Conversinha Fashion » 2010 » novembro
30 novembro 2010
Positivity Blog

O ‘The Positivity Blog‘ é um desses blogs que recebe minha visita esporádica, bem de vez em quando mesmo. Fica ali na minha lista de favoritos mas é pouco acessado, porém o clique surge logo nos momentos em que o mesmo se faz mais adequado.

O blog é uma reunião de mensagens positivas, dãn, e ideias para melhorar a vida através de uma atitude um pouco mais otimista. Digo isso porque muitas vezes acabamos, sem querer, sabotando nosso potencial ou deixando de lado oportunidades boas apenas por preguiça ou comodidade. É a velha história de estar satisfeito com o que se tem, deixando passar chances de ter bem mais – não só coisas, mas motivos para sorrir e para se sentir bem.

O autor do blog, Henrik Edberg, já até lançou um livro sobre o assunto – O The Power of Positivity, que entrou para minha lista de futuras aquisições na Amazon.

Leia mais

  • %
30 novembro 2010
Zara ensina…

A loja virtual da Zara, que não entrega no Brasil (snif, vamos nos abraçar e chorar, not), é um mar de inspirações. As combinações são reuniões de tendências fáceis e atuais, que podem ser aplicadas facilmente no dia-a-dia. É bem um tipo de imagem que carrega pegada ‘de moda’ sem cair na casa do exagero, algo que por muitas vezes fica cansativo demais nas páginas de street style. É claro que imagens diferentes, fora do padrão, são interessantes só que há momento e vontade para tudo. Fica aquela coisa: ‘Oh, é lindo mas o que eu faço com isso já que sou uma pessoa padrão?!’

O jogo de volumes é uma das características atualmente muito trabalhada. O look ou a roupa não precisa ser toda certinha, coladinha, para ficar interessante. A feminilidade e até mesmo a sensualidade está em explorar proporções inusitadas, até mesmo para ressaltar certos pontos interessantes do corpo. Então que junto a uma peça um pouco mais gordinha vale apostar em um tecido de volume inverso, equilibrando o peso visual. Com essa compensação não há o risco de ficar super grande ou larga por pouco.

A mistura de texturas é uma forte presença nas combinações com essas peças de frio. Olha que sei bem que por aqui estamos no quase verão, já fritando em sol escaldante, mas essas imagens podem ficar como referência sendo aplicadas na junção de outras texturas que aparecem por vezes em acessórios ou mesmo em tecidos um pouco menos encorpados. Uma das dificuldades que muito escuto é justamente essa de como combinar uma peça texturizada, mas não há regra ou receita… basta trabalhar naquele mesmo jogo de proporções antes relatado.

E por fim o contraste de peso que segue a mesma história do jogo de volumes, porém pensando em tecidos finos utilizados junto a tecidos grossos, sem necessariamente agregar volume em algum ponto. A época, agora, é bem do império dos contrastes mas não como uma imposição – pelo contrário. Vemos que as opções estão tão variadas, tão versáteis, que nada mais é claramente proibido. Olha que maravilha ser estimulado, pela própria moda, a explorar tudo o que se imaginar! Já foi aquele tempo onde as tendências eram limitadas e super direcionadas… na era dominada pela força do estilo pessoal o que vale é conseguir se expressar claramente com as roupas que você tem e ama.

  • %
29 novembro 2010
Risca de giz, com?!

Combinar a risca de giz é bem mais simples do que se pode imaginar, porém em alguns muitos momentos a mesma tende a simular uma certa rigidez de formas. Trata-se de uma estampa? De um padrão? Uma aplicação?! A questão é que certos tecidos possuem detalhes de cor, forma ou textura na própria construção de seu fio – o que já vem na estrutura do entrelaçamento. Esse é o caso, também, da risca de giz. Com isso a importância de não complicar o que é mais do que simples.

