Conversinha Fashion » 2011 » fevereiro
28 fevereiro 2011
Só dá bicho

A tendência dos bichos e animais chega forte para o inverno não somente nas estampas e padronagens. A mesma aparece também, e principalmente, nas texturas e detalhes. Formas com pele, pêlo ou volume pontuam golas, aplicam charme a detalhes e deixam o visual geral mais interessante. Nos acessórios se fazem centrais ou podem vir reunidas ao couro ou outros tipos de base.

Para utilizar ainda durante o verão, que joga com altas temperaturas, há a possibilidade de reunir peças leves e fluidas à acessórios pesados com esse toque animal. Outra chance também são os colares e/ou brincos com penas, que são presença forte também nas bolsas. Pode-se pensar, também, nas peças levinhas ou de comprimento encurtado caracterizadas pelo padrão de bicho, o que joga bastante com a sensualidade (que pode quase tocar a vulgaridade, cuidado).

Para quando a temperatura cair o uso de terceira peça inteira de pelo ou pêle (falso, ok?!) ou então os casacos com detalhes que deixam qualquer um com jeitinho de rei leão – pode ser fofo! E para brincar com os contrastes, e amenizar a sensualidade do conceito animal, a boa é jogar tons leves ou pastel com fundo rosado, quebrando o peso dominante do marrom com preto.

26 fevereiro 2011
Que tal?

Se você não veste uma roupa a muito tempo, como vai saber se ela ainda serve em sua silhueta? Muito possível que a resposta seja negativa, seja pelo ganho ou perda de peso. Nossa silhueta muda muito rapidamente, mesmo sem mudanças diretas na balança. Deixar roupas paradas, sem nem saber se elas servem, é totalmente (e plenamente!!!) dispensável. Quem tal passar os próximos minutos enfrentando o guarda-roupa e provando aquelas peças que você a muito não veste?! Coragem.

25 fevereiro 2011
Só pra constar… voltei!

Olá, voltei! =) Só para dizer que os muitos emails atrasados serão respondidos a partir de amanha e que tentei muito guardar um tempo para trabalho durante as férias mas no fim me deixei levar pelo clima de alienação da vida real. Valeu a pena, estou a mil – recarregada e animada com tudo o que está aí prestes a acontecer.
New York é o que todos dizem, sem mais. Acho apenas que é uma cidade muito mais incrível do que pintam na blogosfera feminina (moda, beleza) pois guarda muita cultura e história por entre os prédios antigos e a arquitetura intrigante. É preciso bem mais que dez dias para entender direito formas de tirar proveito daquele lugar. Fiquei bem perto da Times Square, o que me fez passar bastante tempo por lá; assim o desejo diário de musicais e a oferta gigante de peças de teatro e ópera fazia com que o consumo quase ficasse de lado… (quase, só quase!). É um lugar para morar, sem dúvida. Já Las Vegas é tudo e mais um pouco, cenário perfeito para a alienação. Cidade sem regras, sem limites; extremo é pouco, em todos os sentidos. Tudo é muito exagerado, muito grandioso, muito caro, muito divertido, muito gostoso ou muito maluco. Nada e ninguém parece normal em meio a tantas luzes. E a moda está lá, em todos os cantos e em todos os grandes hotéis com as marcas mais incríveis a disposição dos seus sonhos. Tudo tem um preço e esse preço por vezes nem é caro, é tudo questão de contatos ou sorte! E essa tal sorte parece te chamar a todo momento, o que faz com que a diversão seja certeira. Também para voltar, outra e outra vez – nunca para morar, claro. Agora sim entendo o que faz tanta gente ir anualmente a essas duas cidades e faço delas também minhas cidades do coração.

A partir de amanha ritmo de festa normal porque férias só são legais por serem tão temporárias.

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24 fevereiro 2011
Felicidade de cá para lá

Dia desses postei no meu tumblr essa frase que gostei muito e que roubei de outro tumblr (culpada!). “Happiness is like peeing in your pants; everyone can see it, but only you can feel it’s warmth.” Numa tradução livre do meu inglês NumberOne: a felicidade é como fazer xixi nas calças; todo mundo pode ver, mas só você pode sentir que é quente. Não há como concordar mais. O sentimento de felicidade pura gera aquela satisfação interna tão grande que nem conseguimos explicar, e que é difícil de controlar nos olhares e expressões… mas o melhor está mesmo na sensação de bem estar que a felicidade gera, e essa não há quem consiga simular.

Acho que, de maneira diferente, se sentir bem com sua imagem e com seu estilo é bem isso. Todo mundo pode ver, mas só você consegue curtir o imenso bem estar que isso trás. Por isso, talvez, seja tão estranho encontrar pessoas que apesar de bem vestidas não convencem; elas não vivem aquela roupa, não respiram aquela imagem, não estão de fato transpirando aquele visual. É, a felicidade acontece de maneiras e em intensidades diferentes, mas sempre de dentro para fora e de fora para dentro.

22 fevereiro 2011
Vista-se para a idade que você tem

Se prender ao passado, desejar o futuro, viver uma realidade inventada não auxilia na hora de se vestir. Os anos passam – rápido ou devagar, dependendo do contexto; com isso o que importa é saber como adornar e cobrir a sua atual realidade. Extremos nunca são bons, da saia micro à camisa branca super tradicional. O meio termo pode parecer difícil de encontrar, porque fica entre o que já foi e o que ainda está por vir… então, como lidar? Onde você está? São detalhes, pequenos mas essenciais, que marcam essa questão da adequação. Entre os 21, 31, 41… qual sua real idade?!

Em alguns momentos devemos e precisamos passar uma idade diferente da real, mais madura ou mais jovem dependendo do objetivo. Fatos isolados são brincadeiras, adequações naturais a certos desejos; disso a se fantasiar dia após dia falseando uma idade totalmente irreal pode ser o reflexo de uma farsa interna, que carece de atenção e cuidado.

Encontrar a chave para esse meio termo, para a jovialidade interna dentro de um corpo e um RG que denunciam um certo amadurecimento, carece de roupas ajustadas a silhueta mas nunca coladas demais; entram em cena os tecidos refinados em detrimento das malhas e das bases fluidas ao extremo; cabelos impecáveis e formas um pouco mais estruturadas abrem espaço para uma mistura maior de cores vivas ou mesmo decotes estratégicos que revelam que a sensualidade ainda está firmemente presente.

Uma imagem pesada demais, carrancuda e envelhecida, não é nunca a solução. Assim como também não se faz viável um visual exageradamente jovial. Para se sentir bem, com harmonia entre vivência, silhueta e espírito, é preciso fazer uma mistura concentrada de desejos e possibilidades dentro daquilo que seu corpo e sua personalidade podem lhe oferecer.

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