24 maio 2013
Não se entregue à tristeza

 

Entre pessoas pessimistas e tropeços da vida, um convite ao sofrimento; logo ao lado, a possibilidade de seguir em frente

miseryNem todos os dias são superalegres, mas muitos são – ou devem ser – fáceis e leves, apesar das dificuldades do trabalho, da correria do dia-a-dia e das muitas tarefas que tentamos cumprir. No entanto, algumas pessoas estão sempre tristes, chateadas, de cara ruim e aparência amarrada. Não estão enfrentando problemas, doenças ou dramas familiares; elas apenas gostam de ser assim: infelizes. Levadas pela vontade constante de sofrer, procuram conquistar novos adeptos ao (literalmente) triste estilo de vida. E, acabam, sempre, reforçando o peso das dificuldades, salientando defeitos alheios e supervalorizando a tristeza. A escolha pela angustia ou tormento como melhor amiga não deve ser sedutora e não pode, de forma alguma, envolver quem não quer ser assim, destruindo sentimentos de alegria e felicidade que acompanham naturalmente os que sabem ver o lado bom da moeda ou os que gostam da vida com um tempero otimista.

Se aqui, ou ali, a tristeza é onipresente, olhe além. Assim como o sofrimento adora companhia, a felicidade também é digna de ser compartilhada. Um brinde aos otimistas! A alegria aproxima muito mais do que a tristeza usada como acessório. Não há mal em ter um dia ruim, em sofrer, se chatear e reclamar. Há algo de estranho em amar a dor, em ser a vítima, em querer convencer aqueles que estão por perto de que a dor é natural, que é justificável por muito pouco. Em se tratando do seu dia, do seu humor, nunca deixe que os outros compliquem a sua maneira de viver. Não deixe nem mesmo que os tropeços do dia lhe arrastem para um caminho sem volta. A tristeza é sedutora e abraça nas horas que somos açoitados por um problema, surpreendidos por uma decepção. Pode-se pensar em se entregar ao conforto do pranto, mas de que adianta?! Passe por cima. Há sempre um novo dia.

 

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22 maio 2013
Decor: pura versatilidade

 

O aparador cai bem em diversos ambientes, serve de base para o preenchimento de espaços e apoio para objetos diversos

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Em toda casa, ou apartamento, existem aqueles cantinhos vazios que incomodam. Para preencher espaços, deixar o ambiente mais charmoso ou mesmo encontrar locais para colocar objetos especiais (com destaque), vale apostar no uso de aparadores.

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Eles saíram das salas de jantar e invadiram todos os ambientes do lar. A função vai muito além de aparar pratos, talheres e travessas para as refeições e hoje os aparadores ganharam status de elemento versátil, podendo contar com gavetas ou até mesmo portas.

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A construção da peça varia tanto no design quanto no material e, por vezes, outros tipos de móveis acabam fazendo a função de aparadores. O que importa, no entanto, é a função semelhante, de decorar, servir de apoio, ou mesmo separar ambientes.

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Os aparadores levam objetos e complementos que conversam com o ambiente no qual ele foi posicionado. Na sala de estar, podem receber arranjos de flores, vasos, caixas ou mesmo um delicado aparelho de som; já no quarto, podem servir como base para produtos de uso pessoal ou livros.

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É interessante, sempre, pensar na composição completa do aparador com o cômodo e com a parede com a qual ele interage, se for o caso. A parede pode receber um grande espelho, quadros ou mesmo um belo papel de parede como fundo; já o espaço lateral, pode ganhar uma poltrona ou uma delicada cadeira. Talvez o móvel seja o que faltava para deixar sua casa mais interessante.

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20 maio 2013
Inspiração de Crepom

Luisa Accorsi, do Sonhos de Crepom, monta bons looks que valorizam a sensualidade da silhueta mignon

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No mar de blogueiras, existem boas inspirações. Referências que chamam atenção por looks bem pensados, adequados, realmente interessantes. Luisa Accorsi, do Sonhos de Crepom, é um bom exemplo.

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Linda e delicada, a jovem aposta em looks femininos, com uma pitada de sensualidade. O toque de ousadia dos comprimentos mini ou calças justas conversam bem com a silhueta mignon. Nada fica vulgar, sabe?!

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Os saltos vertiginosos fecham o visual, que conta, ainda, com bolsas interessantes e delicados acessórios. O contraste de peso visual, pelos complementos pesados, é positivo.