A peça com risca de giz deve ser encarada basicamente como uma peça lisa, possibilitando todas as combinações que você desejar. O máximo que podemos pensar é relacionar o tom da ‘risca’ com o tom dos complementos, fazendo uma coordenação de cores bem fácil. Isso serve principalmente para aquelas peças que fogem da mistura branco + preto e que, aliás, são as mais legais. Há por ai risca de giz com linhas rosas, vermelhas, azuis… tanta cor legal que gera um efeito interessante, mas não marca muito. Sério? Sério. Isso porque nas riscas mais delicadas, fininhas, o efeito só é visto muito de perto e são poucos ou nulos os casos em que alguém vai de fato observar cada detalhe da construção do fio do tecido que estrutura sua calça/blazer.

Na moda, no ato diário do vestir, a felicidade está em se prender menos ao detalhes e se abrir para o mundo (das formas e cores) de maneira a explorar sem medo junções até então ousadas que potencializam seu volume de combinações e deixam sua imagem bem mais alegre e diferenciada. Risca de giz + estampa, risca de giz + acessório, risca de giz + cores e cores. Vai sem medo que o resultado será bom.

Leia mais

  • %
29 novembro 2010
Disse que disse

Certos hábitos, por vezes inconscientes ou sem maldade inicial, geram consequências drásticas para um ou vários lados. Na mania da fofoca, do comentário malicioso sobre questões alheias, um ponto que tende a render grandes problemas para os envolvidos na história. Não importa se o contexto é ambiente profissional ou pessoal a mania de falar sobre a vida de terceiros nunca acaba bem. Mesmo!

Se já diziam os Beatles, the love you take is equal to the love you make, como tentar fugir dessa lógica?! Provas diárias nos dão certeza de que a vida é mais do que um ciclo de ação e reação. Ao fazer especulações e críticas crueis sobre a vida alheia há o fato, quase que normal, de puxar para o próprio caminho algo que não é bom. Veja que existem tons para cada hábito, graus de ocasionalidade em cada mania e quando algo fica obsessivo pode ser que seja a hora de parar e pensar maneiras de mudar esse caminho. Insinuações, que por vezes saem como possibilidade, chegam como realidade… ao menos para quem escuta parte daquela história. É como num telefone sem fio onde a informação inicial cresce a ponto de ganhar novo significado. Olha que estrago! Talvez quem constrói histórias sobre a vida dos outros passa por uma falta de assunto na própria vida, por isso essa necessidade absurda de moldar tramas ou mesmo dramas num roteiro tranquilo com personagens caminhando em plena paz. Quanta falta do que fazer…

Se ser picado pela abelha da fofoca e da picuinha gera dor e incômodo fica a lembrança de que no fim da história quem sai pior é a própria abelha. A dor é relativamente passageira para quem é atacado, mas para o inseto inconsequente é o fim da linha. Por isso vale pensar em tudo o que se fala por ai, zelando pela harmonia geral (do mundo, oi sou miss) com a visão de que no fim o amor que você recebe é igual ao amor que você dá. =)

  • %
26 novembro 2010
Não existem pessoas feias…

A frase, na verdade, é uma adaptação das palavras de Helena Rubinstein – ‘there are no ugly women, only lazy ones’. Essas palavras carregam o peso de uma realidade que vemos hoje com grande facilidade. Com um pouco de esforço é possível melhorar muito a imagem que apresentamos, com cuidados diários mínimos que passam longe das mesas de cirurgia plástica ou das clinicas estéticas. Dedicar um pouco de tempo ao cuidado pessoal faz grande diferença e transforma pessoas normais em pessoas indiscutivelmente belas. Bom seria se a beleza não fosse importante, bom seria ainda se todos viéssemos ao mundo a face da perfeição; mas, de forma geral, seria muito chato e sem graça. Discutir aqui o peso de qualidades e talentos seria bobagem, ao menos no momento, mas não há motivos para não se cuidar.

Para aqueles que consideram a vida muito corrida, os dias cansativos e outras coisas mais importantes fica a ideia do cuidado pessoal como um presente ou mesmo como uma forma de descanso; um lazer, por que não?! Se salões de beleza não são um ambiente agradável o cuidado pode ser feito mesmo em casa, até com profissionais que vão até você para manicure, massagem ou afins. O restante está em cinco minutos pela manha para uma maquiagem ou mesmo bons produtos para cabelos e pele. A preguiça não é interessante em nenhum contexto e no campo da estética gera perdas que se refletem no meio pessoal e profissional.

  • %