Conversinha Fashion » 2009 » julho
30 julho 2009
De nada adianta…

Porque de nada adianta a bolsa ser uma Chanel se o look, por completo, é um desastre digno de ser apresentado em aulas de etiqueta/beleza/vestimenta – como ‘não use’, por favor!

A roupa está muito ajustada, a composição é suspeita, o short é muito curto e a combinação decotão mais perna de fora (mesmo com meia calça) é muito vulgar! Chega a dar medinho. Não é lá uma roupa que eu gosto, sem querer criticar o gosto pessoal de Viviane Araújo, que não faz mesmo o meu estilo mas ela poderia ter sido mais feliz ainda apostando nessa coisa ousaaaada, sexy e sensual. Vivi, me passa essa sua bolsa como pagamento que a gente resolve rapidinho seu problema!

Agora… a bolsa é uma Chanel, né?! Não sou nenhuma it girl pra adivinhar assim de longe, só que parece bem uma 2.55… e bala na agulha é o que não falta para a moçoila.
30 julho 2009
Não vale o desconto…

Para os amantes de clubes de desconto, uma orientação importante. Muitas, mas muitas mesmo (!!!) das peças atualmente comercializadas são de coleções tão antigas que chegam a carregar cheiro de mofo. Pode-se notar que as peças de tempo em tempo entram e saem, pulando de uma loja virtual para outra. O pior?! Grande parte das vezes tais produtos são marcados por estampas super datadas que gritam a validade daquela coleção… sem contar as linhas e modelagens que carregam as tendências de muitas temporadas passadas.


Comprar com desconto é ótimo e muito bom, mas a gente sabe que só vale a pena quando o preço baixo corresponde a data de validade fashion da peça e também a sua real utilidade no seu guarda-roupa.

Atente-se e fuja de prejuízos e decepções.
28 julho 2009
Podem falar…

O Conversinha Fashion vai passar por mudanças, mas não só ele. Todo o meu trabalho vai mudar, ao menos visualmente. Só que preciso e quero muito a opinião de vocês… e de qualquer pessoa que tenha algo a dizer. Pode falar bem, falar mal, elogiar, criticar… vou tentar não chorar com as reclamaões ando muito sentimental. Mas, enfim… o que vocês querem ver no Conversinha?! O que vocês esperam de um blog de moda?! O que está bom?! E o que está ruim?! Uhm, me contem. Bem bapo de amigas mesmo.

Vale escrever nos comentários ou me mandar emails, que terei o maior prazer em ler e responder.
  • Para emails: amanda@amandamedeiros.com.
  • Para twítadas: @alburcas.
Um abraço!
27 julho 2009
Não basta ser grifado…

Em determinados momentos da vida a gente presencia certas provações, que servem como referência palpável para discursos que ostentamos apenas pela lógica do pensamento coeso e coerente. Vestir-se bem em nada está ligado à ter condições de comprar em lojas grifadas ou mesmo ter conhecimento fashion.


A combinação de roupa com bom corte, caimento e design apenas possui valor quando a peça em si está de acordo com a silhueta e o estilo da pessoa – sendo uma extensão de suas necessidades. Por isso aquela ideia de que pra construir um look bonito basta correr a loja badalada mais próxima é uma grande mentira, tendo em vista que o que vale é a união de inúmeros fatores.

Hoje, tive a estranha experiência de passar certo tempo com uma pessoa que sabe tudo sobre as marcas, conhece lojas e seus donos, sabe por nome os estilista das grifes mas não se veste nada bem; além das roupas não favorecerem a silhueta da pessoa em questão elas carregam aquela estranha mensagem de ‘isso não pertence’, porque a todo momento eu ficava imaginando como a calça ou a bota poderia funcionar numa outra pessoa… já que a roupa, em sua essência, era ótima!

Pois bem. É claro que se sentir bem é o que vale, só que não é mais gostoso quando a roupa faz jus a seu preço?! Se não, qual a vantagem em gastar os tubos em produtos tidos como top?! Uhm, acho que vou pensar muito nisso… e vocês o que acham?!


Escrevo esse post acreditando na mínima possibilidade de que a pessoa vá um dia acessar este humilde blog, mas caso acesse e se encontre aqui, em meio à minhas palavrinhas, peço desculpa e me coloco disponível para um café.

25 julho 2009
Criando Curvas

Nem todas as mulheres possuem a clássica silhueta brasileira, cheia de curvas e formas que acabam por impossibilitar certos exageros no momento do vestir; existe aquela parcela, relativamente expressiva, que é magrinha e sequinha – sem cintura, quadril ou busto marcados. A notícia boa é que com modelagens e padrões bem pensados é capaz de se criar a ilusão de um corpo bem mais cheio de movimento e bossa, com o qual é capaz de abusar ao máximo da moda com tudo o que ela possui de diferente e bacana – nos mais diversos estilos.


Mulheres magrinhas e com poucas curvas, ou nenhuma, devem pensar sempre em volumes reais ou mesmo visuais; estampas, texturas, peças com plissados ou pregueados que desenham quadril, coxas grossas, busto cheio ou formas voluptuosas. Entre os comprimentos vale brincar muito com os minis e midi, unidos à calçados de gáspea fechada que ajudam a engrossas um pouquinho as coxas; além disso, pense em comprimentos diferenciados, fugindo do longo ou curto como regra única. Para as modelagens, pense em ideias abauladas mas sempre cuidando para não criar o visual pacotinho inflado. Ou seja, escolha uma porção da silhueta para jogar volume e na outra deixe uma peça mais sequinha, estampada ou com textura, que complemente seu objetivo.


Trabalhar com sobreposições também é muito indicado, pois ajuda a agregar volume sem ficar bagunçado demais… porque de nada vale aquela ideia de que roupas largas dão peso ao corpo e criam curvas… porque elas agregam sim volume, mas de maneira bagunçada e nada positiva.

Além disso, imagine amarrações, aplicações, acessórios pontuais ou complementos que fazem toda a diferença – como é o caso das meias finas/grossas. Estampas grandes demais podem pesar na silhueta, mas as de tamanho mediano com cores funcionam muito bem para deixar aquela impressão de corpo cheio. E, em tudo, busque cortes horizontais que vão gerando aquela sensação de fatias bem marcadinhas que dão a sensação de quadril + cintura + busto, e não uma massa única.

No geral, a ideia é a seguinte: volumes, texturas e detalhes. Formas limpinhas demais, só de tons neutros, acabam por gerar aquela impressão de looonga linha vertical que é ótima para quem quer emagrecer, visualmente, mas não pra quem quer ficar mais voluptuosa; jogar com tons claros também é interessante, assim como o uso de transparências. Ou seja: ousadia!