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Há um bom senso, ou um bom gosto natural na montagem dos looks que faz com que até mesmo um short curtíssimo ganhe um tom elegante. Talvez seja a escolha de peças com tecidos e texturas levemente requintadas ou a própria postura natural da Luisa.

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O toque jovem do look fica no mix de estampas, no jeans larguinho ou no uso de mangas dobradas, quebrando um pouco da formalidade de peças essencialmente clássicas. São composições que valorizam a silhueta delicada. Ótimo recurso para quebrar o possível efeito infantilizado de meninas mignon.

 

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17 maio 2013
O que vem pela frente

A intensidades das ações dá o tom das conquistas e viver é se aventurar

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Viver é saltar. É se jogar entre possibilidades, erros, acertos, conquistas e derrotas. Viver é tentar, é se entregar, brincar entre diferenças, é uma aventura! Se você não participa, sua vida passa por seus olhos, e você abre mão de escolhas e oportunidades que podem fazer toda a diferença no seu destino. Nunca se sabe o que vem pela frente.

Quais são as oportunidades que você está perdendo?! Quais são as portas que te assustam?! São mudanças, ousadias, riscos que podem mudar tudo para melhorar. E se der errado?! Tudo bem. Vire a página, sorria, brinque com as falhas e colecione aprendizados. O medo de errar é uma barreira que precisa ser quebrada, um bloqueio que vira vício e se alastra como uma praga. Não deixe, lute contra, comece pelas coisas pequenas e saia da zona de conforto. Experimente novos sabores, vá a lugares diferentes, prove uma modelagem nova, faça algo que nunca fez, só para não cair no básico da rotina. Troque a novela por um filme; esqueça a pizza pronta, e crie a sua em casa; converse com pessoas que não conhece ou, no trabalho, crie coragem para falar sobre aquela sua ideia. Se a vida não é uma aventura, ela não é nada. Já diz a palavra: do latim, aventura é “ad venture”, o que vem pela frente – e estar preparado para tudo o que vier.

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13 maio 2013
12 maneiras de desapegar

 

Virar a página, esquecer, seguir em frente, superar. Escolha a maneira e desapegue

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1. Foque nos defeitos. Na hora de esquecer, colocar em primeiro plano os pontos negativos ajuda a levar para debaixo do tapete das qualidades que tanto se destacaram.

2. Lembre-se de que nada é insubstituível. Tenha paciência.

3. Se o problema é se livrar de algo velho, basta colocar algo novo no lugar. É certeza de que a sensação gostosa de descobrir algo novo vai mostrar como o velho pode ocupar espaço na mente e na vida.

4. Um ritual de desapego pode ser bem válido, incluindo uma boa limpeza em memórias. Fotos, presentes, e tudo o que lembre alguém ou algo que por vezes terá melhor destino no lixo.

5. Afogue as mágoas. Reúna os amigos e pense em coisas diferentes daquilo que tanto lhe aflige e faz mal. Boas risadas são o melhor remédio.

6.Se quiser chorar, chore. Mas chore com gosto. Bateu o carro? Brigou com o namorado? Foi mal no projeto novo do trabalho?! Vá para seu cantinho, se entregue as lágrimas e vire a página. Chorar eternamente não muda nada.

7. Faça planos e olhe para o futuro. Pense além do momento atual, imagine, sonhe, anote, colecione ideias que podem agitar a sua vida.

8. Desabafe, fale mal, xingue e reclame. Mas, redes sociais não são muro das lamentações. Reclame com alguém que goste de você e que vá lhe dar apoio ou lhe mostrar que sua reação está um tanto quanto exagerada.

9. Cante e/ou dance. A música é uma maneira perfeita para aliviar as tensões. Vale ligar o som do carro bem auto e curtir a música desabafo, aproveitar a hora do banho para soltar a voz ou fechar a porta do quarto e soltar o corpo. Ficou tímida?! Bobagem.

10. Pratique algum exercício físico, nem que seja uma gostosa caminhada no parque ou um aula pesada na academia. O esforço e o cansaço são boas maneiras de esquecer do que lhe preocupa e entristece e, assim, o processo da cura sem dúvida será mais rápido.

11. Olhe para as opções que lhe cercam. São muitas, basta querer enxergar.

12.Não alimenta a insatisfação. A vida é feita de escolhas, mas nem sempre as coisas terminam como queremos ou idealizamos. Desapegue de coisas, pessoas ou sentimentos que não agregam. Até para o sofrimento deve haver limite. Só não há limite para a paz e felicidade.

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