

Você recebe o que você dá e não se trata apenas de sorte, destino. Compaixão, fé, destreza… tudo bem além de religião, mas algo de você com você mesmo. E no fim por que que alimentar sentimentos de ódio quando há tanta coisa melhor por ai?! Se ocupe da vida por completo… de viver, se divertir, rir offline, curtir a família, os filhos, os amigos, abraçar coisas e pessoas que lhe fazem bem.

Esse texto estava aqui nos rascunhos já a muito tempo… não sei quem, ou o que, me deixou assim pensando nessas coisas – mas continuo assinando essas palavras como pensamento para a vida. Beijo. =)