Conversinha Fashion » 2010 » janeiro
30 janeiro 2010
Cor que faz bem… ou mal

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Sabe aquela roupa que leva uma cor que simplesmente não te valoriza?! Queimar a peça ou sair doando, com dor no coração, não é a única solução quando a modelagem e a qualidade estão em bom estado. Vale, muito e sempre, adaptar o tom desfavorável com complementos em tom interessante que realmente fazem você brilhar – não necessariamente de forma literal, claro.

Dentro da consultoria de estilo/imagem existem análises que apontam sua cartela de cores. Quer fazer sua análise comigo?! Esse tipo de análise é importante não apenas pela diversão do processo, mas muito para lhe valorizar ao máximo, pois a cor adequada faz saltar toda a beleza natural… aquela que qualquer um carrega. Se com as tonalidades erradas você se sente apagada, desanimada, cansada ou manchada com os tons certos você fica corada, animada, leve e confiante. E não é questão de apontar cores específicas… é todo um trabalho de tonalidade. É pra facilitar a vida ao se descobrir dentro de uma das doze opções porque êba, agora eu trabalho com a análise sazonal!.

Então é importante sempre lembrar de levar uma cor considerada boa (para você) bem para perto do rosto, brincando com acessórios e metalizados. É quebrar a massa pesada e jogar um pouco de molho bacana.

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Falando em coisas bacanas… pra quem curte acessórios legais com preços amigos e justos vale demais conhecer a AnitaBunita, que comercializa os acessórios que querermos ter… tipo, agora! Você pode também encomendar uma certa peça específica, dentro daquilo que você está desejando. As opções logo acima estão já se esgotando lá na loja virtual.

28 janeiro 2010
Me deixa com meu conforto…

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Saltos são forma fácil e direta de deixar um look mais refinado num estalar de dedos, sem grande dificuldade. No entanto, o que fazer se você simplesmente não gosta ou não quer brincar de sair com saltos altos?! Os sapatos baixos tendem a ser mais despojados e casuais, mas podem levar uma linha mais refinada dependendo do modelo e possíveis aplicações. Além disso o conjunto do look é responsável pelo visual pleno em si, sendo que não se pode pensar numa possível desvalorização total de um visual apenas pelo olhar isolado a um determinado acessório.

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Nas composições acima um exemplo de que mesmo com rasteirinhas, que são extremamente casuais, existe uma maneira de levar leve elegância e classe ao visual do dia-a-dia ou mesmo noite. Em certos dias, seja pelo calor ou cansaço, nada paga o valor de dedinhos de fora e pés literalmente no chão.

Mas a rasteirinha não pode ser qualquer uma. Além do estado de conservação, que deve ser bacana, espera-se que a peça seja suave e delicada para não comprometer a silhueta ou mesmo o peso visual da composição em si. Algumas características que garantem tal efeito são: tiras finas, efeito acetinado, possível aplicação de brilhos ou texturas e solado estreito.

Enfim, não há desculpa para andar mal arrumada e não há razão para brincar com roupas largadas apenas pelo desejo de conforto. Substitua o tênis por sapatilhas, sandálias ou rasteirinhas e ganhe vontade e inspiração para brincar e experimentar novas ideias e conceitos.

As roupas que ilustram o post são da Elements.

26 janeiro 2010
Vou de Mochila

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Não vou negar que uso mochila, muito raramente mas uso. Existem certos momentos em que uma bolsa se mostra extremamente difícil de carregar e é ai que colocar algo nas costas garante conforto e praticidade sem lhe deixar com um torcicolo daqueles. Nas minhas indas e vindas entre o interior e BH porque sim, eu sou do interior que de tão pertinho parece grande bh fica difícil pensar em bolsinhas a tiracolo. Afinal, como subir as escadas da casa belorizontina carregando tudo nos braços?! Não é nada prático. E da-lhe mochila. Da-lhe mochila também pra viajar, mesmo que seja só uma coisa rápida. Carregar notebook nas costas, andando pra lá e pra cá no aeroporto, já me fez sofrer horrores quando eu ainda era inocente… o que funciona pro trabalho, que se resume a carro direto pra mesa e mesa direto pra carro… não dá certo quando aparecem as tais caminhadas obrigatórias. Vixi.

