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29 novembro 2010
Risca de giz, com?!

Combinar a risca de giz é bem mais simples do que se pode imaginar, porém em alguns muitos momentos a mesma tende a simular uma certa rigidez de formas. Trata-se de uma estampa? De um padrão? Uma aplicação?! A questão é que certos tecidos possuem detalhes de cor, forma ou textura na própria construção de seu fio – o que já vem na estrutura do entrelaçamento. Esse é o caso, também, da risca de giz. Com isso a importância de não complicar o que é mais do que simples.

A peça com risca de giz deve ser encarada basicamente como uma peça lisa, possibilitando todas as combinações que você desejar. O máximo que podemos pensar é relacionar o tom da ‘risca’ com o tom dos complementos, fazendo uma coordenação de cores bem fácil. Isso serve principalmente para aquelas peças que fogem da mistura branco + preto e que, aliás, são as mais legais. Há por ai risca de giz com linhas rosas, vermelhas, azuis… tanta cor legal que gera um efeito interessante, mas não marca muito. Sério? Sério. Isso porque nas riscas mais delicadas, fininhas, o efeito só é visto muito de perto e são poucos ou nulos os casos em que alguém vai de fato observar cada detalhe da construção do fio do tecido que estrutura sua calça/blazer.

Na moda, no ato diário do vestir, a felicidade está em se prender menos ao detalhes e se abrir para o mundo (das formas e cores) de maneira a explorar sem medo junções até então ousadas que potencializam seu volume de combinações e deixam sua imagem bem mais alegre e diferenciada. Risca de giz + estampa, risca de giz + acessório, risca de giz + cores e cores. Vai sem medo que o resultado será bom.

Apenas um detalhe. A risca de giz que mais valoriza a silhueta é de fato a mais fina e discreta. Acontece que quando as linhas são muito marcadas ou grossas tendem a fatiar a silhueta e isso, acho eu, ninguém quer.

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