Conversinha Fashion » 2010 » maio
30 maio 2010
Que roupa é essa menina?

Observando meninas novas, pré-adolescentes, vestidas com roupas coladas, fetichistas e provocantes muito penso se essas jovens, até ontem crianças, sabem quais mensagens estão enviando com seu visual. Na verdade o incômodo não está tanto nas roupas em si, muitas vezes normais no processo de amadurecimento de qualquer menina… o que gera arrepios de horror são para os olhares lançados por homens mais velhos. Não há como pensar em outra orientação a não ser dos pais que devem tentar traçar esse limite entre amadurecimento natural e exagero visual, muitas vezes inconscientes ao se optar por uma calça de lycra cintilante junto a um top decotado – tudo em preto. Pela busca de tendências, pela vontade de ‘estar na moda’, essas jovens já com seus cartões de crédito podem escolher o que comprar/usar sem a vigilância das mães, mas um caminho deve ser bem estabelecido. Num tempo onde a moda está com conotação muito sensual, mais do que o comum, nada mal alertar sobre o que aquela roupa gera… qual efeito possui dentro da sociedade e principalmente qual impressão passa nas festas, shows e afins. Sem o tal do não pode sair e pronto!

Essa conversa aberta e franca não deve ter caráter de limitação. A ideia é resguardar um pouco essas meninas que ainda não possuem maturidade suficiente para entender coisas que podem lhes afetar profundamente agora e no futuro.

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29 maio 2010
Costureira Virtual

Não é novidade na rede, mas é novidade pra mim. Costureira virtual! Como assim?! A Laca é uma loja online, ou costureira online, onde você cria o modelo que quer da forma que quer. São algumas opções de tecidos, com relativas poucas variações de cores, mas muitas possibilidades dentro dos detalhes e recortes. Vestidos, saias e blusas/camisas literalmente exclusivas… podendo enfim suprir as necessidades básicas do seu guarda-roupa. Digo isso porque sabemos como é difícil, algumas vezes, encontrar aquela peça com aqueles mínimos detalhes do jeito que você sonhou… e pra isso, só uma costureira de fato.

Ainda não posso dizer se o serviço é ótimo, ou bom… mas vou experimentar e se funcionar bonitinho será uma ótima ferramenta para trabalhar nos serviços da consultoria de estilo. Ansiosa! Mas então você me pergunta… melhor não procurar uma costureira real? Claro, é uma alternativa mais prática, mas poder ser um tipo de estilista no conforto do seu lar, sem precisar ir na loja de tecidos, é bem empolgante. E as possibilidades de erro? De certa forma são poucas. O próprio sistema do site veta detalhes ou modelagens que não funcionam para aquele pano selecionado… ou mesmo para a base que você escolheu. É o futuro!!! E com a configuração das suas medidas você consegue uma peça com caimento possivelmente perfeito.

Agora, vamos aos detalhes. Pense bem antes e durante a criação pois não fazem troca de peças ‘sem defeito’, por motivos óbvios… a peça foi criada por você e para você. Observe bem, também, as descrições dos tecidos… pois o jersey, por exemplo, super marca a silhueta… enquanto o cetim é cintilante. No mais, se joga!

26 maio 2010
Kit Salvação

Se na bolsa cabe celular, carteira, chaves, batom, rímel, blush, foto do marido, creme para as mãos, … também cabe um pequeno kit de primeiros socorros – e não falo dos remédios básicos.

Um micro kit de costura faz toda a diferença e pode de salvar nas situações mais inusitadas do dia-a-dia. A gente nunca sabe quando um botão vai soltar, quando um costura vai abrir ou mesmo quando um zíper vai emperrar. Esses acidentes geralmente acontecem nos momentos mais inadequados, dificultado qualquer tipo de solução fácil. Alô Murphy!

Não se trata de levar uma maleta de costura. Algumas poucas coisas já fazem mais que milagres. Linhas, agulha, alfinetes e se possível uma mini tesoura. Não se preocupe em levar um rolo de linha gigante… um pedacinho bem arrumadinho, enrolado numa tira de papel, já é mais que suficiente; as opções de cores são sempre uma boa, selecionando uma clara e outra escura. A tesoura serve para pequenos arremates, seja pregar um botão ou costurar um furo na costura da camisa. O alfinete é santo milagroso e segura qualquer coisa; para isso leve um bem pequenininho e outro um pouco maior, mais resistente.