A questão é que a mochila não precisa ser feia e sem graça. Por ai existem vários modelos que de tão fofos cumprem bem o seu papel, servindo até mesmo para potencializar certos looks.

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Modelos da Eastpak, da Kipling e da Imaginarium pesquisados na AllBags e na loja da Imaginarium.

É mais interessante aquele mochila levemente estruturada, que não fica com um volume suspeito caindo sobre o bumbum. Vale ainda prestar atenção na limpeza da peça que, por ser geralmente colocada no chão, pode pegar um aspecto sujinho ou encardido – nada bonito. A proporção trabalhada com os acessórios em geral deve ser mantida então nada de uma mochila gigante em um corpinho delicado, ou vice-versa. E a peça, assim como uma bolsa, deve ser substituída após certo tempo de uso… nada de eternizar. O último e importantíssimo cuidado está em regular bem as alças, que não devem ser super baixas e nem grudadas nos ombros; o meio termo, ou meio das costas, é o que vale.

Usar mochilas vale não apenas pra quem estuda em colégio… Vamos ser menos radicais e buscar formas de adaptar as necessidades da vida ao senso estético.

25 janeiro 2010
Quero Contraste

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Cores, cores e cores! Antes que chegue o inverno e a vontade neutra e profunda do preto apareça com força vale se jogar firme em cores alegres e vibrantes. Ok, o nude não virou hit e não conquistou muitos corações acho uma pena então se jogue mesmo nos vermelhos, verdes e laranjas da vida.

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Compor cores quentes, vibrantes, é algo pouco feito, mas que pode gerar ótimo resultado visual. A mistura de vermelho e verde, por exemplo, é inusitada mas funciona. Cores opostas no circulo cromático ao serem combinadas geram a sensação de alto contraste que responde bem. Se isso vale apenas pra vermelho + verde? Não. Pode ser aplicado com todas as outras relações a serem observadas logo abaixo.

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Observe só como o vermelho é contrário ao verde, o roxo contrário ao amarelo e o laranja contrário ao azul… são contrastes encontrados por ai em estampas e roupas caracterizadas por recortes de cores ou formas. O contraste, trabalhado em duas peças de roupas, serve para disseminar o foco do visual e para não chocar demais deve ser aplicado em itens de modelagem mais seca ou pouco detalhada. Brincar e sair da zona de conforto está nisso, em jogar com novas experimentações.

Os looks apresentados são da Ecletic. Alguém trás, por favor, a loja pra Minas Gerais?!

25 janeiro 2010
Roupa Multi-Uso

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Levar a roupa do dia-a-dia pra festas ou noitadas vale a pena, principalmente quando a aquisição de uma determinada peça exclusivamente para um uso isolado aparece como uma alternativa ruim ou difícil. Não dá pra imaginar comprar uma roupa para um dia de utilidade… a não ser se for um caso bastante específico como, uhm… um vestido de noiva!.

Acessórios e sobreposições entram como potencializadores de peças banais, agregando valor e diferenciação a algo já visto diversas vezes por aqueles de seu convívio. Já falei uma vez e repito… ninguém, ou quase ninguém, têm memória fotográfica para sair decorando enlouquecidamente o guarda-roupa de todo mundo então é bom desencanar.

Jogue complementos no que geralmente é usado de maneira simplória ou básica. Uma camisa, uma camiseta, um vestido ou mesmo peças da porção inferior  pedem por itens agigantados ou chamativos que dêem nova cara ao visual. Não vale colocar uma correntinha e pensar que a blusinha preta ganhou nova vida… mas o que acontece se você coloca três correntinhas?! Da mesma forma não vale trabalhar com um cinto neutro e delicado, quase óbvio… só que já pensou o charme de um cinto texturizado ou colorido?!

E a tal sobreposição?! Um vestido colocado sobre calça ou mesmo uma camisa usada aberta por cima de um conjunto de saia e top. Não há limite de fato quando se montam composições; o que nos limita são as tristes convenções ou hábitos gerais que apontam saídas costumeiras que só servem pra igualar todo mundo.

É por isso que digo que vale sim comprar algo tendo como motivação um convite bacana, um encontro ou reunião com os amigos. Porém tenha em mente, quase que de forma calculista, quais serão os usos futuros que podem estar não apenas em boates ou restaurantes mas no seu ambiente de trabalho ou nas suas tarefas do dia-a-dia.

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