Se você já tem o seu kit vale pensar em formas de utilização. Você sabe pregar um botão? Caso não, chegou a hora de aprender. Sabe dar um pontinhos?! É mais fácil do que parece! E, aconteça o que acontecer, não se esqueça de mandar a roupa para a costureira o mais rápido possível pra que você não corra o risco de usar, por acidente, uma roupa com pequeno problema.

25 maio 2010
Bolsinha na bolsa

Pra levar o computador com conforto, sem chamar atenção, é preciso mais do que pastas de transporte de notebook. Hoje em dia ser discreto é mais que importante, mas isso não precisa comprometer seu visual. Evitar o uso de duas bolsas distintas, ou uma bolsa e uma pasta, pode ser interessante pra pessoas esquecidas ou pra quem precisa ficar se locomovendo de um lugar para o outro. Sabemos que praticidade é o que reina.

As bolsas com alças transpassadas podem ser mais fáceis de levar, mas um volume gigante depositado sobre o quadril quase nunca gera bom efeito visual; os modelos de alça curta surgem como melhor opção por serem mais fáceis de carregar sem baques – pensando que um computador não deve ficar sacolejando ou tremendo, super importante. Uma bolsa retangular comporta revistas e possíveis complementos de trabalho, como bloquinhos ou cadernos – além de pastas para documentos e afins. Divisórias facilitam a distribuição do conteúdo, mas são os bolsos externos que agilizam mais ainda o dia-a-dia. Se esse não for o caso uma boa solução é levar as coisas miúdas da bolsa dentro de uma necessaire ou uma outra pequena bolsa, que serve para lhe acompanhar no almoço ou naquela corridinha para resolver algum problema pela rua. A ideia de uma bolsa dentro da outra funciona super bem.

Quem tem o hábito de esticar o trabalho no cinema ou numa ‘hora feliz’ pode ainda usar dessa alternativa, deixando a bolsona no carro para curtir os momentos de lazer. Pra tudo na vida há um jeitinho e o importante é você encontrar o seu de ter um dia-a-dia mais simples e menos pesado.

24 maio 2010
Pra torcer pro Brasil!

Quando a Copa do Mundo começar até os mais incrédulos brasileiros vão se render a animação dos jogos, levados pelo gosto pelo futebol ou mesmo pela onda de nacionalismo. Com isso já é hora de se preparar para torcer. Nas lojas as camisas oficiais já começam a desaparecer, principalmente o modelo feminino esperto e menos caro que a gente tanto adora.

Sabemos que teoricamente não serão poucos os jogos, afinal torcemos por um longo caminho da primeira fase à final. A esperança é a última que morre. Com isso melhor que colecionar um estoque de roupas em verde e amarelo a ideia é modificar dia-após-dia o básico, com ou sem uniforme oficial.

Pra fugir do óbvio da camisa amarelinha, um clássico que merece respeito, pode-se apostar nos modelos alternativos. Da camisa reserva à camisa de goleiro, passando pelas camisas de treino e pré-jogo, são muitas as opções oficiais para quem faz questão desse detalhe. A composição fica fácil, jogando um jeans na porção inferior (seja saia, short ou calça) e um sapato confortável pra não quebrar ao extremo o clima mais esportivo. Sapatilhas ou oxfords são alternativas perfeitas. Quem gosta de opções diferenciadas pode se aventurar pela sobreposição de camisa sobre o vestido, trabalhando ainda uma terceira peça que entra como um ideia boa para as quedas de temperatura. Os agasalhos esportivos são interessantes nesse ponto, pensados numa base mais neutra.

Aquela sua camisa da última copa, ou mesmo uma de anos atrás cheia de charme, tende a chamar atenção na ideia de que quanto mais antiga e mais bem cuidada mais bacana a peça fica. Você foge do comum sem cair fora do contexto. Já se você considera que camisas de outros países foram mais felizes em sua execução pode brincar e se vestir bem adequadamente com outros uniformes, porque não há uma regra. A camisa de seu time de coração entra ainda como alternativa, ou mesmo a velha ideia de trabalhar com as cores da bandeira em roupas de seu próprio guarda-roupa. O que importa, no geral, é ter em mente onde e como você vai assistir aos jogos… se adequando a aquele ambiente. Já fica o aviso de que bares, no geral, são ambiente bem informais nos quais o pós-jogo pode ser caracterizado por uma pequena confusão e tumulto, então saltos super vertiginosos e roupas extremamente arrumadas, em produções mega elaboradas, ficam um tanto quanto fora de contexto. É futebol!!! Segurar a mão na maquiagem também é uma boa… afinal, tudo acontecerá a luz do dia. Com uniforme, ou sem uniforme, o importante é se divertir.